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VAMOS CONVERSAR com Richard Zimler

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VAMOS CONVERSAR é uma série de conversas com personalidades da literatura

No dia 08 de julho de 2021 o Centro Cultural Penedo da Saudade, do Instituto Politécnico de Coimbra, dá prosseguimento ao projeto Vamos Conversar, um ciclo de conversas e debates com personalidades da literatura.
O projeto visa estimular reflexões sobre a cultura e a educação com o objetivo de potencializar novos fluxos de interação e criação nesta tão importante e admirada cidade. Também busca fazer desses encontros ágoras de troca de ideias entre os convidados e o público, de modo que todos sintam-se acolhidos e valorizados, e que o debate gere conhecimento e transformação.
Trata-se de uma realização do Centro Cultural Penedo da Saudade e co-organização da Aquarela Brasileira Multimedia.
O convidado de julho é Richard Zimler, escritor, jornalista, professor.

Vamos Conversar 4 – Literatura, Vidas e Espelhos: Uma conversa com Richard Zimler – escritor, jornalista, professor
Dia: 08 julho 2021 – Hora: 18:00 (Lisboa)

A conversa terá transmissão em direto pelo facebook do Centro Cultural Penedo da Saudade (www.facebook.com/centroculturalpenedosaudade) e em streaming pelo Zoom (ID: 838 0711 8404 – Senha de acesso: 295987)

Sobre o Centro Cultural Penedo da Saudade
Inaugurado em 18 de janeiro de 2019 e integrado no projeto cultural do Instituto Politécnico de Coimbra, o Centro Cultural Penedo da Saudade tem como objetivo primordial contribuir para o enriquecimento cultural da comunidade deste Instituto numa complementaridade do que é já a produção cultural das suas unidades orgânicas. Também visa promover a partilha de eventos culturais e artísticos em Coimbra, quer através do reforço da divulgação quer, mesmo, através de intercâmbios. Encontra-o na zona do Penedo da Saudade, com uma bela vista da cidade.

Sobre o convidado
Richard Zimler nasceu em 1956. Fez um bacharelato em religião comparada na Duke University (1977) e um mestrado em jornalismo na Stanford University (1982). Trabalhou como jornalista durante oito anos, principalmente na região de San Francisco, Estados Unidos. Em 1990, foi viver para o Porto, onde foi professor de jornalismo durante 16 anos, primeiro na Escola Superior de Jornalismo e depois na Universidade do Porto. Nos últimos 23 anos, publicou 11 romances, uma colectânea de contos e cinco livros infantis, que depressa entraram nas listas de bestsellers de vários países (Portugal, Brasil, EUA, Inglaterra, Itália, etc…). Os seus livros editados em Portugal – por ordem cronológica – são: O Último Cabalista de Lisboa, Trevas de Luz, Meia-Noite ou o Princípio do Mundo, Goa ou o Guardião da Aurora, À Procura de Sana, A Sétima Porta, Confundir a Cidade com o Mar (colectânea de contos), Dança Quando Chegares ao fim (livro para crianças), Os Anagramas de Varsóvia, Ilha Teresa, Hugo e Eu e as Mangas de Marte (livro para crianças), A Sentinela, Se Eu Fosse (livro para crianças), O Evangelho Segundo Lázaro, O Cão Que Comia a Chuva (livro para crianças), Maria e Danilo e o Mágico Perdido (livro para crianças) e Os Dez Espelhos de Benjamin Zarco. Vários livros seus fazem parte do Plano Nacional de Leitura, incluindo Dança Quando Chegares ao Fim, Se Eu Fosse e O Cão que Comia a Chuva. Zimler já ganhou diversos prémios, incluindo o National Endowment of the Arts Fellowship in Fiction (EUA) em 1994 e o Prémio Herodotus (EUA) para o melhor romance histórico em 1998. O prémio literário Alberto Benveniste 2009 foi atribuído a Zimler pela obra Goa ou o Guardião da Aurora. O prémio foi criado para galardoar um romance (publicado em francês) que se enquadra no programa do Centro Alberto Benveniste (Estudos Judeus-Sefarditas). Os Anagramas de Varsóvia foi nomeado o Melhor Livro de 2009 pela revista LER e também pelos alunos das escolas secundárias de Portugal (Prémio Marquês de Ouro). O Evangelho Segundo Lázaro foi nomeado um dos melhores romances do ano pelas livrarias FNAC e Bertrand. Cinco dos seus romances foram nomeados para o Dublin
International Literary Prize, um dos mais importantes do mundo anglo-saxónico. Zimler também organizou uma antologia de contos para beneficiar Save the Children e os seus programas (no caso de Portugal, para beneficiar os programas nos PALOP). A versão portuguesa inclui contos de Richard Zimler, Mia Couto, Lídia Jorge, Margaret Atwood, Nadine Gordimer, Ali Smith, Markus Zusak, Junot Díaz e 20 outros ficcionistas. Já proferiu mais de 500 conferências sobre a sua escrita e a cultura
judaica, em escolas, museus, bibliotecas, livrarias, sinagogas e auditórios públicos em mais do que 15 países, incluindo os EUA, Inglaterra, Austrália, Portugal, França e Brasil. Em 2009, Zimler escreveu o guião para O Espelho Lento, uma curta-metragem baseada num dos seus contos. O filme foi realizado no verão de 2009 pela realizadora sueca-portuguesa Solveig Nordlund e venceu o prémio de melhor filme dramático no Festival de Curtas-Metragens de Nova Iorque em Maio de 2010.

Sobre o mediador
Wagner Merije é jornalista, escritor, editor e gestor cultural envolvido com projetos ligados à cultura, educação e meio ambiente em países como Brasil, Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Itália e Estados Unidos. É investigador na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Como jornalista, passou por redes de TVs, rádios, jornais, revistas e sites no Brasil, Inglaterra e Portugal. Escreve para todas as idades e tem nove livros publicados, de ficção, não ficção, entre os quais estão Conhece-te a ti mesmo – Pensamentos e práticas à procura de novas primaveras (2021), O Cotovelo Kovid (2020), Psyche & Hamlet vão para Hodiohill (2019), Astros e Estrelas – Memórias de um jovem jornalista em Londres (2017), Cidade em transe (2015), Viagem a Minas Gerais (2012), Mobimento – Educação e Comunicação Mobile (2012) – finalista do Prêmio Jabuti 2013 na categoria Educação, Torpedos (2011), Turnê do Encantamento (2009), dentre outros. Como editor, publicou obras de Luís Vaz de Camões, Fernando Pessoa, Florbela Espanca, Mário de Sá-Carneiro, Camilo Pessanha, João José Cochofel, entre outros, e títulos como Coimbra em Palavras, Coimbra em Imagens, São Paulo em Palavras, São Paulo em Imagens, Propostas Novas para Novos Mundos, entre outros.

Informações:
faleaquarela@gmail.com

Pulso da Palavra no Diálogos Literários Online

Pulso da Palavra_Diálogos Literários Online_240621

Diálogos Literários Online, projeto com moderação do Professor Doutor Roberto Amaral, da Universidade Federal do Tocantins (UFT), convida Wagner Merije e Lia Testa.
Participação especial de Clarissa Macedo.

Sexta-feira, 25/06/2021, 18h (Brasília) e 22h (Lisboa).

Saiba mais sobre a publicação e faça download gratuito do e-book:

Uma publicação potente, com textos e imagens de enorme qualidade, variedade de estilos e de relevância dos conteúdos, que entrará para a História como um importante documento de reflexão.

“Pulso da Palavra” reúne produções poéticas de professores e de poetas brasileiros e portugueses que, além de apresentarem seus exercícios poéticos (seus poemas), articulam à poesia outras possibilidades de mediações.

Organizada por Eliane Testa, da Universidade Federal do Tocantins -UFT/UFNT, e Wagner Merije, da Universidade de Coimbra – UC, que também são autores, a publicação conta com as participações de Augusto Niemar, Clarissa Macedo, Maria João Cantinho, Roberto Amaral e Telma Scherer. O prefácio é assinado por Ana Clara Medeiros.

Link: www.aquarelabrasileira.com.br/pulso-da-palavra 

Pulso da Palavra na Semana do Desassossego

Pulso da Palavra_Semana do Desassossego 2021

Para assistir, click aqui

A mesa-lançamento do Pulso da Palavra foi realizada no sábado, 08 de maio de 2021, às16:00 (horário de Brasília), 20:00 (horário de Lisboa).

A IX Semana do Desassossego e a II Semana do Desassossego Digital 2021, eventos organizados por professores e colaboradores da Universidade de Brasília, aconteceu entre os dias 05 e 08 de maio de 2021

Acompanhe esta rica conversa e saiba mais sobre “Pulso da Palavra”, uma publicação potente, com textos e imagens de enorme qualidade, variedade de estilos e de relevância dos conteúdos, que entrará para a História como um importante documento de reflexão.

“Pulso da Palavra” reúne produções poéticas de professores e de poetas brasileiros e portugueses que, além de apresentarem seus exercícios poéticos (seus poemas), articulam à poesia outras possibilidades de mediações.

Organizada por Eliane Testa, da Universidade Federal do Tocantins -UFT/UFNT, e Wagner Merije, da Universidade de Coimbra – UC, que também são autores, a publicação conta com as participações de Augusto Niemar, Clarissa Macedo, Maria João Cantinho, Roberto Amaral e Telma Scherer. O prefácio é assinado por Ana Clara Medeiros.

O título, segundo Eliane Testa, estabelece um diálogo com um verso de Vladímir Maiakóvski (1893-1930) “Sei o pulso das palavras”, tomado como fio condutor dos diferentes atravessamentos que a poesia convoca pela potência da “palavra”, pelo seu pulsar atemporal, e de um ponto de vista da linguagem, a palavra poética é sempre inaugural. “Ademais”, completa ela, “este título confere ainda uma singela homenagem àquele que é considerado um dos maiores poetas de todos os tempos”.

Em suas 176 páginas este livro traz à luz movimentos que vertem relações entre a criação e a crítica. São práticas artísticas e linguísticas que nos deslocam para pensar/viver as possibilidades de que um mesmo sujeito é capaz de desdobrar frente a um mundo tornado e contemplado por diversas camadas de experiências de si e/ou de eu-Outros.

O e-book encontra-se disponível para o público geral através de download gratuito no link www.aquarelabrasileira.com.br/pulso-da-palavra

Ajude a divulgar este projeto entre seus amigos e suas redes de contatos. Partilhe! Que o conhecimento circule livre e acessível para tod&s.

Boas leituras!!

Livro de Mágoas_Florbela Espanca

Livro de Mágoas_Florbela Espanca_Capa promo

Livro de Mágoas, de Florbela Espanca, novo lançamento da Aquarela Brasileira Livros, é um livro de versos de dor, de ausências e distâncias

A poesia era para Florbela Espanca a sua forma de expressão natural, a sua ponte com o mundo, sua maneira de abrir seu coração. Florbela apareceu, escreveu sua poesia doída, sentiu a dor da vida em seu percurso trágico e não suportou esse mundo pesado.

Mas isto não nos impede de dizer que Florbela é imensa, uma luz que nunca se apagou, e por isso tem um brilho raro e longevo. Em seus textos, Florbela abordou temas como amor, erotização, angústia e sofrimento, trazendo a figura feminina para o centro das discussões. Seus versos, de forte teor emocional, aliam a tristeza, a solidão e o desencanto ao desejo de ser feliz. Original em falar de suas próprias trevas, suas palavras são lanternas que iluminam a visão dos leitores, sofredores ou não de mágoas como ela enfrentou.

A poeta não fez parte de nenhum movimento literário, embora seu estilo lembrasse muito os poetas românticos. Ela escreveu contos, poemas e cartas, mas foi no soneto que encontrou o melhor caminho para sua expressão poética.

Livro de Mágoas foi publicado em 1919. Conta com 32 poemas. Parte de sua inspiração veio de sua vida tumultuada, inquieta e sofrida pela rejeição do pai. Sua linguagem está situada nas suas próprias frustrações e anseios, características encontradas no poema “Eu”:

Eu sou a que no mundo anda perdida,
Eu sou a que na vida não tem norte,
Sou a irmã do Sonho, e desta sorte
Sou a crucificada… a dolorida …

Sombra de névoa tênue e esvaecida,
E que o destino amargo, triste e forte,
Impele brutalmente para a morte!
Alma de luto sempre incompreendida!…

Sou aquela que passa e ninguém vê…
Sou a que chamam triste sem o ser…
Sou a que chora sem saber por quê…

Sou talvez a visão que Alguém sonhou,
Alguém que veio ao mundo pra me ver,
E que nunca na vida me encontrou!

É preciso coragem, mas não apenas, para se expor tanto assim em versos tão fortes e explícitos. Em um meio dominado por homens e seus discursos fortemente marcados pelo patriarcado, a poeta apareceu com seus textos de caráter sentimental, confessional e guiados pela paixão.

Apesar de não levantar bandeiras sociais como o Feminismo, Florbela é considerada uma mulher à frente de seu tempo por ter ido contra barreiras da sociedade portuguesa da época, e a grande figura feminina da literatura portuguesa das primeiras décadas do século passado.

Viveu pouco, passou praticamente desapercebida como poeta ou feminista em vida, entretanto, Florbela é das poucas figuras literárias portuguesas cuja vida deu origem a filmes, séries, peças e diversos livros derivados, como biografias, fotobiografias e estudos acadêmicos.

A presente edição para seu lançamento no Brasil contou com o apoio da DGLAB – Direcão-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas, do Ministério da Cultura de Portugal.

SOBRE A AUTORA
Florbela Espanca nasceu em Vila Viçosa, no Alentejo, Portugal, no dia 8 de dezembro de 1894, e com poucos anos foi tomada da mãe e levada pelo pai para viver com sua madrasta, fato que a atormentaria até o fim da vida.
Florbela escreveu seu primeiro poema entre 1903 e 1904: “A vida e a morte”. Na mesma época fez um soneto em homenagem ao seu irmão Apeles e um texto para o aniversário do pai. O primeiro conto escrito por ela foi “Mamã!”, em 1907, sobre sua mãe biológica, que morreria um ano depois.
Em 1917, ao completar o curso de Letras, foi a primeira mulher a ingressar no curso de Direito da Universidade de Lisboa.
Sua primeira obra oficial, composta por sonetos, Livro de Mágoas, teve duzentos exemplares publicados em 1919, os quais foram vendidos rapidamente.
Em 1921 divorcia-se de Alberto e passa a viver com um oficial de artilharia, Antônio Guimarães.
De volta a Lisboa, em 1923, publica Livro de Soror Saudade. Nesse mesmo ano, sofre o segundo aborto e separa-se do segundo marido.
Em 1925 casa-se com o médico Mário Laje, em Matosinhos, onde passa a residir.
Dois anos depois falece seu irmão Apeles em um trágico acidente de avião, o que a deixaria ainda mais fragilizada. Em sua homenagem, ela escreveu um conjunto de contos no livro As máscaras do destino, publicado somente após sua morte.
Florbela tentou suicídio por três vezes, falhando nas duas primeiras e sendo a última fatal. Ela morreu no dia do seu aniversário de 36 anos, em 8 de dezembro de 1930, na cidade de Matosinhos, com superdose de barbitúricos.
Outras livros foram lançadas postumamente: Charneca em flor, Juvenília, Reliquiae e Cartas de Florbela Espanca.

DADOS DO LIVRO
Título: Livro de Mágoas
Autora: Florbela Espanca
Editora: Aquarela Brasileira Livros
Gênero: Poesia
Formato: 13,5 x 17,5 cm
Número de páginas: 50
ISBN: 978-65-86867-07-7
DL: 481446/21
Web: www.aquarelabrasileira.com.br/livro-de-magoas_florbela-espanca
Encomendas: faleaquarela@gmail.com

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Conhece-te a ti mesmo_Wagner Merije

Conhece-te a ti mesmo_capa promo

Conhece-te a ti mesmo – Pensamentos e Práticas à Procura de Novas Primaveras, de Wagner Merije, elabora questões sobre educação, comportamento humano, justiça, equidade, descolonização da mente e propõe ações para construir o futuro

Esta obra inaugura a coleção Educação, Pensamento & Ação, que pretende apresentar aos leitores jovens e aos maduros questões importantes e que precisam ser melhor debatidas em busca de soluções conjuntas para o bem do coletivo. “A educação necessita tanto de forma técnica e científica como de Humanidades, sonhos e utopias”, e Paulo Freire estava certo também quando disse que “ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo”.

Wagner Merije, autor desta obra e criador e editor da coleção, inicia trazendo-nos palavras dos oráculos, essa ponte entre o ser, o vir a ser e o pode ser.
“Os seres humanos estão confusos, tremem perante os monstros que criaram e parecem não entender de onde vieram, com quem compartilham o mundo e para onde vão” – não é isto uma perfeita síntese do mundo em que vivemos, com malévolos vírus, pérfidos governantes e escusos interesses?

Para obter algumas pistas, Wagner Merije visita os oráculos e faz interessantes analogias, identificando-se com estas figuras descritas nos mitos, como aqueles que se situavam entre os dois mundos, o terreno, limitado, e o eterno, ilimitado.
Daí o título do livro, recordando a citação do templo de Apolo em Delfos, “conhece-te a ti mesmo”. Tal como o seu inquisidor, o oráculo é um pensador de ação, “pensamentos exigem práticas”, profetiza. E enumera algumas propostas, a título de exemplo.

Sem uma determinada organização e elevado instinto de justiça e solidariedade, muitas vidas continuarão sendo perdidas. Ao mesmo tempo, somos seres plurais, o universo é composto de muitas vidas, e só o respeito mútuo permitirá a comunhão dessas vidas no Planeta Terra. Daqui a um tempo muitos de nós recordarão que houve um grande período de confinamento e que bilhões de pessoas foram obrigadas a parar, observar e refletir sobre o mundo e a vida. Trancados em casa por dias e dias (quem pôde, enfim), muita gente se viu a mensurar o valor das amizades, das companhias, da simplicidade, ao invés de contar quantas roupas ou sapatos, quantos carros ou privilégios que o dinheiro poderia comprar.

Eis um convite para ler estas páginas e refletir a sério sobre questões fundamentais, que vão de encontro ao desejo ou ao projeto de rever pensamentos e práticas, linguagens e atitudes. Aguardemos que elas tragam tempos menos cinzas e isolados. As novas primaveras.

O dia escolhido para apresentação da obra é o dia 05 de Maio, Dia Mundial da Língua Portuguesa.

O e-book encontra-se disponível para o público geral através de download gratuito no link www.aquarelabrasileira.com.br/conhece-te-a-ti-mesmo_wagner-merije: Conhece-te a ti mesmo_Wagner Merije_ebook

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SOBRE O AUTOR
Wagner Merije (Wagner Rodrigues Araújo) é educador, jornalista, escritor, editor, gestor cultural e criador multimedia envolvido com projetos ligados à cultura, educação, meio ambiente e cidadania. Suas reflexões sobre a condição humana vêm aparecendo nos últimos anos em livros, filmes, discos, exposições, peças de teatro e dança, e em conversas e palestras ao redor do mundo. É investigador na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Escreve para adultos, jovens e crianças e publicou diversos livros, incluindo O Cotovelo Kovid (2020), Psyche & Hamlet vão para Hodiohill (2019), Astros e Estrelas – Memórias de um jovem jornalista em Londres (2017), Cidade em transe (2015), Viagem a Minas Gerais (2012), Mobimento – Educação e Comunicação Mobile (2012) – finalista do Prêmio Jabuti 2013 na categoria Educação, Torpedos (2011), Turnê do Encantamento (2009), dentre outros. Organizou e editou dezenas de livros, entre os quais estão obras de Fernando Pessoa, Luís Vaz de Camões, Florbela Espanca, Mário Sá-Carneiro, Camilo Pessanha, João José Cochofel, e títulos como Propostas Novas para Novos Mundos, Coimbra em palavras, Coimbra em imagens, São Paulo em palavras, São Paulo em imagens, Pelas periferias do Brasil: vol. VI, dentre outros.  www.merije.com.br

DADOS DO LIVRO
Título: Conhece-te a ti mesmo – Pensamentos e práticas à procura de novas primaveras
Autor: Wagner Merije
Editora: Aquarela Brasileira Livros
Gênero: Educação, Ensaio
Formato: 11,5 x 15,5 cm
Número de páginas: 52
ISBN: 978-65-86867-08-4
DL: 482521/21
Web: www.aquarelabrasileira.com.br/conhece-te-a-ti-mesmo_wagner-merije
Encomendas livro impresso: faleaquarela@gmail.com

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Pulso da Palavra

PULSO da Palavra_Capa PROMO

Uma publicação potente, com textos e imagens de enorme qualidade, variedade de estilos e de relevância dos conteúdos, que entrará para a História como um importante documento de reflexão.

 

“Pulso da Palavra” reúne produções poéticas de professores e de poetas brasileiros e portugueses que, além de apresentarem seus exercícios poéticos (seus poemas), articulam à poesia outras possibilidades de mediações.

Organizada por Eliane Testa, da Universidade Federal do Tocantins -UFT/UFNT, e Wagner Merije, da Universidade de Coimbra – UC, que também são autores, a publicação conta com as participações de Augusto Niemar, Clarissa Macedo, Maria João Cantinho, Roberto Amaral e Telma Scherer. O prefácio é assinado por Ana Clara Medeiros.

O título, segundo Eliane Testa, estabelece um diálogo com um verso de Vladímir Maiakóvski (1893-1930) “Sei o pulso das palavras”, tomado como fio condutor dos diferentes atravessamentos que a poesia convoca pela potência da “palavra”, pelo seu pulsar atemporal, e de um ponto de vista da linguagem, a palavra poética é sempre inaugural. “Ademais”, completa ela, “este título confere ainda uma singela homenagem àquele que é considerado um dos maiores poetas de todos os tempos”.

Em suas 176 páginas este livro traz à luz movimentos que vertem relações entre a criação e a crítica. São práticas artísticas e linguísticas que nos deslocam para pensar/viver as possibilidades de que um mesmo sujeito é capaz de desdobrar frente a um mundo tornado e contemplado por diversas camadas de experiências de si e/ou de eu-Outros.

É justamente pelo “pulso da palavra” que este volume se debruça, sobretudo, com ímpeto à voz poética, à partilha das “palavras” dos textos e dos poemas numa contemplação da linguagem que se apresenta por vieses distintos: dialeticamente nos ensaios e tensionalmente no texto de poesia. Mas podemos pensar que há desdobramentos para contemplação da língua, em um e outro texto, há configurações de imbricamentos para os diferentes momentos deste livro com vocação para digital (e-book) sem abrir mão de suas qualidades para ser contemplado impresso.

Há tensões e resistências, “oscilações e tremores” (para falarmos em termos de Giorgio Agamben, 2018), continentes nos textos que ora se apresentam, nesta obra, que fazem das palavras, da linguagem devir-fluxos, para (re)ativar um turbilhão de possibilidades de leituras e de reflexões acerca da poesia. E, nesta coletânea de textos, o éthos é a possibilidade da pulsação da linguagem e de suas transreverberações por meios das práticas textuais, nas quais as palavras ocupam o seu direito ao anti(silêncio) à ausência-presença, com seus elos à (re)existências.

Nas palavras de Ana Clara Medeiros, “a palavra galopa, corajosa, neste livro, entre o exercício crítico e o fazer artístico. Por sete veredas, revelam-se professores que são poetas, críticos que são heterônimos, jornalistas que encontram seu lugar no poema, artistas que pintam versos. Facetas múltiplas de quem opera com a palavra como coisa que pulsa: poesia, nossa vida verdadeira”.

Por isso, convidamos a leitora e o leitor a conhecer os diferentes textos que compõe este laboratório coletivo animados pelos “pulsos da palavra”.

O e-book encontra-se disponível para o público geral através de download gratuito aqui:  PULSO_DA_PALAVRA_E-book_FINAL

Ajude a divulgar este projeto entre seus amigos e suas redes de contatos. Partilhe! Que o conhecimento circule livre e acessível para tod&s.

Boas leituras!!

DADOS DO LIVRO

Título: Pulso da Palavra

Organizadores: Eliane Testa, Wagner Merije

Editora: Aquarela Brasileira Livros

Número de páginas: 176

ISBN: 978-65-86867-06-0

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Coleção Portugal em Prosa e Verso

Uma coleção de novos autores e grandes nomes da literatura e das letras de Portugal em edições especiais e muito bem cuidadas, pensadas para novos leitores e todos aqueles que reconhecem a valorosa criação portuguesa.

Coleção Livros Portugal_Aquarela

 

Poesia

31 Poemas Selecionados – Fernando Pessoa

Sonetos – Luís Vaz de Camões

Clepsidra – Camilo Pessanha

Breve – João José Cochofel

 

Narrativas em Prosa

Peregrinação Crioula – Paulo Branco Lima

Origem & Ruína – Paulo Branco Lima

Os Segundos Nomes – Anthony Clown

 

Vários Autores

Coimbra em Palavras

Coimbra em Imagens

 

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Uma mulher qualquer

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Uma mulher qualquer, de Haydée da Cunha Frota, novo título da Aquarela Brasileira Livros: poesia das recordações, do olhar e do não morrer

Este Uma mulher qualquer encontra seu tom já na introdução, um poema narrativo em que o lançamento de um livro se torna um momento para obter a poesia das coisas.

Aqui, a paisagem é poesia, o rio, as árvores, a memória da infância, o pai usando chapéu, as galinhas no terreiro, a cabritinha, as flores, a merendeira de plástico azul, o estojo de lápis. Outra profusão de elementos é dada no poema Imagens da solidão, esse destacado sofrimento sobre o qual a poeta confessa: “Tenho medo”. Em Haydée da Cunha Frota, a solidão se exaspera e se transforma, por exemplo, no poema em que uma tia se recusa a se alimentar por saudades.

A poeta trabalha com o cotidiano, prepara a usinagem do mundo de cada dia com seu modo de ver, usando metáforas para construir a beleza dos versos; noutras vezes, Haydée usa o tecido da prosa, mas embebido de lirismo, como em Fragmentos.

A atenção na vida faz tanto falar dos suicidas e ouvir os gemidos que antecedem a morte quanto celebrar a amizade de duas irmãs e suas escolhas políticas, assim como deixar marcado o compromisso com a resistência: “o chope no Maletta depois das passeatas”. Há uma forte marca de registro dos acontecimentos políticos nos versos, como as manifestações para lembrar um ano do assassinato de Marielle Franco, crime ainda obscuro, quando tantas pistas ligam os nomes dos diretamente envolvidos no crime ao nome da família Bolsonaro, que hoje desgoverna o país.

Rainer Maria Rilke, um mestre, nos ensinou que mesmo que estivéssemos em uma prisão, cujos muros não permitissem que nenhum dos ruídos do mundo chegassem aos nossos ouvidos, teríamos sempre o tesouro das recordações. Haydée traz as recordações, o passado, e traz também o presente.

Neste Uma mulher qualquer, Haydée mostra que a poesia é um modo de olhar e, como deixa claro no último verso deste livro, também é um modo de não morrer.

Por Adriane Garcia

 

DADOS DO LIVRO
Título: Uma mulher qualquer
Autor: Haydée da Cunha Frota
Editora: Aquarela Brasileira Livros
Gênero: Poesia
Formato: 14 x 21 cm
Número de páginas: 64
ISBN: 978-65-86867-00-8
Web: www.aquarelabrasileira.com.br/uma-mulher-qualquer

 

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Visibilidade e Respeitabilidade

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Visibilidade e Respeitabilidade: Memória e luta dos negros nas associações culturais e recreativas de São Paulo (1930-1968), de Maria Aparecida Pinto Silva, novo lançamento da Aquarela Brasileira Livros, discute o racismo em São Paulo, Brasil

 

No início da década de 1950 a UNESCO encomendou a um grupo de cientistas sociais brasileiros um conjunto de pesquisas que abordassem as relações raciais no Brasil, vistas pelo mundo como harmônicas e democráticas. A conclusão desse estudo, porém, revelou exatamente o contrário, evidenciando uma sociedade racista que perpetuava a invisibilidade e marginalização do negro.

Esta obra de Maria Aparecida Pinto Silva, a partir de sua dissertação de mestrado apresentada há 23 anos na PUC de São Paulo, traz à luz essa cruel realidade, desvendando não só o contínuo processo de exclusão do negro, mas também sua resistência e luta para conquistar seu espaço na sociedade, impondo sua visibilidade e respeitabilidade, particularmente na cidade de São Paulo.

A autora nos faz viajar nessa jornada através das memórias de um grupo de interlocutores negros, memórias que se cruzam, formam uma identidade étnica e os legitima como sujeitos de sua própria história, uma história que nos remete à abolição, passando posteriormente para a fundação de ordens religiosas que acabaram originando associações negras, uma imprensa combativa –em especial na década de 1930-, e espaços de cultura e lazer, onde se agregavam e davam uma resposta ao racismo, afirmando-se como um grupo que se fazia visível na mensagem que passava para a sociedade: existimos, temos dignidade e somos respeitáveis.

Conforme declara a autora, “Tenho um carinho muito especial por essa pesquisa que diz muito sobre minha própria trajetória: meus pais, tios e avós foram protagonistas na luta dos negros paulistanos pela sobrevivência material, pela dignidade e espiritualidade. Meu avô foi secretário na Igreja do Rosário por 30 anos, meu pai era da Associação Cultural do Negro, meu tio um dos fundadores do Aristocrata, meu tio avô era do KWY e seus amigos do Royal… a lista não termina…”

Hoje o debate sobre a questão racial é urgente, é pauta de todos os meios de comunicação. A leitura deste trabalho se torna extremamente pertinente, já que vivemos um momento histórico no qual, mais do que nunca, os negros se rebelam contra o racismo e se colocam como protagonistas e narradores de sua história, comumente contada pelo branco.

 

SOBRE A AUTORA
Maria Aparecida Pinto Silva é graduada em Ciências Sociais e especialista em Antropologia pela UNICAMP. Tem o mestrado e o doutorado pela PUC de São Paulo. É professora universitária desde 1988 e professora aposentada da rede pública do Estado de São Paulo. Seus estudos desde a graduação foram pautados pela questão étnica: estudou o baile negro Chic Show, as Associações Culturais e Recreativas de São Paulo e por último na academia desenvolveu a tese sobre o jornal “A Voz da Raça”, da Frente Negra Brasileira. Atualmente dedica-se ao estudo do continente africano.

 

DADOS DO LIVRO
Título: Visibilidade e Respeitabilidade: Memória e luta dos negros nas associações culturais e recreativas de São Paulo (1930-1968)
Autor: Maria Aparecida Pinto Silva
Editora: Aquarela Brasileira Livros
Gênero: Prosa, Poesia
Formato: 14 x 21 cm
Número de páginas: 144
ISBN: 978-65-86867-04-6
Web: www.aquarelabrasileira.com.br/visibilidade-e-respeitabilidade

 

Aquarela Brasileira Livros
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Livros na FNAC

E chegámos à FNAC!

Os romances Origem e Ruína – lançado no Brasil com apoio da DGLAB – e Peregrinação Crioula – selecionado para o Prêmio Oceanos 2020 -, de autoria do escritor português de origem angolana, Paulo Branco Lima, já se encontram à venda na FNAC do Fórum de Coimbra, ficando disponíveis também, por encomenda, nas restantes lojas FNAC de Portugal.

São ótimas companhias de verão! E para toda hora de leitura!

Datas de apresentação nestes espaços a anunciar brevemente!

Você também pode encomendar estes e outros títulos da Aquarela Brasileira Livros pelo e-mail faleaquarela@gmail.com , que enviamos os livros para sua casa ou outra morada.

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