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BRASIL E PORTUGAL: UMA PARADIDÁTICA DA HISTÓRIA

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Podíamos dissertar sobre as “ralações” entre Brasil e Portugal, mas será mais diplomático e simpático considerar que, nos imbróglios de uma relação longa, violenta, muito tormentosa e amarga, tem existido motivos para festejar e aproximar os povos dos dois países. E convém lembrar que o Brasil acolheu, depois da sua independência, muitas levas de emigrantes que foram para ganhar a vida e ali ficaram prisioneiros do gostoso fascínio ou, então, regressaram para se alçarem a outros voos. Aconteceu com o meu avô materno, Manuel António Pires, há mais de um século, que aqui homenageio, porque voltou ao Alto Minho com as ideias bem mais vastas e arejadas.

O livro de Wagner Merije não escolhe exclusivamente empatias nem contorna crueldades, porque a opção foi a de mostrar, tanto quanto possível, factos objetivos, apresentados sem complexidade teórica, mas com o sentido pedagógico de ser claro na explicação da formação social brasileira e na constituição do patriotismo abrangente, sublinhando o processo de exclusão e marginalização de largas maiorias étnicas, indígenas, afro-brasileiras ou outras. Acredito que o livro foi pensado para ser lido sobretudo pelos portugueses e, por maioria de razões utilitárias, pelos estudantes e outros leitores que demandam Portugal para estudar e viver, incluindo os imigrantes e estudantes Erasmus, já que, na senda de tantos brasileiros ilustres, também Wagner Merije veio até Coimbra – talvez, quem sabe?, para além de fazer um doutoramento – num gesto (in)consciente de se encontrar com as “raízes” fulcrais da constituição do seu próprio ser, como sujeito, cidadão e sonhador.

O facto de ser mineiro talvez ajude a explicar o caráter bastante central da sua indagação desde a Inconfidência Mineira, e do que ela representou como charneira para o surgimento do novo país no novo (antiquíssimo) mundo, até à República, principalmente. Acresce ainda outro motivo de interesse para esta edição aqui no retângulo e suas ilhas ao largo do Atlântico, que é haver insuficientes publicações deste género, em Portugal, ou mesmo inexistentes, destes pequenos manuais de iniciação histórica ao Brasil, do seu processo de engrandecimento, que sejam ainda mais breves, simples e factuais do que aqueles à maneira de Bueno ou de Priori.

Nunca se pode esquecer que o Brasil é um país-quase-continente, subcontinental, gigante para a noção portuguesa, e, portanto, convém tomar sempre em linha de conta que somente foi possível manter essa colónia através da opressão (da humanidade) de outras etnias, do extermínio de populações primogénitas e da construção violenta de uma nova nação à custa de repressão e imposições imperiais, em todos os domínios, mas sobretudo quanto ao trabalho da escravidão e do trabalho assalariado de mão-de-obra baratíssima, que incluiu também milhares e milhares de imigrantes. Portanto, sem amaciar a virulência da história, das suas tragédias, este livro pretende igualmente chamar a atenção – creio que mais dos leitores brasileiros – para o contributo incontornável da colonização portuguesa no que tangeu ao erguer de um novo Estado-nação, com uma unidade visivelmente invejável por parte dos seus vizinhos de língua espanhola. Merije usa o termo de “matriz” para essa base de apropriação do território, estabelecimento do poder imperial e imposição de uma cultura oficial, dominante – no sentido de poder económico, político e social -, que, através dos vários ciclos económicos e criação de capitanias, forjou uma comunidade imaginada de pessoas, grupos sociais, económicos e culturais supostamente criadores e herdeiros de uma nova ordem proclamada, finalmente, como sendo o Brasil, após outras designações e vicissitudes formidáveis.

Como tudo no Brasil tende para o gigantesco, o excessivo e a impulsividade, desde a quantidade de cidadãos à extensão dos Estados da Federação, passando pela música e outras artes, sem esquecer, nunca, a capacidade produtiva da indústria, do comércio e da agricultura, assim como a ação política, as catástrofes, o crime, a violência policial, a fome ou o desmatamento da Amazónia, compreende-se que Merije tenha desejado explicar – sem o afirmar de modo explícito – que o Brasil atual é o resultado (o ponto de chegada) de séculos de violência e de apropriação galopante das riquezas da colónia e do país pelos poderosos mandatados pela Coroa e, depois, pelas oligarquias e burguesias possidentes, que foram administrando a seu bel-prazer o que, na verdade, não lhes pertencia, mas que agarraram com ambas as mãos fincadas no poder das armas.

O livro, organizado em parágrafos curtos ou, no máximo, com três ou quatro páginas, apresenta-se como um volume de factos históricos que ajudam a explicar o Brasil, contendo algumas curiosidades habitualmente desconhecidas do chamado grande público e até aspetos mirabolantes das ligações entre o Brasil e Portugal, mas que sugerem pontes a retomar, pontos a desenvolver, contrapontando, por vezes, com a malícia da narração histórica, surpreendentes oposições que mais parecem interligações de amor-ódio.

Não deixa de ser um preito ao pequeno país da orla ocidental da Europa que se atreveu, pela necessidade e ganância, a fincar os pés na terra-longe e criar as bases de uma nova pátria. Que o seu trabalho contribua para a compreensão e aproximação entre os povos, no que parece ser um modo de reconhecimento das familiaridades envolvidas neste nosso processo histórico, de que devemos cultivar a memória esclarecedora.

Coimbra, 25 de abril de 2022.

Pires Laranjeira, n. em 1950, em Melgaço, mas foi criado em Rio Tinto e no Porto. Professor Jubilado (2020) e Membro vitalício da Universidade de Coimbra (onde lecionou durante 40 anos), é investigador do Centro de Literatura Portuguesa/FCT (FLUC). Dedicou-se principalmente aos estudos de literaturas e culturas africanas, desde há 50 anos. Jornalista, crítico e ensaísta, publicou centenas de textos, desde 1965, em mais de 130 revistas, jornais e livros publicados em vários países, com traduções em diversas línguas, desde o francês, inglês, espanhol e alemão, ao hindi, coreano e mandarim. Publicou vários livros de estudos, destacando-se: Antologia da poesia pré-angolana (1976), Literatura calibanesca (1987), De letra em riste (1992), A negritude afric. de língua portuguesa (1995), Literaturas afric. de exp. portuguesa (org.) (1995), Negritude afric. de língua portuguesa. Textos de apoio (1947-1963) (2000), Estudos afro-literários (2001), Cinco povos, cinco nações. Est. de lit. afric. (org.) (2007), A noção de ser. Textos escolhidos sobre a poesia de Agostinho Neto (org.) (2014). Autor de livros de poesia, expôs desenhos e fotografias e participou na organização de programas de divulgação de literatura na rádio e televisão, colóquios e conferências, júris literários e recitais, sobretudo em Portugal, Brasil, Angola e Espanha.

*Datas de lançamento e apresentação serão anunciadas em breve

VAMOS CONVERSAR COM JOANA BÉRTHOLO

VAMOS CONVERSAR é uma série de conversas com personalidades da literatura

 

Joana Bértholo_crédito_Mário Melo Costa
Joana Bértholo_crédito_Mário Melo Costa

A convidada de fevereiro é Joana Bértholo, escritora e criadora cênica.

No dia 10 de fevereiro de 2022 o Centro Cultural Penedo da Saudade, do Instituto Politécnico de Coimbra, dá prosseguimento ao projeto Vamos Conversar, um ciclo de conversas e debates com personalidades da literatura.

O projeto visa estimular reflexões sobre a cultura e a educação, dar ao público oportunidade de conhecer a obra e o pensamento de grandes escritores, e que o debate gere conhecimento e transformação.

Já participaram como convidados os escritores Onésimo Teotónio Almeida, Richard Zimler, Maria João Cantinho, António Carlos Cortez, Elisa Lucinda, Rosa Oliveir,a Minês Castanheira e Carlos Nuno Granja.

Trata-se de uma realização do Centro Cultural Penedo da Saudade e co-organização da Aquarela Brasileira Multimedia, com mediação de Wagner Merije.

Vamos Conversar – Literatura, Ecologia e Fim do Mundo: Uma conversa com Joana Bértholo

A conversa foi transmitida em directo para todo o mundo pelo facebook do Centro Cultural Penedo da Saudade.

 

Sobre a convidada
Joana Bértholo — Nasceu em Lisboa em 1982. É licenciada em Design de Comunicação na Faculdade de Belas-Artes de Lisboa; e doutorada em Estudos Culturais pela European University Viadrina, na Alemanha. Em paralelo à criação literária, escreve para dança e para teatro.
Tem vários romances, livros de contos e um livro infantil publicados na Editorial Caminho; bem como outros livros noutras editoras, com destaque para a Dois Dias Edições, Nova Mymosa e INCM. Em 2005 foi finalista do prémio Jovens Criadores. Em 2009, o primeiro romance “Diálogos Para o Fim do Mundo” ganhou o Prémio Maria Amália Vaz de Carvalho; em 2018, “O Museu do Pensamento” recebeu o Prémio de Melhor Livro Infantil do Festival Literário de Fátima e também da Sociedade Portuguesa de Autores (Prémio SPA). O seu último romance, “Ecologia”, foi finalista dos mais importantes prémios literários nacionais (APE, PEN Clube, DST, Casino da Póvoa, etc) e semifinalista do Prémio Oceanos.*
Em 2020, Joana Bértholo foi a autora selecionada para representar a literatura portuguesa na Noite da Literatura Europeia.
O seu próximo romance, “A História de Roma”, está previsto para o início de 2022, com a Editorial Caminho.
Outros projectos e publicações: www.unscratchable.info

Sobre o Centro Cultural Penedo da Saudade
Inaugurado em 18 de janeiro de 2019 e integrado no projeto cultural do Instituto Politécnico de Coimbra, o Centro Cultural Penedo da Saudade tem como objetivo primordial contribuir para o enriquecimento cultural da comunidade deste Instituto numa complementaridade do que é já a produção cultural das suas unidades orgânicas. Também visa promover a partilha de eventos culturais e artísticos em Coimbra, quer através do reforço da divulgação quer, mesmo, através de intercâmbios. Encontra-o na zona do Penedo da Saudade, com uma bela vista da cidade.

Sobre o mediador
Wagner Merije é jornalista, escritor, editor e gestor cultural envolvido com projetos ligados à cultura, educação e meio ambiente em países como Brasil, Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Itália e Estados Unidos. É investigador na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Como jornalista, passou por redes de TVs, rádios, jornais, revistas e sites no Brasil, Inglaterra e Portugal. Escreve para todas as idades e tem 11 livros publicados de poesia, ficção e não ficção, entre os quais estão Conhece-te a ti mesmo – Pensamentos e práticas à procura de novas primaveras (2021), O Cotovelo Kovid (2020), Psyche & Hamlet vão para Hodiohill (2019), Astros e Estrelas – Memórias de um jovem jornalista em Londres (2017), Cidade em transe (2015), Viagem a Minas Gerais (2012),  Mobimento – Educação e Comunicação Mobile (2012) – finalista do Prêmio Jabuti 2013 na categoria Educação, Torpedos (2011), Turnê do Encantamento (2009). Como editor, publicou obras de Luís Vaz de Camões, Fernando Pessoa, Florbela Espanca, Mário de Sá-Carneiro, Camilo Pessanha, João José Cochofel, entre outros, e títulos como Coimbra em Palavras, Coimbra em Imagens, São Paulo em Palavras, São Paulo em Imagens, Propostas Novas para Novos Mundos, entre outros. + info: www.merije.com.br 

Outras conversas: www.aquarelabrasileira.com.br/vamos-conversar

Informações:
www.aquarelabrasileira.com.br/vamos-conversar-com-joana-bertholo

faleaquarela@gmail.com

VAMOS CONVERSAR COM CARLOS NUNO GRANJA

VAMOS CONVERSAR é uma série de conversas com personalidades da literatura
Carlos Nuno Granja

O convidado de dezembro do VAMOS CONVERSAR é Carlos Nuno Granja, escritor, professor e activista cultural.

No dia 13 de janeiro de 2022 o Centro Cultural Penedo da Saudade, do Instituto Politécnico de Coimbra, dá prosseguimento ao projeto Vamos Conversar, um ciclo de conversas e debates com personalidades da literatura.

O projeto visa estimular reflexões sobre a cultura e a educação, dar ao público oportunidade de conhecer a obra e o pensamento de grandes escritores, e que o debate gere conhecimento e transformação.

Já participaram como convidados os escritores Onésimo Teotónio Almeida, Richard Zimler, Maria João Cantinho, António Carlos Cortez, Elisa Lucinda, Rosa Oliveira e Minês Castanheira.

Trata-se de uma realização do Centro Cultural Penedo da Saudade e co-organização da Aquarela Brasileira Multimedia, com mediação de Wagner Merije.

Vamos Conversar – Literatura, Bibliotecas e Activismo Cultural: Uma conversa com Carlos Nuno Granja

A conversa foi transmitido em directo para todo o mundo pelo facebook do Centro Cultural Penedo da Saudade

 Sobre o convidado
Carlos Nuno Granja nasceu em Ovar no outono de 1975. Começou a escrever poemas aos 9 anos e aos 11 anos recebeu uma máquina de escrever. É professor do 1° ciclo de escolaridade há 22 anos. Exercendo há dois anos as funções de Professor Bibliotecário. Depois de fazer a Licenciatura para a docência no Ensino Básico- variante de Português e Inglês, na Escola Superior de Educação de Viseu, regressou aos estudos, 20 anos mais tarde, para frequentar o Mestrado em Estudos Clássicos na Faculdade de Letras de Coimbra. Fez uma Pós Graduação em Leitura, Aprendizagem e Integração das Bibliotecas nas Atividades Educativas na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto. Está a frequentar o Doutoramento em Estudos Literários na Universidade de Aveiro e está a redigir dissertação na mesma Universidade para o Mestrado em Educação e Formação- ramo de Administração e Políticas Educativas. É formador certificado pelo Conselho Científico-Pedagógico de Formação Contínua na área das bibliotecas, da literatura e do português. O seu gosto pela escrita abrange todos os géneros, tendo 24 livros publicados (entre poesia, crónicas e literatura para a infância) nos 9 anos que leva de vida literária. É o programador do Festival Literário de Ovar desde a sua primeira edição e organiza eventos literários e culturais no Museu de Ovar e na Casa do Povo de Ovar. Participou em inúmeros eventos literários – festivais, feiras do livro e tertúlias. Moderou mesas de conversa entre escritores e diversos agentes do meio literário. É dinamizador de vários eventos culturais, sendo tido como “activista cultural”, expressão que lhe agrada pela simplicidade que a mesma transporta, quando se trabalha por paixão. Tem um programa de rádio sobre literatura na AV FM (A ler é que a gente se ouve) e um programa sobre a atualidade com diversos convidados ao longo do mês (Sobre tudo e sobre nada). Cometeu a loucura de abrir uma livraria em Ovar (Doninha Ternurenta). Tem colaborado com jornais locais (João Semana e Praça Pública) e com vários blogues e revistas relacionados com a literatura. Publicou um artigo no Jornal Público na sua edição de 17 de abril de 2020, no último dia da cerca sanitária de Ovar, precisamente o tema do seu texto. A paixão pelos livros, sempre incompleta, é uma forma de acreditar no mundo e nas pessoas, e de duvidar de todas as certezas.
Publicado anteriormente:

  • Sentimentos in Versos, 2012 (ed. autor, poesia);
  • A força motriz da minha pena em flor, 2012 (Corpos Editora, poesia);
  • Poemas de prateleira em fotografias de máquina ligeira, 2013 (ed. autor, fotografia e poesia, com div. exposições);
  • Pressa de partir e voltar a colar, 2013 (ed. autor, poesia ;
  • O fato e a gravata, 2013 (Edições Vieira da Silva, literatura infantil ;
  • Estudos de alma e conclusões, 2013 (Esfera do Caos Editores, poesia ;
  • A zanga das letras comadres, 2013 (Editora Opera Omnia, literatura infantil);
  • Rimas numa folha de alface, 2013 (Alfarroba Edições, literatura infantil);
  • Manifesto Anticrise, 2013 (Edições Vieira da Silva, colectânea de poesia);
  • Poesia Objectiva, 2013, em co-autoria com José Fangueiro (Alfarroba Edições, poesia com fotografia);
  • Terras vividas e sonhadas, 2013 (Esfera do Caos Editores, colectânea de poesia);
  • Chegaste primeiro, 2014 (Editora Livros de Ontem, poesia);
  • O cágado voador que queria ser aviador, 2014 (Alfarroba Edições, literatura infantil);
  • Contigo para sempre, 2014 (Esfera do Caos Editores, colectânea de poesia);
  • O Rei Belarmino não é tenor, 2014 (Editora Opera Omnia, literatura infantil);
  • Rima, rimão, rimonada, 2014 (Alfarroba Edições, literatura infantil);
  • O Doutor Grilo, 2015 (Editora Opera Omnia, literatura infantil);
  • Rádio Pirata, 2016 (Editora Livros de Ontem, poesia);
  • A história engraçada de uma biblioteca abandonada, 2016 (Editora Opera Omnia, literatura infantil);
  • A raposinha matreira tornou-se cantadeira, 2016 (Editora Opera Omnia, literatura infantil);
  • Também há abutres a planar no paraíso, 2018 (Editora Livros de Ontem, poesia).
  • A trompa dourada do elefante gigante, 2019 (Acento Tónico Editora, literatura infantil)
  • O bobo da sorte da princesa Donzília, 2019 ((Acento Tónico Editora, literatura infantil)
  • Antologia de Contos Originais, 2020, Mancelos, João de, coord. (Edições Colibri, conto) 
  • Propostas Novas para Novos Mundos, 2020, Merije, Wagner, coord., e-book, (Aquarela Brasileira, conto)
  • Poemas numa teia para noites de lua cheia, 2020 (edição de autor, literatura infantil)
  • Poemas de mão cheia para ler antes da ceia, 2020 (edição de autor, literatura infantil)
  • Sinais da Quarentena –  Um quase diário da estranheza do mundo, 2020 (edição de autor, literatura infantil)
  • Haicais que tais – para miúdos e graúdos, 2020 (Doninha Ternurenta Editora, literatura infantil)
  • A poeirenta luz do futuro opaco, 2021 (Busílis, poesia)
  • Os resquícios de um meteorito no hemisfério invertido, 2021, com desenhos de Emerenciano(Busílis, poesia)

Sobre o Centro Cultural Penedo da Saudade
Inaugurado em 18 de janeiro de 2019 e integrado no projeto cultural do Instituto Politécnico de Coimbra, o Centro Cultural Penedo da Saudade tem como objetivo primordial contribuir para o enriquecimento cultural da comunidade deste Instituto numa complementaridade do que é já a produção cultural das suas unidades orgânicas. Também visa promover a partilha de eventos culturais e artísticos em Coimbra, quer através do reforço da divulgação quer, mesmo, através de intercâmbios. Encontra-o na zona do Penedo da Saudade, com uma bela vista da cidade.

Sobre o mediador
Wagner Merije é jornalista, escritor, editor e gestor cultural envolvido com projetos ligados à cultura, educação e meio ambiente em países como Brasil, Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Itália e Estados Unidos. É investigador na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Como jornalista, passou por redes de TVs, rádios, jornais, revistas e sites no Brasil, Inglaterra e Portugal. Escreve para todas as idades e tem 11 livros publicados, de poesia, ficção e não ficção, entre os quais estão Conhece-te a ti mesmo – Pensamentos e práticas à procura de novas primaveras (2021), O Cotovelo Kovid (2020), Psyche & Hamlet vão para Hodiohill (2019), Astros e Estrelas – Memórias de um jovem jornalista em Londres (2017), Cidade em transe (2015), Viagem a Minas Gerais (2012),  Mobimento – Educação e Comunicação Mobile (2012) – finalista do Prêmio Jabuti 2013 na categoria Educação, Torpedos (2011), Turnê do Encantamento (2009). Como editor, publicou obras de Luís Vaz de Camões, Fernando Pessoa, Florbela Espanca, Mário de Sá-Carneiro, Camilo Pessanha, João José Cochofel, entre outros, e títulos como Coimbra em Palavras, Coimbra em Imagens, São Paulo em Palavras, São Paulo em Imagens, Propostas Novas para Novos Mundos, entre outros.

Outras conversas: www.aquarelabrasileira.com.br/vamos-conversar

Informações:
faleaquarela@gmail.com

VAMOS CONVERSAR com Elisa Lucinda

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VAMOS CONVERSAR é uma série de conversas com personalidades da literatura

No dia 14 de outubro de 2021 o Centro Cultural Penedo da Saudade, do Instituto Politécnico de Coimbra, dá prosseguimento ao projeto Vamos Conversar, um ciclo de conversas e debates com personalidades da literatura.

O projeto visa estimular reflexões sobre a cultura e a educação com o objetivo de potencializar novos fluxos de interação e criação nesta tão importante e admirada cidade. Também busca fazer desses encontros ágoras de troca de ideias entre os convidados e o público, de modo que todos sintam-se acolhidos e valorizados, e que o debate gere conhecimento e transformação.

Nos meses anteriores já participaram como convidados os escritores Richard Zimler, António Carlos Cortez, Maria João Cantinho e Rosa Oliveira.

Trata-se de uma realização do Centro Cultural Penedo da Saudade e co-organização da Aquarela Brasileira Multimedia, com mediação de Wagner Merije.

A convidada de outubro é Elisa Lucinda, poeta brasileira, atriz, cantora, jornalista e professora.

Vamos Conversar – Literatura, Arte e Resistência: Uma conversa com Elisa Lucinda - poeta, atriz, cantora, jornalista e professora.

Dia: 14 outubro 2021 – Quinta-feira – Hora: 18:30 (Hora de Lisboa)
A conversa foi transmitida  em direto para todo o mundo pelo facebook do Centro Cultural Penedo da Saudade (www.facebook.com/centroculturalpenedosaudade) e em streaming pelo Zoom.

 Sobre a convidada 
Elisa Lucinda é poeta, atriz, cantora, jornalista e professora. Tem 19 livros publicados. Uma das poetas brasileiras mais celebradas no Brasil e fora, é autora dos livros de poesia Eu te amo e suas estreias, A fúria da beleza, O semelhante, entre outros. Com seu romance de estréia, Fernando Pessoa, o cavaleiro de nada, uma fenomenal obra sobre a vida e trajetória do inventivo poeta português, foi finalista do prêmio São Paulo de Literatura em 2015. É também autora teatral e de livros infantis. Há décadas é responsável por projetos que popularizam a poesia entre jovens. Reconhecida internacionalmente como atriz de teatro, novelas e cinema, em 2020 recebeu o Prêmio Especial do Júri do Festival de Cinema de Gramado pelo conjunto da obra. Militante em prol da liberdade e da democracia, é uma das mais importantes vozes da Campanha pela Erradicação do Racismo no Brasil, tendo sido agraciada em 2010 com o Prêmio Raça Negra.

Sobre o Centro Cultural Penedo da Saudade
Inaugurado em 18 de janeiro de 2019 e integrado no projeto cultural do Instituto Politécnico de Coimbra, o Centro Cultural Penedo da Saudade tem como objetivo primordial contribuir para o enriquecimento cultural da comunidade deste Instituto numa complementaridade do que é já a produção cultural das suas unidades orgânicas. Também visa promover a partilha de eventos culturais e artísticos em Coimbra, quer através do reforço da divulgação quer, mesmo, através de intercâmbios. Encontra-o na zona do Penedo da Saudade, com uma bela vista da cidade.

Sobre o mediador 
Wagner Merije é jornalista, escritor, editor e gestor cultural envolvido com projetos ligados à cultura, educação e meio ambiente em países como Brasil, Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Itália e Estados Unidos. É investigador na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Como jornalista, passou por redes de TVs, rádios, jornais, revistas e sites no Brasil, Inglaterra e Portugal. Escreve para todas as idades e tem onze livros publicados, de poesia, ficção e não ficção, entre os quais estão Conhece-te a ti mesmo – Pensamentos e práticas à procura de novas primaveras (2021), O Cotovelo Kovid (2020), Psyche & Hamlet vão para Hodiohill (2019), Astros e Estrelas – Memórias de um jovem jornalista em Londres (2017), Cidade em transe (2015), Viagem a Minas Gerais (2012),  Mobimento – Educação e Comunicação Mobile (2012) – finalista do Prêmio Jabuti 2013 na categoria Educação, Torpedos (2011), Turnê do Encantamento (2009). Como editor, publicou obras de Luís Vaz de Camões, Fernando Pessoa, Florbela Espanca, Mário de Sá-Carneiro, Camilo Pessanha, João José Cochofel, entre outros, e títulos como Coimbra em Palavras, Coimbra em Imagens, São Paulo em Palavras, São Paulo em Imagens, Propostas Novas para Novos Mundos, entre outros.

 

Outras conversas: www.aquarelabrasileira.com.br/vamos-conversar

Informações: faleaquarela@gmail.com

Cena Literária, Os livros e seus autores – 1ª edição

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CENA LITERÁRIA

(Coimbra), Os livros e seus autores

Cena Literária – Os livros e seus autores é um projeto para promover a literatura, os livros e seus autores.

A programação conta com autores diversos e livros encantadores.

 

1ª Edição

Dia 26/09/2021 – Domingo

Local: Grémio Operário de Coimbra

Rua da Ilha, 12 – Sé Velha, Coimbra, Portugal

Entrada livre

 

Programação

Sessão de histórias

Cátia da Livraria Faz de Conto – 11h00 às 11h30 – (inscrição antecipada)

Encontro com autores

Anthony Clown – “Personagens de Coimbra” – a partir do romance “Os Segundos Nomes” (Aquarela Brasileira Livros) – 17h00 às 17h30

Vera Pedroso de Lima – “Curiosidades pelas pessoas e as palavras” – a partir do poemário “Dentro de mim” (Edições Icreate, 2021) – 17h30 às 18h00

Paulo Branco Lima – “Raízes ao mundo” – a partir dos romances “Peregrinação Crioula” e “Origem e Ruína” (Aquarela Brasileira Livros) – 18h00 às 18h30

João Rasteiro – “A secura tem os teus olhos a fazer de sol” – a partir da sua antologia “Ofício Poesia: 2000-2020” (Porto Editora, 2021) – 18h30 às 19h00

Mediação: Wagner Merije (Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra)

Performance

“Ser Florbela Espanca” é uma performance lítero-cênico-musical inspirado no “Livro de Mágoas” que propõe uma abordagem da humanidade pelo olhar de Florbela Espanca.
Com Filomena Ferreira, Rita Gomes, Sónia Gonçalves e Vera Pedroso de Lima – 19h15 às 19h40

Feira de Livros (alto patrocínio da Imprensa da Universidade de Coimbra)

 

Organização: Grémio Operário de Coimbra

Apoios: União de Freguesias de Coimbra e Be Coimbra

Parceiro institucional: Republica Portuguesa / Cultura

Parceiros media: Diário de Coimbra e Rádio Universidade de Coimbra

Produção: Aquarela Brasileira e Motivos Alternativos

Fotografias: João Duarte

  

 

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VAMOS CONVERSAR com Richard Zimler

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VAMOS CONVERSAR é uma série de conversas com personalidades da literatura

No dia 08 de julho de 2021 o Centro Cultural Penedo da Saudade, do Instituto Politécnico de Coimbra, dá prosseguimento ao projeto Vamos Conversar, um ciclo de conversas e debates com personalidades da literatura.
O projeto visa estimular reflexões sobre a cultura e a educação com o objetivo de potencializar novos fluxos de interação e criação nesta tão importante e admirada cidade. Também busca fazer desses encontros ágoras de troca de ideias entre os convidados e o público, de modo que todos sintam-se acolhidos e valorizados, e que o debate gere conhecimento e transformação.
Trata-se de uma realização do Centro Cultural Penedo da Saudade e co-organização da Aquarela Brasileira Multimedia.
O convidado de julho é Richard Zimler, escritor, jornalista, professor.

Vamos Conversar – Literatura, Vidas e Espelhos: Uma conversa com Richard Zimler – escritor, jornalista, professor
Dia: 08 julho 2021 – Hora: 18:00 (Lisboa)

A conversa foi transmitida  em direto pelo facebook do Centro Cultural Penedo da Saudade (www.facebook.com/centroculturalpenedosaudade) e em streaming pelo Zoom.

Sobre o convidado
Richard Zimler nasceu em 1956. Fez um bacharelato em religião comparada na Duke University (1977) e um mestrado em jornalismo na Stanford University (1982). Trabalhou como jornalista durante oito anos, principalmente na região de San Francisco, Estados Unidos. Em 1990, foi viver para o Porto, onde foi professor de jornalismo durante 16 anos, primeiro na Escola Superior de Jornalismo e depois na Universidade do Porto. Nos últimos 23 anos, publicou 11 romances, uma colectânea de contos e cinco livros infantis, que depressa entraram nas listas de bestsellers de vários países (Portugal, Brasil, EUA, Inglaterra, Itália, etc…). Os seus livros editados em Portugal – por ordem cronológica – são: O Último Cabalista de Lisboa, Trevas de Luz, Meia-Noite ou o Princípio do Mundo, Goa ou o Guardião da Aurora, À Procura de Sana, A Sétima Porta, Confundir a Cidade com o Mar (colectânea de contos), Dança Quando Chegares ao fim (livro para crianças), Os Anagramas de Varsóvia, Ilha Teresa, Hugo e Eu e as Mangas de Marte (livro para crianças), A Sentinela, Se Eu Fosse (livro para crianças), O Evangelho Segundo Lázaro, O Cão Que Comia a Chuva (livro para crianças), Maria e Danilo e o Mágico Perdido (livro para crianças) e Os Dez Espelhos de Benjamin Zarco. Vários livros seus fazem parte do Plano Nacional de Leitura, incluindo Dança Quando Chegares ao Fim, Se Eu Fosse e O Cão que Comia a Chuva. Zimler já ganhou diversos prémios, incluindo o National Endowment of the Arts Fellowship in Fiction (EUA) em 1994 e o Prémio Herodotus (EUA) para o melhor romance histórico em 1998. O prémio literário Alberto Benveniste 2009 foi atribuído a Zimler pela obra Goa ou o Guardião da Aurora. O prémio foi criado para galardoar um romance (publicado em francês) que se enquadra no programa do Centro Alberto Benveniste (Estudos Judeus-Sefarditas). Os Anagramas de Varsóvia foi nomeado o Melhor Livro de 2009 pela revista LER e também pelos alunos das escolas secundárias de Portugal (Prémio Marquês de Ouro). O Evangelho Segundo Lázaro foi nomeado um dos melhores romances do ano pelas livrarias FNAC e Bertrand. Cinco dos seus romances foram nomeados para o Dublin
International Literary Prize, um dos mais importantes do mundo anglo-saxónico. Zimler também organizou uma antologia de contos para beneficiar Save the Children e os seus programas (no caso de Portugal, para beneficiar os programas nos PALOP). A versão portuguesa inclui contos de Richard Zimler, Mia Couto, Lídia Jorge, Margaret Atwood, Nadine Gordimer, Ali Smith, Markus Zusak, Junot Díaz e 20 outros ficcionistas. Já proferiu mais de 500 conferências sobre a sua escrita e a cultura
judaica, em escolas, museus, bibliotecas, livrarias, sinagogas e auditórios públicos em mais do que 15 países, incluindo os EUA, Inglaterra, Austrália, Portugal, França e Brasil. Em 2009, Zimler escreveu o guião para O Espelho Lento, uma curta-metragem baseada num dos seus contos. O filme foi realizado no verão de 2009 pela realizadora sueca-portuguesa Solveig Nordlund e venceu o prémio de melhor filme dramático no Festival de Curtas-Metragens de Nova Iorque em Maio de 2010.

 

Sobre o Centro Cultural Penedo da Saudade
Inaugurado em 18 de janeiro de 2019 e integrado no projeto cultural do Instituto Politécnico de Coimbra, o Centro Cultural Penedo da Saudade tem como objetivo primordial contribuir para o enriquecimento cultural da comunidade deste Instituto numa complementaridade do que é já a produção cultural das suas unidades orgânicas. Também visa promover a partilha de eventos culturais e artísticos em Coimbra, quer através do reforço da divulgação quer, mesmo, através de intercâmbios. Encontra-o na zona do Penedo da Saudade, com uma bela vista da cidade.

Sobre o mediador
Wagner Merije é jornalista, escritor, editor e gestor cultural envolvido com projetos ligados à cultura, educação e meio ambiente em países como Brasil, Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Itália e Estados Unidos. É investigador na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Como jornalista, passou por redes de TVs, rádios, jornais, revistas e sites no Brasil, Inglaterra e Portugal. Escreve para todas as idades e tem onze livros publicados, de poesia, ficção e não ficção, entre os quais estão Conhece-te a ti mesmo – Pensamentos e práticas à procura de novas primaveras (2021), O Cotovelo Kovid (2020), Psyche & Hamlet vão para Hodiohill (2019), Astros e Estrelas – Memórias de um jovem jornalista em Londres (2017), Cidade em transe (2015), Viagem a Minas Gerais (2012), Mobimento – Educação e Comunicação Mobile (2012) – finalista do Prêmio Jabuti 2013 na categoria Educação, Torpedos (2011), Turnê do Encantamento (2009). Como editor, publicou obras de Luís Vaz de Camões, Fernando Pessoa, Florbela Espanca, Mário de Sá-Carneiro, Camilo Pessanha, João José Cochofel, entre outros, e títulos como Coimbra em Palavras, Coimbra em Imagens, São Paulo em Palavras, São Paulo em Imagens, Propostas Novas para Novos Mundos, entre outros.

Outras conversas: www.aquarelabrasileira.com.br/vamos-conversar

Informações:
faleaquarela@gmail.com

VAMOS CONVERSAR com Rosa Oliveira

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VAMOS CONVERSAR é uma série de conversas com personalidades da literatura

No dia 17 de junho de 2021 o Centro Cultural Penedo da Saudade, do Instituto Politécnico de Coimbra, dá prosseguimento ao projeto Vamos Conversar, um ciclo de conversas e debates com personalidades da literatura.

O projeto visa estimular reflexões sobre a cultura e a educação com o objetivo de potencializar novos fluxos de interação e criação nesta tão importante e admirada cidade. Também busca fazer desses encontros ágoras de troca de ideias entre os convidados e o público, de modo que todos sintam-se acolhidos e valorizados, e que o debate gere conhecimento e transformação.

Trata-se de uma realização do Centro Cultural Penedo da Saudade e co-organização da Aquarela Brasileira Multimedia.

A convidada de junho é Rosa Oliveira, professora, ensaísta e poeta.

 

Vamos Conversar – Literatura, Cores e Delicadezas: Uma conversa com Rosa Oliveira – professora, ensaísta e poeta

Dia: 17 junho 2021 – Hora: 18:00 (Lisboa)
A conversa foi transmitida em direto pelo facebook do Centro Cultural Penedo da Saudade (www.facebook.com/centroculturalpenedosaudade) e em streaming pelo Zoom.

Sobre a convidada 
Rosa Oliveira nasceu em Viseu, em 1958.
Publicou os ensaios Paris 1937 e Tragédias Sobrepostas: Sobre «O Indesejado» de Jorge de Sena.
Foi leitora na Universidade de Barcelona e é professora no ensino superior politécnico.
cinza, o seu primeiro livro de poesia (Tinta-da-China, 2013), foi galardoado com o Prémio PEN Clube Primeira Obra.
tardio, Tinta-da-China em 2017, obteve o Prémio Literário Fundação Inês de Castro 2017.
errático, foi igualmente publicado pela Tinta-da-China em 2020.
Desvio-me da bala que chega todos os dias foi editada pela (não)edições em janeiro de 2021.
A antologia Natureza quase viva editada pela Corsário-Satã (S. Paulo) está em circulação no Brasil desde março de 2021.
Tem poemas editados nas publicações literárias “Relâmpago”, “Colóquio-Letras”, “Suroeste” (Badajoz), “Eufeme”, “Logos”, “Nervo”, “Folhas, Letras & Outros Ofícios”, “Meteöro” (São Paulo), na revista on line “Trafika Europe” 19, no site de poesia “Lyrikline” e ainda nas antologias Voo Rasante (Mariposa Azual, 2015), Os cem melhores poemas portugueses dos últimos cem anos (Companhia das Letras, 2017), Manu Scripta (Glaciar, 2018), Mujeres Poetas – Voces de Portugal y Mexico (Ed. Eternos Malabares, México 2018), Sombras de porcelana brava – Diecisiete poetas portuguesas (Vaso Roto, Madrid, 2020).

 

Sobre o Centro Cultural Penedo da Saudade
Inaugurado em 18 de janeiro de 2019 e integrado no projeto cultural do Instituto Politécnico de Coimbra, o Centro Cultural Penedo da Saudade tem como objetivo primordial contribuir para o enriquecimento cultural da comunidade deste Instituto numa complementaridade do que é já a produção cultural das suas unidades orgânicas. Também visa promover a partilha de eventos culturais e artísticos em Coimbra, quer através do reforço da divulgação quer, mesmo, através de intercâmbios. Encontra-o na zona do Penedo da Saudade, com uma bela vista da cidade.

Sobre o mediador
Wagner Merije é jornalista, escritor, editor e gestor cultural envolvido com projetos ligados à cultura, educação e meio ambiente em países como Brasil, Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Itália e Estados Unidos. É investigador na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Como jornalista, passou por redes de TVs, rádios, jornais, revistas e sites no Brasil, Inglaterra e Portugal. Escreve para todas as idades e tem onze livros publicados, de poesia, ficção e não ficção, entre os quais estão Conhece-te a ti mesmo – Pensamentos e práticas à procura de novas primaveras (2021), O Cotovelo Kovid (2020), Psyche & Hamlet vão para Hodiohill (2019), Astros e Estrelas – Memórias de um jovem jornalista em Londres (2017), Cidade em transe (2015), Viagem a Minas Gerais (2012), Mobimento – Educação e Comunicação Mobile (2012) – finalista do Prêmio Jabuti 2013 na categoria Educação, Torpedos (2011), Turnê do Encantamento (2009). Como editor, publicou obras de Luís Vaz de Camões, Fernando Pessoa, Florbela Espanca, Mário de Sá-Carneiro, Camilo Pessanha, João José Cochofel, entre outros, e títulos como Coimbra em Palavras, Coimbra em Imagens, São Paulo em Palavras, São Paulo em Imagens, Propostas Novas para Novos Mundos, entre outros.

Outras conversas: www.aquarelabrasileira.com.br/vamos-conversar

Informações:
faleaquarela@gmail.com

VAMOS CONVERSAR com Maria João Cantinho

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VAMOS CONVERSAR é uma série de conversas com personalidades da literatura

No dia 25 de maio de 2021 o Centro Cultural Penedo da Saudade, do Instituto Politécnico de Coimbra, dá prosseguimento ao projeto Vamos Conversar, um ciclo de conversas e debates com personalidades da literatura.
O projeto visa estimular reflexões sobre a cultura e a educação com o objetivo de potencializar novos fluxos de interação e criação nesta tão importante e admirada cidade. Também busca fazer desses encontros ágoras de troca de ideias entre os convidados e o público, de modo que todos sintam-se acolhidos e valorizados, e que o debate gere conhecimento e transformação.
Trata-se de uma realização do Centro Cultural Penedo da Saudade e co-organização da Aquarela Brasileira Multimedia.
A convidada de maio é Maria João Cantinho, professora, ensaísta e poeta.

Vamos Conversar – Literatura, Melancolia e Revolução: Uma conversa com Maria João Cantinho
Dia: 25 mai. 2021
Hora: 18:00 (Lisboa)

A conversa foi transmitida em direto pelo facebook do Centro Cultural Penedo da Saudade (www.facebook.com/centroculturalpenedosaudade) e em streaming pelo Zoom.

Sobre a convidada
Maria João Cantinho nasceu em Lisboa em 1963. Professora, ensaísta e poeta, tem várias obras publicadas, no âmbito da ficção, da poesia e do ensaio. Foi finalista em 2006 no Prémio Telecom, em 2016 foi galardoada com o Prémio Glória de Sant’Anna pelo livro «Do Ínfimo» e em 2020 foi premiada com o Prémio PEN Clube Português na modalidade de ensaio. É membro do Pen Clube Português, da APE e da APCL. Publica regularmente em revistas académicas e literárias. É editora da Revista Caliban.

Sobre o Centro Cultural Penedo da Saudade
Inaugurado em 18 de janeiro de 2019 e integrado no projeto cultural do Instituto Politécnico de Coimbra, o Centro Cultural Penedo da Saudade tem como objetivo primordial contribuir para o enriquecimento cultural da comunidade deste Instituto numa complementaridade do que é já a produção cultural das suas unidades orgânicas. Também visa promover a partilha de eventos culturais e artísticos em Coimbra, quer através do reforço da divulgação quer, mesmo, através de intercâmbios. Encontra-o na zona do Penedo da Saudade, com uma bela vista da cidade.

Sobre o mediador
Wagner Merije é jornalista, escritor, editor e gestor cultural envolvido com projetos ligados à cultura, educação e meio ambiente em países como Brasil, Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Itália e Estados Unidos. É investigador na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Como jornalista, passou por redes de TVs, rádios, jornais, revistas e sites no Brasil, Inglaterra e Portugal. Escreve para todas as idades e tem onze livros publicados, de poesia, ficção e não ficção, entre os quais estão Conhece-te a ti mesmo – Pensamentos e práticas à procura de novas primaveras (2021), O Cotovelo Kovid (2020), Psyche & Hamlet vão para Hodiohill (2019), Astros e Estrelas – Memórias de um jovem jornalista em Londres (2017), Cidade em transe (2015), Viagem a Minas Gerais (2012), Mobimento – Educação e Comunicação Mobile (2012) – finalista do Prêmio Jabuti 2013 na categoria Educação, Torpedos (2011), Turnê do Encantamento (2009). Como editor, publicou obras de Luís Vaz de Camões, Fernando Pessoa, Florbela Espanca, Mário de Sá-Carneiro, Camilo Pessanha, João José Cochofel, entre outros, e títulos como Coimbra em Palavras, Coimbra em Imagens, São Paulo em Palavras, São Paulo em Imagens, Propostas Novas para Novos Mundos, entre outros.

Outras conversas: www.aquarelabrasileira.com.br/vamos-conversar

Maiores informações: faleaquarela@gmail.com

VAMOS CONVERSAR

 

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Vamos Conversar é uma série de conversas com personalidades da literatura.

O projeto visa estimular reflexões sobre a cultura e a educação, dar ao público oportunidade de conhecer a obra e o pensamento de grandes escritores, e que o debate gere conhecimento e transformação.

Trata-se de uma realização do Centro Cultural Penedo da Saudade e co-organização da Aquarela Brasileira Multimedia, com mediação de Wagner Merije.

Convidados

Onésimo Teotónio Almeida: www.aquarelabrasileira.com.br/vamos-conversar-com-onesimo-teotonio-almeida

Richard Zimler: www.aquarelabrasileira.com.br/vamos-conversar-com-richard-zimler

Joana Bértholo: www.aquarelabrasileira.com.br/vamos-conversar-com-joana-bertholo

Rosa Oliveira: www.aquarelabrasileira.com.br/vamos-conversar-com-rosa-oliveira

Elisa Lucinda: www.aquarelabrasileira.com.br/vamos-conversar-com-elisa-lucinda

Minês Castanheira: www.aquarelabrasileira.com.br/vamos-conversar-com-mines-castanheira

Maria João Cantinho: www.aquarelabrasileira.com.br/vamos-conversar-com-maria-joao-cantinho

António Carlos Cortez: www.aquarelabrasileira.com.br/vamos-conversar-com-antonio-carlos-cortez

Carlos Nuno Granja: www. aquarelabrasileira.com.br/vamos-conversar-com-carlos-nuno-granja

As conversas são transmitidas em directo pelo facebook do Centro Cultural Penedo da Saudade – www.facebook.com/centroculturalpenedosaudade – e em streaming pelo Zoom.

 

Sobre o Centro Cultural Penedo da Saudade
Inaugurado em 18 de janeiro de 2019 e integrado no projeto cultural do Instituto Politécnico de Coimbra, o Centro Cultural Penedo da Saudade tem como objetivo primordial contribuir para o enriquecimento cultural da comunidade deste Instituto numa complementaridade do que é já a produção cultural das suas unidades orgânicas. Também visa promover a partilha de eventos culturais e artísticos em Coimbra, quer através do reforço da divulgação quer, mesmo, através de intercâmbios. Encontra-o na zona do Penedo da Saudade, com uma bela vista da cidade.


Concepção e Mediação

Wagner Merije é jornalista, escritor, editor e gestor cultural envolvido com projetos ligados à cultura, educação e meio ambiente em países como Brasil, Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Itália e Estados Unidos. É investigador na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Como jornalista, passou por redes de TVs, rádios, jornais, revistas e sites no Brasil, Inglaterra e Portugal. Escreve para todas as idades e tem 11 livros publicados, de poesia, ficção e não ficção, entre os quais estão Conhece-te a ti mesmo – Pensamentos e práticas à procura de novas primaveras (2021), O Cotovelo Kovid (2020), Psyche & Hamlet vão para Hodiohill (2019), Astros e Estrelas – Memórias de um jovem jornalista em Londres (2017), Cidade em transe (2015), Viagem a Minas Gerais (2012), Mobimento – Educação e Comunicação Mobile (2012) – finalista do Prêmio Jabuti 2013 na categoria Educação, Torpedos (2011), Turnê do Encantamento (2009). Como editor, publicou obras de Luís Vaz de Camões, Fernando Pessoa, Florbela Espanca, Mário de Sá-Carneiro, Camilo Pessanha, João José Cochofel, entre outros, e títulos como Coimbra em Palavras, Coimbra em Imagens, São Paulo em Palavras, São Paulo em Imagens, Propostas Novas para Novos Mundos, entre outros.

Informações: faleaquarela@gmail.com

Literatura, cinema, música e artes na FNAC

Encontro entre o escritor Paulo Branco Lima e o cineasta António Ferreira (Esquece tudo o que te disse, Embargo, Pedro e Inês – este último o filme português mais visto em 2018) na Loja Fnac do Fórum de Coimbra, Portugal, no âmbito da Cultura Fnac – Pocket Books.

Apresentação dos dois romances de Paulo Branco Lima, Origem e Ruína (2ª edição) e Peregrinação Crioula.
Encontro moderado por Wagner Merije, da editora Aquarela Brasileira Livros, e com a participação especial do cantautor Hélder Grau Santos.

Numa conversa animada, aborda-se a conexão entre cinema e literatura, as relações Portugal-Brasil-África, o conceito dos Descobrimentos como origem do capitalismo moderno, o sistema opressivo da colonização e o impacto da perspetiva pós-colonialista.

 Paulo Branco Lima é licenciado em Jornalismo pela Universidade de Coimbra e Mestre em Literatura de Língua Portuguesa (UC). Com o selo da Aquarela Brasileira Livros, publicou as obras de ficção Origem e Ruína e Peregrinação Crioula, esta última selecionada para a edição de 2020 do Prêmio Oceanos. Entre inúmeras colaborações destacam-se os seus artigos publicados na Revista de Estudos Literários (Centro de Literatura Portuguesa) e nas publicações angolanas O Chá e Jornal Cultura. O seu trabalho foi destacado por vários veículos de comunicação em Portugal e África. Atualmente exerce funções de produtor executivo no equipamento cultural Convento São Francisco, em Coimbra.

António Ferreira estreou-se em Cannes no ano 2000, com o filme “Respirar Debaixo d’Água”. Autor de “Pedro e Inês” que foi o filme português mais visto em 2018, já realizou três longas metragens – “Embargo” uma adaptação de José Saramago e “Esquece Tudo o que te Disse”. Dirige a produtora Persona Non Grata Pictures sediada em Portugal e no Brasil.

DADOS DOS LIVROS
Título: Peregrinação Crioula
Autor: Paulo Branco Lima
Editora: Aquarela Brasileira Livros
Gênero: Romance
Formato: 14 x 21 cm
Número de páginas: 172
ISBN: 978-85-92552-12-1
Depósito legal: 455407/19
Web: www.aquarelabrasileira.com.br/peregrinacao-crioula

Título: Origem e Ruína
Autor: Paulo Branco Lima
Editora: Aquarela Brasileira Livros
Gênero: Romance
Formato: 14 x 21 cm
Número de páginas: 140
ISBN: 978-85-92552-12-1
DL: 460652/19
Web: www.aquarelabrasileira.com.br/origem-e-ruina

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