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Centenário de João José Cochofel

No ano que se comemora do centenário do poeta português João José Cochofel, a Aquarela Brasileira Livros convida professores/as, académicos/as, bibliotecários/as, estudantes e todos/as que gostam de poesia para conhecerem a antologia BREVE, organizada por Sofia Cochofel Quintela, neta do autor, com prefácio do poeta e crítico literário António Carlos Cortez.

João José Cochofel_arquivo familiar
João José Cochofel_arquivo familiar

João José Cochofel com sua poesia nos provoca um encanto crescente. Navegar nos seus versos nos causa uma deliciosa vertigem. Sua poesia é forte, delicada e profunda.

Este livro é um acontecimento literário por trazer aos leitores uma seleção de alta qualidade da lírica de um poeta português do mais alto nível, até então inédito no Brasil. Uma obra que nos toca a alma e que todos os apreciadores de boa poesia deviam ter na estante.

O poeta e escritor nasceu em Coimbra em 1919, no seio de uma família aristocrática e profundamente acolhedora de toda uma geração de escritores que vieram a integrar vários movimentos literários, dos quais se destaca o neo-realista. Sobre isto testemunhou o escritor e médico Fernando Namora: “… as tardes ou os serões em casa do Cochofel. Nessas tertúlias se atearam muitas das labaredas da minha geração”.

O facto é que, conforme escreve o crítico António Carlos Cortez no prefácio do livro, em ano de centenário de Sophia de Mello Breyner Andresen e de Jorge de Sena, apresentar aos leitores, especialmente aos brasileiros, o melhor de um dos nomes cimeiros do neo-realismo português, é celebrar em grande estilo a memória e a obra de João José Cochofel.

Breve_João José Cochofel_capa finalSaiba mais sobre o livro aqui: www.aquarelabrasileira.com.br/breve

Em homenagem ao poeta, em 2019 e em 2020 estão previstos lançamentos e debates sobre sua obra em Portugal e no Brasil, onde é publicado pela primeira vez.

Acompanhe:

LISBOA – 23/11/19 – sábado – das 16h30 às 18h30

Lugar Específico - Rua Actor Vale, nº 16 B

 

COIMBRA – 26/11/19 – terça-feira – das 20h às 22h

Liquidâmbar – Praça da República nº 28 1º

 

PORTO – 28/11/19 – quinta-feira – das 21h às 23h

Unicepe – Praça de Carlos Alberto, 128-A

 

SÃO PAULO/SP – 10/12/19 – terça-feira – das 19h às 21h

Casa de Portugal – Av. da Liberdade, 602 – Bairro da Liberdade

 

SÃO PAULO/SP – 14/12/19 – sábado – das 13h às 15h

O Autor na Praça – Espaço Plínio Marcos -Feira de Artes da Praça Benedito Calixto – Vila Madalena

 

BELO HORIZONTE/MG – 17/12/19 – terça-feira – das 19h às 21h

Livraria do Belas – Rua Gonçalves Dias, 1581 – Lourdes

 

BELO HORIZONTE/MG – 28/01/20 – terça-feira – das 19h às 21h

Asa de Papel Café & Arte- Rua Piauí, 631 – Santa Efigênia

 

SÃO PAULO/SP – 04/02/20 – terça-feira – das 19h às 21h

Patuscada Livraria, Bar & Café – Rua Luís Murat, 40 – Vila Madalena

 

                                                                                  *Programação sujeita a mudanças

 

 

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Breve

Breve_João José Cochofel_capa final

BREVE, belíssima antologia de poemas de João José Cochofel, celebra o centenário de um poeta português do mais alto nível. Autor tem sua obra lançada pela primeira vez no Brasil

No ano que se comemora do centenário do poeta português João José Cochofel, a Aquarela Brasileira Livros apresenta a antologia BREVE, organizada por Sofia Cochofel Quintela, neta do autor, com prefácio do poeta e crítico literário António Carlos Cortez.
João José Cochofel com sua poesia nos provoca um encanto crescente. Navegar nos seus versos nos causa uma deliciosa vertigem. Sua poesia é forte, delicada e profunda:

Breve,
o botão que foste
e o pudor de sê-lo.

Breve,
o laço vermelho
dado no cabelo.

Breve,
a flor que abriu
– e o sol mudou.

Breve
tanto sonho findo
que a vida pisou.

Este livro é um acontecimento literário por trazer aos leitores uma seleção de alta qualidade da lírica de um poeta português do mais alto nível, até então inédito no Brasil. Uma obra que nos toca a alma e que todos os apreciadores de boa poesia deviam ter na estante.

O poeta e escritor nasceu em Coimbra em 1919, no seio de uma família aristocrática e profundamente acolhedora de toda uma geração de escritores que vieram a integrar vários movimentos literários, dos quais se destaca o neo-realista. Sobre isto testemunhou o escritor e médico Fernando Namora: “… as tardes ou os serões em casa do Cochofel. Nessas tertúlias se atearam muitas das labaredas da minha geração”.

Devido às suas posições antifascistas, João José foi perseguido pela PIDE (a polícia da ditadura portuguesa), o que não o impediu de ser um dos organizadores do Novo Cancioneiro e fazer parte do grupo fundador das revistas Altitude, Vértice, Presença, Seara Nova e Gazeta Musical e de Todas as Artes, nas quais colaborou não só como poeta mas, também, como crítico literário e musical. Também foi director da Academia dos Amadores de Música de Lisboa e da Sociedade Portuguesa de Escritores.

O facto é que, conforme escreve o crítico António Carlos Cortez no prefácio do livro, em ano de centenário de Sophia de Mello Breyner Andresen e de Jorge de Sena, apresentar aos leitores, especialmente aos brasileiros, o melhor de um dos nomes cimeiros do neo-realismo português, é celebrar em grande estilo a memória e a obra de João José Cochofel.

Em homenagem ao poeta, em 2019 e em 2020 estão previstos lançamentos e debates sobre sua obra em Portugal e no Brasil, país onde é publicado pela primeira vez. “É bom que esta edição o celebre. E celebra-o num país amado, território fundador de uma visão de mundo que Cochofel, ao menos nos inícios de um programa ético de intervenção literária, fez também sua. Quer dizer: não era possível, pertencendo a uma geração trágica, emparedada entre os fascismos espanhol e português e a IIª Guerra Mundial, consequência directa do nazi-fascismo de Mussolini e Hitler, ficar-se indiferente ao que, com o romance nordestino vindo de terras de Vera Cruz, esse programa de uma arte social propugnava”, comenta Cortez.

Em forma de notas de leitura, de forma a ampliar a compreensão da importância do legado do centenário poeta, o crítico ressalta: “João José Cochofel não se exime a trazer para a sua poética aquele magma sentimental vindo da consciência do tempo. Não sei se não é esse o heroísmo de Cochofel: exaltar, afinal de contas, a sua humanidade de homem (passe a redundância) comprometido com esse mundo que jamais deixa de ser o nosso: o da nossa interioridade. É como se respondesse aos «amanhãs que cantam» de neo-realistas coevos ou ulteriores:

Que heroísmo é este
de que ninguém fala?
Dizer não à vida
e ser capaz de amá-la?

Nos gestos pequenos,
nas falas miúdas,
nos desvãos dos sonhos,
nas emoções mudas.

Também nas bandeiras
que rasgam o presente
para expulsar da terra
tudo o que lhe mente
e põe raivas frias
nas vísceras da gente.

Um rumor de chuva
no coração quente.

João José Cochofel, que foi também crítico literário e musical, com um importante volume de ensaística, intitulado Iniciação Estética, é dos que mais lucidamente se viu como personagem do seu próprio teatro. No jogo de forças entre o eu e o outro que se pressentiu sempre, ora sonhador, ora abnegado, a sua poesia resgata para o neo-realismo um entendimento diferente do que significa ser-se poeta comprometido. No fundo, como o próprio escreve, «A minha poesia / é toda feita de melancolia» e se, por isso, se sabe que «No íntimo / há coisas vagamente pensadas», é esse vago, essa melancolia, no fim de contas, que Cochofel intui como via única que os seus livros percorreram sempre.

Num dos seus poemas mais representativos, anterior aos da fase final, já se lia: «Afinal a vida / é este roer de cardos velhos […] // Raios partam a vida / tal como ela é.»

Publicou Instantes (1937), Búzio (1940), Sol de Agosto (1941), Os Dias Íntimos (1950), Iniciação Estética (1958), Quatro Andamentos (1966), 46° Aniversário (1966), Uma Rosa no Tempo (1970), O Bispo de Pedra (1975), Críticas e Crónicas (1982), Obra Poética (1988), Opiniões Com Data (1990), Iniciação Estética Seguida de Críticas e Crónicas (1992).

Faleceu em 1982, vítima de doença degenerativa, deixando incompleto o Grande Dicionário da Literatura Portuguesa e de Teoria Literária, obra que organizou e dirigiu desde o início da sua publicação, em colaboração com Octávio Augusto Quintela.

 

DADOS DO LIVRO
Título: Breve
Autor: João José Cochofel
Editora: Aquarela Brasileira Livros
Gênero: Poesia
Formato: 14 x 21 cm
Número de páginas: 200
ISBN: 978-85-92552-18-3
DL: 460651/19
Web: www.aquarelabrasileira.com.br/breve
Encomendas: faleaquarela@gmail.com

 

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Literaturas de Portugal e Brasil – Encontros e Diálogos

Literaturas de Portugal e Brasil_convite2

Uma conversa com autores e editores que trabalham com literatura nos dois países, sobre suas experiências e as possibilidades de expansão do intercâmbio cultural entre Portugal e Brasil.

Com José Santos, Wagner Merije, Hélder Grau Santos e Carlos Seabra.

Data: 10/12/12019

Local: Casa de Portugal -Av. da Liberdade, 602 – São Paulo/Brasil

Horário: das 19h às 21h

Entrada franca

 

Homenagem ao centenário do poeta João José Cochofel

Na primeira hora, conversa com o público, seguido de lançamento dos livros:

Breve, de João José Cochofel, antologia organizada por Sofia Cochofel Quintela, com prefácio do poeta e crítico literário António Carlos Cortez

Infâncias, de José Santos e José Jorge Letria +

Psyché e Hamlet vão para Hodiohill, de Wagner Merije

Os Segundos Nomes, de Anthony Clown

Origem e Ruína, de Paulo Branco Lima

Coimbra em palavras (34 autoras e autores), com prefácio de José Augusto Cardoso Bernardes, Professor Catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, e posfácio de Adriana Calcanhotto

 

Uma realização em parceria com o Consulado de Portugal em São Paulo e Casa de Portugal em São Paulo

 

Breves notas biográficas dos participantes

João José Cochofel nasceu em Coimbra em 1919, no seio de uma família aristocrática e profundamente acolhedora de toda uma geração de escritores que vieram a integrar vários movimentos literários, dos quais se destaca o neo-realista. Devido às suas posições antifascistas, foi perseguido pela PIDE o que não o impediu de ser um dos organizadores do Novo Cancioneiro e fazer parte do grupo fundador das revistas AltitudeVérticePresençaSeara Nova e Gazeta Musical e de Todas as Artes,nas quais colaborou não só como poeta mas, também, como crítico literário e musical. Foi director da Academia dos Amadores de Música de Lisboa e da Sociedade Portuguesa de Escritores. Publicou Instantes (1937), Búzio (1940), Sol de Agosto (1941), Os Dias Íntimos (1950), Iniciação Estética (1958), Quatro Andamentos (1966), 46. ° Aniversário (1966), Uma Rosa no Tempo (1970), O Bispo de Pedra (1975), Críticas e Crónicas (1982), Obra Poética (1988),Opiniões Com Data (1990), Iniciação Estética Seguida de Críticas e Crónicas (1992). Morreu em 1982, vítima de doença degenerativa, deixando incompleto o Grande Dicionário da Literatura Portuguesa e de Teoria Literária, obra que organizou e dirigiu desde o início da sua publicação, em colaboração com Octávio Augusto Quintela.

José Santos escreve livros para crianças e jovens.  Já publicou cerca 50  livros, sendo que oito deles tratam do intercâmbio Brasil-Portugal, com Quadrinhas para miúdos, Viagem às terras de Portugal, As aventuras do cavaleiro Palmeirim de Inglaterra. Já foi premiado com o Jabuti, com a obra A Divina Jogada. Recebeu da Fundação Nacional do Livro Infantojuvenil- FNLIJ em 2018, o prêmio de Melhor Livro em Língua Portuguesa, pelo livro Infâncias – daqui e de além mar, escrito com o português José Jorge Letria.

Carlos Seabra é escritor, nascido em Lisboa e radicado em São Paulo. Editor de publicações e produtor de conteúdos de multimídia e internet, consultor e coordenador de projetos de tecnologia educacional e redes sociais. Autor de vários livros, entre eles Haicais e Quetais e Pequenas Histórias sem fim.

Wagner Merije é doutorando na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. É autor de uma série de ensaios e artigos sobre literaturas de língua portuguesa, inglesa e grega. Publicou os livros Astros e Estrelas – Memórias de um jovem jornalista em Londres (2017), Mexidinho (2017), Cidade em transe (2015), Viagem a Minas Gerais (2013), Torpedos (2012), Mobimento – Educação e Comunicação Mobile (2012) – finalista do Prêmio Jabuti 2013, e Turnê do Encantamento (2009); organizou, editou e prefaciou mais de duas dezenas de livros, entre os quais estão obras de Fernando Pessoa, Camões, Camilo Pessanha e João José Cochofel, e títulos como Coimbra em palavras (2018), Coimbra em imagens (2019), São Paulo em palavras (2016), São Paulo em imagens (2017), Trinta Anos-Luz – Poetas celebram 30 anos de Psiu Poético (2016) e Pelas periferias do Brasil vol. 6 (2016).

Hélder Grau Santos (criador de heterónimos como Anthony Clown, Asa de Borboleta, Grau, Poeta G, O Urso) é escritor, poeta, músico e professor, nascido em Coimbra, Portugal. Autor dos livros de poesia Aparato Nulo (edição de Autor, 1998), Agora que chegaste, volume 1 ( Edições Caixa de Sapatos, 2003), Agora que chegaste, volume 2 (Edições Caixa de Sapatos, 2004), Outra Distância (Edição Baú dos Sonhos, 2008); participação na antologia Coimbra em Palavras (Aquarela Brasileira Livros, 2018) com os heterónimos Poeta G e O Urso. Autor e co-autor dos textos para teatro: A Louquíssima Trindade (2002), L’Énfant Possible (2005), Pedra Preciosa I e II (2010-2013), O Sótão (2017). Na área musical apresentou os seguintes álbuns The Grau – Mui Solo (coletânea 1995-2015. Edições Pirata), The Grau!!! – Co-Existências (Edições Pirataº, 1999-2005), The Grauº – 13 (Edições Theº, 2013).

Paulo Branco Lima é escritor, ator, performer, investigador literário e produtor cultural. Licenciado em Jornalismo e Mestre em Literatura de Língua Portuguesa pela Universidade de Coimbra, publicou os romance Origem e Ruína (Chiado Editora, 2013) e Peregrinação Crioula (Aquarela Brasileira Livros, 2019) Enquanto autor, fomenta alicerces nas obras de William Faulkner, Camilo Castelo Branco, Pepetela, Vitorino Nemésio e Guimarães Rosa. Membro do Centro de Literatura Portuguesa da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, é colaborador regular da Revista de Estudos Literários e das publicações angolanas O Chá e Jornal Cultura. O seu trabalho foi destacado por vários veículos de comunicação em Portugal e África. Na atualidade exerce funções de produtor executivo no equipamento cultural Convento São Francisco, em Coimbra.

 

Informações e contatos

www.aquarelabrasileira.com.br/aquarela-brasileira-livros

faleaquarela@gmail.com

 

 

Peregrinação Crioula na Ler Devagar, Lisboa

convite_lisboa

Alô Lisboa, terra iluminada, estamos chegando com o lançamento desse livro incrível!

Saiba mais sobre o livro aqui

Com as bençãos de José Saramago

José Saramago e toda a equipa da Fundação José Saramago, em Lisboa, receberam de braços abertos os escritores, escritoras e convidados que compareceram à Casa dos Bicos, no dia 02 de fevereiro de 2019, para apresentação do livro “Coimbra em palavras”.

Um encontro fraterno com a palavra em suas múltiplas dimensões, da palavra que fala, que cria, que lembra, que questiona, que une, que confronta, que abre espaços para novas criações.

Um dia e uma noite para ficar na memória de todos e todas que lá estiveram, de corpo presente e no pensamento.

A Aquarela Brasileira Livros agradece a todos que colaboraram para esta realização, para que este sonho se tornasse parte das memórias de todos que amam a literatura, os livros e os pensadores-humanistas, como José Saramago.

Que venham outros encontros, outros livros, e muita poesia para nos embriagar e nos conduzir.

Fotos: Vittorio Alves e Wagner Merije

Coimbra em palavras na Fundação José Saramago

 

 

Coimbra em palavras+Saramago

O próximo lançamento e apresentação do livro chega com muito gosto e honra ao templo da Fundação José SaramagoCasa dos Bicos, na Rua dos Bacalhoeiros, 10 – 1100-135, (que logo passará a se chamar Largo José Saramago),

Anote na agenda: sábado da graça, 02 de fevereiro, na luminosa Lisboa, das 15h às 18h.

Estejam todas e todos convidados para nosso recital da diversidade acompanhado de muitos sorrisos, guitarra acústica e uma boa conversa.

E viva o humanista José Saramago! E celebremos para sempre o escritor José Saramago!

Coimbra em Palavras reúne 34 autoras e autores (de todos os continentes) para celebrar a multifacetada cidade de Coimbra

Coimbra é eterna e misteriosa e aqui é apreciada de forma criativa através das palavras de

Poeta G, Rita Gomes, Ricardo Almeida, Élia Ramalho, Raquel Lima, Wagner Merije, Marie Claire De Mattia, Bruno Mendonça, Marina Alexiou, Tiago Miguel Knob, Hérica Jorge, Fábio Lucindo, Elaine Santos, O Urso, Helen Maia, Jairo Fará, Julie-Cerise Gay, Zhang Qinzhe, Aline Ferreira, Vittorio Aranha, Moema Najjar, Rafael Cheniaux, Paula Machava, Sérgio Fagundes, Clara Pereira, Laylla O’Neall
mais
Luís Vaz de Camões, Eça de Queirós, Florbela Espanca, Gregório de Matos, Gonçalves Dias, Tomás Antônio Gonzaga

Prefácio: José Augusto Cardoso Bernardes

Posfácio: Adriana Calcanhotto

 

LANÇAMENTOS/APRESENTAÇÕES

02/02/2019 – Fundação José SaramagoCasa dos Bicos
Rua dos Bacalhoeiros, 10 – 1100-135

Lisboa - Das 15h às 18h

15/11/2018 – Liquidâmbar – Praça da República nº28 1º – Coimbra

13/10/2018 – Livraria Tigre de PapelRua de Arroios 25, Lisboa

02/10/2018 – Casa da Escrita – R. João Jacinto 8 – Coimbra

 

Saiba mais: www.aquarelabrasileira.com.br/coimbra-em-palavras 

Aquarela Brasileira no Mercado de Inverno da Casa das Artes

Mercado de Inverno_Casa das Arte BB_Coimbra_081218

A Aquarela Brasileira Livros marca presença no Mercado de Inverno da Casa das Artes Bissaya Barreto
Sábado, 8 de dezembro de 2018, de 16h a 21h
Avenida Sá da Bandeira 83, 3000-351
Coimbra – Portugal

Coimbra em palavras + O cárcere de Newton @ Liquidambar

Foi uma noite memorável, mágica, onde as pessoas foram abençoadas pela poesia e pela literatura da diversidade!

Apresentação dos livros “Coimbra em Palavras” e “O cárcere de Newton e outros contos“, publicados pela Aquarela Brasileira Livros.

Dia 15/11/2018 – Quinta -feira – A partir das 20h30
Liquidâmbar
Praça da República nº28 1ºandar
3000-343 Coimbra – Portugal

Saiba mais:
COIMBRA EM PALAVRAS
www.aquarelabrasileira.com.br/coimbra-em-palavras

O CÁRCERE DE NEWTON E OUTROS CONTOS
www.aquarelabrasileira.com.br/o-carcere-de-newton-e-outros-contos

Fotos: Carlos Dias

O cárcere de Newton e outros contos

“O cárcere de Newton e outros contos” aposta em estratégias insólitas para tentar desvendar as várias faces do ser humano

O cárcere de Newton e outros contos é um petardo. É uma aposta literária. Tem mistério, tem graça, tem agilidade, é cômico, é insólito, é surreal. Em alguns momentos aponta uma ruptura com o mundo tal como ele nos é dado, em uma fronteira entre o improvável e o costumeiro. Este é o tempo dos eventos sensíveis. A racionalidade ficcional está em aberto neste livro, há um embate entre o universo tradicional dos contos fantásticos e o mundo moderno do realismo. Precisa de mais motivos para você lê-lo?

Os contos, ensaios e poemas de Bruno Macêdo Mendonça vêm obtendo ampla aceitação na esfera de divulgação tipicamente pós-moderna. Desde de 2015 – quando o autor começou a desengavetar antigos escritos e a direcionar suas energias para a produção literária –, inovadores, criativos e conscienciosos periódicos eletrônicos, tanto brasileiros quanto portugueses, têm publicado seus textos, contribuindo, decerto, para a evolução de sua carreira, mas também para o fortalecimento, a projeção e a democratização das letras e da língua portuguesa.

A experiência da leitura é única e fascinante, as sensações diversas e múltiplas. Entre a realidade das situações no livro tramadas e a ficção estilística do autor, restará a dúvida e o riso alto ao se completar a leitura de O cárcere de Newton e outros contos.

André Balbo, editor da revista literária Lavoura, escritor e curador, aponta no prefácio que o livro é “uma oportunidade de ler o mundo a partir de lentes incomuns, oblíquas – essa sim uma tarefa obscura, a julgar por nossa adição insípida por aquilo a que chamamos realidade, refém de protocolos e burocracias pachorrentas, que nos impedem de cavoucar os mecanismos não ditos.” E vai além: “Bruno Macêdo Mendonça é daqueles autores que busca contradizer os diversos “materialismos prosaicos” aos quais nos amoldamos, retorcendo as trivialidades e liberando os possíveis…”

Nas palavras de Jorge Pereira, Editor-Chefe da Philos – Revista de Literatura da União Latina, “nota-se que no Cárcere de Newton, embora presente sua habitual postura crítica, os ídolos sob a mira do escritor são a objetividade do real e a unidade do eu cartesiano. Com escrita perspicaz, o autor remove ruídos de nossa atmosfera institucional e executa um mergulho no ser, sem olvidar a problemática de sua interação com o mundo externo. Bruno detém essa louvável capacidade de aperfeiçoamento artístico, mantendo compromisso inafastável com a precisão e qualidade do texto.”

Bruno Macêdo Mendonça (Recife, 1979) é escritor, autor da coletânea de contos Trôpegos visionários e do romance Liberdade, lançamentos da Editora Kazuá. Estudioso das múltiplas facetas do insólito na narrativa curta, desenvolve atualmente sua pesquisa no Doutoramento em Línguas Modernas: Culturas, Literaturas e Tradução, da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. É também colunista e curador da Revista Philos. Tem textos seus publicados em meios literários diversos, de que são exemplos: Revista Gueto; Marina Tambalo: Crítica e Literatura; Plástico Bolha; A Mão de Safo; Revista Desenredos; Jornal O Relevo; Revista Enfermaria 6 e Revista Subversa. Este livro é o segundo projeto em parceria com a Aquarela Brasileira Livros, tendo o autor publicado, no segundo semestre de 2018, narrativas suas na obra coletiva Coimbra em palavras, do mesmo selo editorial.

DADOS DO LIVRO
Título: O cárcere de Newton e outros contos
Autores: Bruno Macêdo Mendonça
Editora: Aquarela Brasileira Livros
Conteúdo: Contos; Contos fantásticos; Realismo; Prosa
Formato: 14 x 21 cm
Número de páginas: 114
ISBN:978-85-92552-11-4
Depósito legal: 446998/18
Web: www.aquarelabrasileira.com.br/o-carcere-de-newton-e-outros-contos
Encomendas: faleaquarela@gmail.com

 

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Coimbra em palavras e o lançamento em Lisboa

Coimbra em Palavras em Lisboa - Foto: @partilheconteudo
Coimbra em Palavras em Lisboa – Foto: @partilheconteudo

Coimbra em palavras – Lançamento em Lisboa (malta)

 

Coimbra em palavras Lançamento em Lisboa + Wagner Merije

Vídeos: @partilheconteudo

 

Fotos: Júlia Zuza

 

Fotos: Erick Morris

 

Fotos: Arquivo Geral

 

Coimbra em Palavras reúne 34 autoras e autores (de todos os continentes) para celebrar a multifacetada cidade de Coimbra

LANÇAMENTO EM LISBOA
13/10/2018 – Livraria Tigre de Papel – Rua de Arroios 25, 1150-053

Coimbra é eterna e misteriosa e aqui é apreciada de forma criativa através das palavras de Poeta G, Rita Gomes, Ricardo Almeida, Élia Ramalho, Raquel Lima, Wagner Merije, Marie Claire De Mattia, Bruno Mendonça, Marina Alexiou, Tiago Miguel Knob, Hérica Jorge, Fábio Lucindo, Elaine Santos, O Urso, Helen Maia, Jairo Fará, Julie-Cerise Gay, Zhang Qinzhe, Aline Ferreira, Vittorio Aranha, Moema Najjar, Rafael Cheniaux, Paula Machava, Sérgio Fagundes, Clara Pereira, Laylla O’Neall

mais
Luís Vaz de Camões, Eça de Queirós, Florbela Espanca, Gregório de Matos, Gonçalves Dias, Tomás Antônio Gonzaga

Prefácio: José Augusto Cardoso Bernardes

Posfácio: Adriana Calcanhotto

Coimbra em Palavras faz parte de uma coleção da Aquarela Brasileira Livros, editora sediada em São Paulo e que chega agora a Portugal, que apresenta histórias afetivas de cidades, estados e países, pela visão e sentidos de quem vive e se reconhece em suas ruas, casas, esquinas e bares

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