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SOL DO NOVO MUNDO

AQUARELA BRASILEIRA Livros

orgulhosamente apresenta

Sol do Novo Mundo - capa inteira 

SOL DO NOVO MUNDO – Fatos e curiosidades sobre a Independência do Brasil e outras guerras e revoluções que impactaram o mundo

 Lançamento: 18/06/2022 – 18:00 (Hora de Lisboa)

Centro Cultural Penedo da Saudade – Coimbra, Portugal

Apresentação: Prof. Pires Laranjeira (FLUC)

 

Nos séculos passados alguns acontecimentos mudaram as caras da Europa, das Américas, da África e de outros continentes. Neste livro você vai conhecer fatos e curiosidades sobre algumas guerras e revoluções que impactaram o mundo. Há histórias não contadas, histórias mal contadas e histórias que merecem ser re-contadas.

O processo de Independência do Brasil não pode ser visto como um ato isolado, senão atrelado à Revolução Francesa, à Independência dos Estados Unidos, aos movimentos independentistas na América colonizada por Espanha, entre outros episódios. De Thomas Jefferson a Napoleão Bonaparte, de D. João VI a D. Pedro I/Pedro IV, da Imperatriz Leopoldina à Rainha Victoria, de Tiradentes a José Bonifácio de Andrada e Silva, de Quitéria aos mortos sem nome, de Tupac Amaru a Simon Bolívar, de Fernando Pessoa a José Saramago, muitos têm lugar nessa história.

Cativante, escrito em tópicos curtos, esta obra vai levar o leitor/a leitora a mergulhar em um período da História bastante movimentado, que envolveu reis, rainhas, imperadores, princesas, generais, mercenários e alguns heróis e heroínas anônimas em guerras sangrentas por poder e riquezas. Foi um tempo de muitas mudanças no mundo e de grandes transformações na sociedade, cujas repercussões se podem sentir até hoje. Para leitores e leitoras de todas as idades que gostam livros com vida e ação, cada página traz uma descoberta, uma revelação, um dado novo e valioso sobre os caminhos que nos trouxeram até aqui.

Viver sem conhecer o passado é andar no escuro. Esperamos que esta obra possa servir de consulta nas escolas e nos lares por crianças, jovens e adultos, em português e outras línguas que venha a ser traduzida. Será muito produtivo que o debate acerca destas questões possa ser ampliado, que as pessoas possam conversar a respeito do que se passou. Aqui fica o convite.

Contém textos adicionais dos professores Onésimo Teotónio AlmeidaMartha Victor VieiraGevanilda Santos e Pires Laranjeira, o qual pode ser lido em www.aquarelabrasileira.com.br/brasil-e-portugal-uma-paradidatica-da-historia

SOBRE O AUTOR
Wagner Merije (Wagner Rodrigues Araújo) escreve sobre pessoas, lugares, sentimentos e acontecimentos. É autor de Conhece-te a ti mesmo – Pensamentos e práticas à procura de novas primaveras (2021), Psyché & Hamlet vão para Hodiohill (2019), Astros e Estrelas – Memórias de um jovem jornalista em Londres (2017), Cidade em transe (2015), Mobimento – Educação e Comunicação Mobile (2012) – finalista do Prêmio Jabuti 2013 na categoria Educação, Viagem a Minas Gerais (2012), dentre outros títulos. Organizou e editou dezenas de livros, entre os quais estão obras de Fernando Pessoa, Luís Vaz de Camões, Florbela Espanca, Mário de Sá-Carneiro, Camilo Pessanha, João José Cochofel, e títulos como Coimbra em palavras, Coimbra em imagens, São Paulo em palavras, São Paulo em imagens, dentre outros. É investigador na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Desenvolve múltiplas iniciativas para a promoção da língua e das culturas portuguesa e brasileira. Tem trabalhos apresentados em diversos países e já foi agraciados com distintos prêmios. www.merije.com.br

DADOS DO LIVRO
Título: SOL DO NOVO MUNDO – Fatos e curiosidades sobre a Independência do Brasil e outras guerras e revoluções que mudaram o mundo
Autor: Wagner Merije
Editora: Aquarela Brasileira Livros
Gênero: Relatos históricos, culturais, sociais e econômicos
Formato: 14 x 21 cm
Número de páginas: 164
ISBN: 978-65-86867-12-1
D.L: 500216/22
Web: www.aquarelabrasileira.com.br/sol-do-novo-mundo
Encomendas/Pedidos: faleaquarela@gmail.com

 

Aquarela Brasileira Livros

Brasil – Portugal
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BRASIL E PORTUGAL: UMA PARADIDÁTICA DA HISTÓRIA

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Podíamos dissertar sobre as “ralações” entre Brasil e Portugal, mas será mais diplomático e simpático considerar que, nos imbróglios de uma relação longa, violenta, muito tormentosa e amarga, tem existido motivos para festejar e aproximar os povos dos dois países. E convém lembrar que o Brasil acolheu, depois da sua independência, muitas levas de emigrantes que foram para ganhar a vida e ali ficaram prisioneiros do gostoso fascínio ou, então, regressaram para se alçarem a outros voos. Aconteceu com o meu avô materno, Manuel António Pires, há mais de um século, que aqui homenageio, porque voltou ao Alto Minho com as ideias bem mais vastas e arejadas.

O livro de Wagner Merije não escolhe exclusivamente empatias nem contorna crueldades, porque a opção foi a de mostrar, tanto quanto possível, factos objetivos, apresentados sem complexidade teórica, mas com o sentido pedagógico de ser claro na explicação da formação social brasileira e na constituição do patriotismo abrangente, sublinhando o processo de exclusão e marginalização de largas maiorias étnicas, indígenas, afro-brasileiras ou outras. Acredito que o livro foi pensado para ser lido sobretudo pelos portugueses e, por maioria de razões utilitárias, pelos estudantes e outros leitores que demandam Portugal para estudar e viver, incluindo os imigrantes e estudantes Erasmus, já que, na senda de tantos brasileiros ilustres, também Wagner Merije veio até Coimbra – talvez, quem sabe?, para além de fazer um doutoramento – num gesto (in)consciente de se encontrar com as “raízes” fulcrais da constituição do seu próprio ser, como sujeito, cidadão e sonhador.

O facto de ser mineiro talvez ajude a explicar o caráter bastante central da sua indagação desde a Inconfidência Mineira, e do que ela representou como charneira para o surgimento do novo país no novo (antiquíssimo) mundo, até à República, principalmente. Acresce ainda outro motivo de interesse para esta edição aqui no retângulo e suas ilhas ao largo do Atlântico, que é haver insuficientes publicações deste género, em Portugal, ou mesmo inexistentes, destes pequenos manuais de iniciação histórica ao Brasil, do seu processo de engrandecimento, que sejam ainda mais breves, simples e factuais do que aqueles à maneira de Bueno ou de Priori.

Nunca se pode esquecer que o Brasil é um país-quase-continente, subcontinental, gigante para a noção portuguesa, e, portanto, convém tomar sempre em linha de conta que somente foi possível manter essa colónia através da opressão (da humanidade) de outras etnias, do extermínio de populações primogénitas e da construção violenta de uma nova nação à custa de repressão e imposições imperiais, em todos os domínios, mas sobretudo quanto ao trabalho da escravidão e do trabalho assalariado de mão-de-obra baratíssima, que incluiu também milhares e milhares de imigrantes. Portanto, sem amaciar a virulência da história, das suas tragédias, este livro pretende igualmente chamar a atenção – creio que mais dos leitores brasileiros – para o contributo incontornável da colonização portuguesa no que tangeu ao erguer de um novo Estado-nação, com uma unidade visivelmente invejável por parte dos seus vizinhos de língua espanhola. Merije usa o termo de “matriz” para essa base de apropriação do território, estabelecimento do poder imperial e imposição de uma cultura oficial, dominante – no sentido de poder económico, político e social -, que, através dos vários ciclos económicos e criação de capitanias, forjou uma comunidade imaginada de pessoas, grupos sociais, económicos e culturais supostamente criadores e herdeiros de uma nova ordem proclamada, finalmente, como sendo o Brasil, após outras designações e vicissitudes formidáveis.

Como tudo no Brasil tende para o gigantesco, o excessivo e a impulsividade, desde a quantidade de cidadãos à extensão dos Estados da Federação, passando pela música e outras artes, sem esquecer, nunca, a capacidade produtiva da indústria, do comércio e da agricultura, assim como a ação política, as catástrofes, o crime, a violência policial, a fome ou o desmatamento da Amazónia, compreende-se que Merije tenha desejado explicar – sem o afirmar de modo explícito – que o Brasil atual é o resultado (o ponto de chegada) de séculos de violência e de apropriação galopante das riquezas da colónia e do país pelos poderosos mandatados pela Coroa e, depois, pelas oligarquias e burguesias possidentes, que foram administrando a seu bel-prazer o que, na verdade, não lhes pertencia, mas que agarraram com ambas as mãos fincadas no poder das armas.

O livro, organizado em parágrafos curtos ou, no máximo, com três ou quatro páginas, apresenta-se como um volume de factos históricos que ajudam a explicar o Brasil, contendo algumas curiosidades habitualmente desconhecidas do chamado grande público e até aspetos mirabolantes das ligações entre o Brasil e Portugal, mas que sugerem pontes a retomar, pontos a desenvolver, contrapontando, por vezes, com a malícia da narração histórica, surpreendentes oposições que mais parecem interligações de amor-ódio.

Não deixa de ser um preito ao pequeno país da orla ocidental da Europa que se atreveu, pela necessidade e ganância, a fincar os pés na terra-longe e criar as bases de uma nova pátria. Que o seu trabalho contribua para a compreensão e aproximação entre os povos, no que parece ser um modo de reconhecimento das familiaridades envolvidas neste nosso processo histórico, de que devemos cultivar a memória esclarecedora.

Coimbra, 25 de abril de 2022.

Pires Laranjeira, n. em 1950, em Melgaço, mas foi criado em Rio Tinto e no Porto. Professor Jubilado (2020) e Membro vitalício da Universidade de Coimbra (onde lecionou durante 40 anos), é investigador do Centro de Literatura Portuguesa/FCT (FLUC). Dedicou-se principalmente aos estudos de literaturas e culturas africanas, desde há 50 anos. Jornalista, crítico e ensaísta, publicou centenas de textos, desde 1965, em mais de 130 revistas, jornais e livros publicados em vários países, com traduções em diversas línguas, desde o francês, inglês, espanhol e alemão, ao hindi, coreano e mandarim. Publicou vários livros de estudos, destacando-se: Antologia da poesia pré-angolana (1976), Literatura calibanesca (1987), De letra em riste (1992), A negritude afric. de língua portuguesa (1995), Literaturas afric. de exp. portuguesa (org.) (1995), Negritude afric. de língua portuguesa. Textos de apoio (1947-1963) (2000), Estudos afro-literários (2001), Cinco povos, cinco nações. Est. de lit. afric. (org.) (2007), A noção de ser. Textos escolhidos sobre a poesia de Agostinho Neto (org.) (2014). Autor de livros de poesia, expôs desenhos e fotografias e participou na organização de programas de divulgação de literatura na rádio e televisão, colóquios e conferências, júris literários e recitais, sobretudo em Portugal, Brasil, Angola e Espanha.

*Datas de lançamento e apresentação serão anunciadas em breve

Um sucesso de vendas durante o verão europeu

Foto: Renata Pimenta
Foto: Renata Pimenta

 

Peregrinação Crioula, de Paulo Branco Lima

Um sucesso de vendas durante o verão europeu

Lançado em junho passado pela chancela Aquarela Brasileira Livros, o romance Peregrinação Crioula, da autoria do escritor de origem angolana Paulo Branco Lima, saldou-se num sucesso de vendas durante os meses do verão europeu de 2019, perspetivando-se uma nova edição para breve.

Peregrinação Crioula consiste numa ficção descrevendo a viagem de um marinheiro a bordo de um navio-escola de traços contemporâneos, durante uma jornada ao arquipélago de Cabo Verde. Através de um dispositivo ficcional centrado no processo de escrita de um diário de navegação, o narrador, à medida que toma contacto com as ilhas crioulas e o povo cabo-verdiano, vai partilhando o seu caminho interior marcado pela autodescoberta e busca identitária. Nesse confronto, o livro desdobra-se num olhar pós-moderno sobre Peregrinação, a obra magna de Fernão Mendes Pinto. Funcionando como jogo intertextual, recuperam-se várias personagens da obra quinhentista, reconfigurando-se, de igual modo, e numa estreita convivência entre a Língua Portuguesa e o Crioulo cabo-verdiano, fragmentos cruciais como a entrega da espingarda no Japão, os demónios de Pocasser ou a ilha de Calempluy.

Nas palavras de Abílio Hernandez, docente de História e Estética do Cinema da Universidade de Coimbra, “Paulo Branco Lima percorre os labirintos da memória e do passado para que no final da errância se possa produzir o equilíbrio e a catarse. Desta errância, não é só o itinerário que nos é oferecido, é também o retrato dos itinerantes, dos que vagueiam, isto é, dos que erram, perseguindo a felicidade.”

Para Pires Laranjeira, especialista em Literaturas e Culturas Africanas, trata-se de “um livro de escrita comedida, metódica, visual, que descreve com minúcia e empolga pela força da palavra diretamente testemunhal, mas cruzada com a matriz renascentista: marinheiros-aprendizes, rotinas apertadas, trabalhos e dias duros, espaços e sujeitos enclausurados num oceano de espantos e águas abertas, à descoberta de si. Como em Mendes Pinto ou no romance reportagem norte-americano, a aventura na simplicidade das vidas jovens, na riqueza da narrativa de formação. Um encontro com o mundo novo das ilhas crioulas, numa poética da relação, como dizia Glissant.”

Como destaca Soraia Simões (Mural Sonoro/ Instituto de História Contemporânea/FCSH NOVA) na sua recensão crítica publicada no site Esquerda.Net “à primeira vista, desde logo pela capa, parece que estamos perante mais uma obra de glorificação do passado quinhentista nacional, mas não. O autor, centrando-se numa rota marítima por latitudes africanas, desenvolve descrições pormenorizadas de marinharia e do funcionamento interno do veleiro que, à medida que os episódios avançam, vão ganhando contornos inesperadamente críticos do período colonial português.”

Na Livraria Ler Devagar, em Lisboa, a obra de Paulo Branco Lima foi apresentada por Mário Gomes, doutorado em Teoria da Literatura pelas universidades de Bona e Florença, e professor visitante e leitor do DAAD (Serviço de Intercâmbio Académico Alemão) na Universidade de Concepción (Chile). Mário Gomes recebeu também os mais rasgados elogios da crítica pelo seu recente trabalho de tradução para língua portuguesa do autor germânico Arno Schmidt (Leviatã ou O Melhor dos Mundos seguido de Espelhos Negros).

Em Coimbra, o romance Peregrinação Crioula foi apresentado na Casa da Escrita por Pires Laranjeira, docente da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, autor de várias obras de referência na especialidade de Literaturas Africanas, tais como A Negritude Africana de Língua Portuguesa (1995), Ensaios Afro-Literários (2005) ou 5 Povos 5 Nações (2007).

Paralelamente, e além de uma assinalável cobertura de imprensa, várias outras iniciativas e eventos associados contribuíram para o grande sucesso de Peregrinação Crioula, entre os quais a participação do autor em sessões de Poetry Slam e uma apresentação em formato Cocktail Telling & Reading Party, no espaço Coola Boola (Co.Lab) em Coimbra.

 

Links de imprensa | Press_News

Site Buala – Portal multidisciplinar de reflexão, crítica e documentação das culturas africanas contemporâneas de Língua Portuguesa
http://www.buala.org/pt/a-ler/peregrinacao-crioula-pre-publicacao-e-lancamento

TVI24
https://tvi24.iol.pt/videos/sociedade/peregrinacao-crioula-a-experiencia-a-bordo-no-navio-escola-sagres/5cfd0a030cf21b7223149e78

RTP ÁFRICA – Programa Mar de Letras
https://www.rtp.pt/play/p5299/e420162/mar-de-letras

Antena 3 – Programa Domínio Publico
https://www.rtp.pt/play/p5477/e413223/dominio-publico-podcast

RDP Internacional – Germano Campos Entrevista
https://www.rtp.pt/play/p389/e422848/entrevista-rdp-africa

https://www.youtube.com/watch?v=ZTou63ELfJQ

RTP2 – ESEC TV
https://www.rtp.pt/play/p6012/e417190/esec-tv

https://www.youtube.com/watch?v=lpltCLlbwt8&t=2s

 

Fotos Imprensa

 

Biografia do autor

Paulo Branco Lima é escritor, ator, performer, investigador literário e produtor cultural. Licenciado em Jornalismo e Mestre em Literatura de Língua Portuguesa pela Universidade de Coimbra, em 2013 publicou o romance Origem e Ruína na chancela Chiado Editora. Enquanto autor, fomenta alicerces nas obras de William Faulkner, Camilo Castelo Branco, Pepetela, Vitorino Nemésio e Guimarães Rosa. Membro do Centro de Literatura Portuguesa da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, é colaborador regular da Revista de Estudos Literários e das publicações angolanas O Chá e Jornal Cultura. O seu trabalho foi destacado por vários veículos de comunicação em Portugal e África. Na atualidade exerce funções de produtor executivo no equipamento cultural Convento São Francisco, em Coimbra.

 

DADOS DO LIVRO
Título: Peregrinação Crioula
Autor: Paulo Branco Lima
Editora: Aquarela Brasileira Livros
Gênero: Romance
Formato: 14 x 21 cm
Número de páginas: 172
ISBN: 978-85-92552-12-1
Depósito legal: 455407/19
Web: www.aquarelabrasileira.com.br/peregrinacao-crioula
Encomendas: faleaquarela@gmail.com

ONDE ENCONTRAR
Lisboa
Livraria Tigre de Papel – Rua de Arroios, 25
Livraria Distopia – R. de São Bento 394
Livaria Letra Livre – Calçada do Combro, 139
Livaria Leituria – R. José Estêvão 45 A
Livraria Ler Devagar – LX Factory

Coimbra
Liquidâmbar – Praça da República
CoolaBoola Colab – Praça do Comércio 50

RECEBA EM CASA
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Peregrinação Crioula na Ler Devagar, Lisboa

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Alô Lisboa, terra iluminada, estamos chegando com o lançamento desse livro incrível!

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