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A CULTURA COMO ESTRATÉGIA A Nova Geopolítica do Soft Power

Aquarela Brasileira Livros orgulhosamente apresenta

“Quem conta histórias, conquista mentes. Quem conquista mentes, transforma o mundo.”

Vivemos um momento raro na história das relações internacionais. Pela primeira vez, a capacidade de conquistar corações e mentes tornou-se tão decisiva quanto a capacidade de conquistar territórios.

Os tanques ainda existem. As sanções econômicas ainda são aplicadas. Mas o verdadeiro campo de disputa do século XXI não é mais exclusivamente territorial — é atencional, afetivo, simbólico. E a arma mais poderosa neste novo tabuleiro geopolítico não é um míssil. É uma canção. É um filme. É uma série. É um prato típico. É uma ideia.

Chama-se soft power. E é, acima de tudo, poder do bem.

O Jogo Invisível das Nações

Quando um jovem em Bangladesh sonha em visitar Seul por causa do K-pop que consome no celular, a Coreia do Sul acaba de vencer uma batalha de soft power sem disparar um tiro. Quando um turista americano escolhe Portugal para suas férias depois de assistir a um documentário sobre o Fado, Portugal acaba de converter cultura em divisas. Quando um estudante francês decide aprender português para ler Saramago no original, a língua portuguesa acaba de ganhar um novo soldado em sua batalha por relevância global.

As nações que compreenderam essa nova dinâmica estão colhendo frutos extraordinários. As que ainda tratam cultura como enfeite ou despesa estão perdendo a corrida mais importante do século XXI: a corrida pela influência legítima.

Novos potenciais

O Brasil possui uma das matrizes culturais mais ricas e diversificadas do planeta. A língua portuguesa é falada por 260 milhões de pessoas em quatro continentes. A capacidade criativa dos brasileiros já conquistou o mundo inúmeras vezes — da bossa nova ao funk, do Cinema Novo à TV Globo, do futebol-arte ao carnaval.

No entanto, o Brasil subestimando o valor estratégico da cultura e da educação como pilares de desenvolvimento humano, econômico e diplomático. Falta-nos o que os sul-coreanos chamam de “política cultural deliberada” — não ações isoladas ou disparos de editais sem critério, mas uma estratégia de Estado que articule criação, produção, distribuição, internacionalização e retorno mensurável para a sociedade.

A pergunta não é mais se o Brasil deve investir em cultura e educação como estratégia de soft power. A pergunta é: pode o Brasil se dar ao luxo de não investir?

Esta obra é fundamental para todos que se interessam por cultura, educação, cidadania, economia, política e sociedade. Contém estudos de casos valiosos para entender projetos bem-sucedidos e outros que falharam em vários continentes.

Um brilhante estudo que vai mudar a forma com que muita gente olha para a sociedade e para o poder mais poderoso que já existiu.

Sobre o Autor

Wagner Merije (Wagner Rodrigues Araújo) é um intelectual público, curador e gestor cultural com trajetória singular na intersecção entre Brasil, Portugal e o mundo.

Com dupla cidadania (brasileira e portuguesa) e atuação profissional em várias partes do mundo, Wagner Merije é Doutor em Letras pela Universidade de Coimbra, jornalista pela PUC Minas e pós-graduado em Gestão Cultural pelo Instituto Pensarte de São Paulo. Trabalhou com instituições como ONU, Fundação José Saramago, SESC Brasil, Itaú Cultural, Memorial Minas Gerais-Vale, Vivo, Take, Cirque du Soleil, Instituto Cervantes, Câmaras Municipais de Coimbra e Lisboa, entre outras.

Como Presidente e Diretor Executivo da Aquarela Brasileira Multimedia, é responsável pela liderança estratégica da empresa, pelo P&L, seleção de portfólio (curadoria) e gestão de parcerias institucionais.

Sua pesquisa acadêmica foca em ética ambiental e literatura, articulada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Como jornalista, fez carreira em veículos como Rede Minas, TV Horizonte, TV Senac, Rádio Inconfidência, O Tempo, e colaborou com a Ilustrada (Folha de S.Paulo), Euro Brasil Press (ambos em Londres), Revista Blimunda (Fundação José Saramago) e São Paulo Review.

Dados do livro

Título: A Cultura como Estratégia: A Nova Geopolítica do Soft Power

Autor: Wagner Merije

Editora: Aquarela Brasileira Livros

Gênero: Geopolítica / Cultura / Relações Internacionais / Ensaios

Formato: 14×21 cm

Número de páginas: 120

Web: www.aquarelabrasileira.com.br/a-cultura-como-estrategia-a-nova-geopolitica-do-soft-power

Para crítica, entrevistas e excertos contacte: faleaquarela@gmail.com

Aquarela Brasileira Livros

Curadoria de Legado

Não é só sobre contar histórias. É sobre eternizá-las.

Brasil – Portugal

faleaquarela@gmail.com
www.aquarelabrasileira.com.br/ab-books

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