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Dona Brites de Albuquerque

Aquarela Brasileira Livros orgulhosamente apresenta

Ela chegou ao Brasil em 1535, aos 18 anos, acompanhando o marido, Duarte Coelho, o primeiro donatário da Capitania de Pernambuco. A terra era selvagem, hostil, cheia de perigos. As mulheres da nobreza portuguesa não governavam — governavam os homens.

Dona Brites de Albuquerque (também chamada Beatriz), não se importava com as regras.

Em 1553, com a viagem de Duarte Coelho a Portugal, ela assumiu interinamente o governo da capitania, assistida por seu irmão, Jerônimo de Albuquerque. Um ano depois, com a morte do marido, tornou-se governadora de fato — e foi reconhecida pelos historiadores como a primeira mulher a governar uma colônia nas Américas.

Mas Dona Brites não foi apenas uma administradora de ocasião. Foi uma empresária obstinada e uma estrategista implacável. Seu marido plantara as sementes da indústria canavieira. Foi ela quem colheu os frutos. Sob seu comando, Pernambuco tornou-se a maior produtora de açúcar do mundo. Ela negociou com os indígenas (e os combateu quando necessário), abriu novos engenhos, ampliou áreas de cultivo, urbanizou núcleos como Olinda e manteve a máquina econômica funcionando com lucros altíssimos, mesmo distante da Corte portuguesa.

Os colonos a chamavam de Capitoa — título que nenhuma outra mulher jamais recebeu na história do Brasil colonial.

Ela não apenas geriu o açúcar. Ela escravizou tribos inimigas, mandou construir e reformar engenhos, legislou sobre a vida dos colonos, pacificou rebeliões indígenas e garantiu que os filhos do casal — Duarte Coelho de Albuquerque e Jorge de Albuquerque Coelho — pudessem estudar em Portugal com o dinheiro do açúcar pernambucano.

Durante décadas, Dona Brites foi o centro do poder na capitania mais rica do Brasil. Governou três ou quatro vezes, entre 1553 e 1584, sempre com o apoio do irmão Jerônimo, que se tornaria conhecido como “o Adão Pernambucano” por sua vasta descendência com a tabajara Muira-Ubi .

A história do Brasil é escrita majoritariamente por homens, sobre homens. Dona Brites de Albuquerque aparece em poucas páginas de livros didáticos — quando aparece. Sua biografia completa nunca foi publicada em uma obra de fôlego. Este livro vem preencher essa lacuna.

Dona Brites de Albuquerque – A Governante do Açúcar é uma biografia histórica, escrita com rigor acadêmico e fluidez narrativa, que reconstrói a trajetória de uma das figuras mais poderosas e esquecidas do Brasil colonial. Da sua chegada em 1535 à sua morte em 1584, em Olinda, a obra revela:

– A formação de uma mulher da nobreza portuguesa em um mundo dominado por homens;

– A administração de uma capitania em meio a conflitos indígenas, escassez e distância da Coroa;

– A expansão do ciclo do açúcar como o primeiro grande negócio global do Brasil;

– A complexa relação de Dona Brites com a escravidão, os indígenas e a construção da sociedade colonial;

– O legado de uma governante que nunca desistiu — e que tornou Pernambuco a capitania mais rica do Brasil.

Para quem é este livro

– Leitores de biografias históricas e de grandes mulheres esquecidas pela história oficial;

– Pesquisadores, estudantes e professores de história do Brasil;

– Pernambucanos e nordestinos que desejam conhecer a fundo a matriarca de sua terra;

– Qualquer pessoa interessada no papel das mulheres na construção do mundo moderno.

Dados do livro

Título: Dona Brites de Albuquerque – A Governante do Açúcar: A primeira mulher a governar as Américas e a empresária que fez de Pernambuco a capitania mais rica do Brasil

Editora: Aquarela Brasileira Livros

Gênero: Biografia / História do Brasil / Colonial / Feminino

Formato: 14 x 21 cm

Páginas: 200 páginas

Web: www.aquarelabrasileira.com.br/dona-brites-de-albuquerque

Encomendas: faleaquarela@gmail.com

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