Arquivo da categoria: Lançamentos

Retiro Bem-Estar na Aldeia: valorizar a essência

Vivemos um ponto de inflexão silencioso, mas profundo.

A nova era global está virando de um mundo de excesso para um mundo de essência. O novo luxo — cada vez mais escasso e valorizado — chama-se: silêncio, tempo, presença, conexão real.

As pessoas estão cansadas de telas, de múltiplos estímulos, de informação rasa. E buscam, com crescente intensidade, o que há de mais antigo e humano: pertencimento, experiência vivida, transformação sentida no corpo e na alma.

Foi no espírito desse pensamento que a Aquarela Brasileira e o Lisboa Yoga Center uniram forças para criar o Retiro Bem-Estar na Aldeia.

Uma imersão no silêncio e na reconexão

De 28 a 31 de maio de 2026, na mítica Serra do Açor, em Portugal, entre o rio, a floresta e as montanhas — um pequeno grupo de até 15 participantes será acolhido em um espaço sagrado para parar, escutar e regenerar.

O retiro é um convite a regressar:

À respiração
Ao corpo
À terra
À presença

Com um programa que respeita o ritmo de cada um, a experiência inclui:

  • Práticas diárias de yoga e meditação
  • Banho de cura na cascata
  • Caminhada consciente pelo rio
  • Workshop criativo (escrita intuitiva e pintura meditativa)
  • Healing talk e partilha em círculo
  • Ecstatic Dance sob as estrelas
  • Alimentação vegetariana/vegana com produtos locais e sazonais

Por que participar?

“Onde a pausa cura, e o rio ensina a fluir.”

O Retiro Bem-Estar na Aldeia é uma dessas oportunidades: uma imersão desenhada para quem busca paz, criatividade, movimento e escuta — e deseja levar para a vida cotidiana um novo ritmo, mais consciente e conectado.

Inscrições e contato

Para mais informações e reserva de vaga: retiro-bem-estar-na-aldeia/

E-mail: lisboayogacenter@gmail.com

 

A Aquarela Brasileira acredita que o futuro pertence a quem gera valor humano em um mundo saturado.

Este retiro é um passo nessa direção.
Venha reconectar-se à sua essência. A aldeia espera por você.

 

 

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Almeida Júnior-O Pintor do Povo

Aquarela Brasileira Livros orgulhosamente apresenta

Um olhar crítico sobre o mestre realista que eternizou o caipira brasileiro

Almeida Júnior: O Pintor do Povo é uma obra crítica e visual que resgata a trajetória de um dos mais importantes artistas brasileiros do século XIX — mestre do realismo, pintor de tipos regionais, retratista da alma nacional.

José Ferraz de Almeida Júnior (1850-1899) rompeu com a tradição acadêmica europeia ao olhar para o Brasil com olhos brasileiros. Formado na Academia Imperial de Belas Artes e premiado em Paris, poderia ter feito carreira na Europa. Escolheu voltar ao interior de São Paulo. Escolheu pintar o que viu: o caipira, a lavadeira, o violeiro, o cozinho, a casa de farinha, o sertanejo.

Sua obra-prima, “O Violeiro” (1899), sintetiza seu projeto estético e político: um homem simples, com sua viola, em primeiro plano, olhando o espectador de frente — não como coitado, mas como sujeito de sua própria história.

Almeida Júnior foi pioneiro na construção de uma imagem positiva do homem do campo brasileiro, décadas antes do Modernismo de 1922. Tarsila, Portinari, Di Cavalcanti e tantos outros beberam dessa fonte.

No entanto, sua obra ainda é mais reproduzida em livros didáticos do que verdadeiramente compreendida em sua profundidade crítica, social e estética. Esta publicação não é uma biografia convencional. É um ensaio crítico visual que analisa:

– A ruptura com o academicismo europeu e a construção de uma pintura de fato brasileira;

– O caipira como protagonista — não como caricatura ou folclore, mas como representação digna do trabalho e da vida no campo;

– A luz, a cor e a composição: como Almeida Júnior criou uma atmosfera única que influenciou gerações;

– O Brasil profundo do século XIX: entre a monarquia decadente e a república nascente, entre a escravidão recém abolida e a modernização inconclusa;

– As circunstâncias de sua morte trágica — assassinado por seu primo, ciumento, em 1899, interrompendo uma carreira que prometia revolucionar ainda mais a arte brasileira.

Reproduções de suas principais telas dialogam com o texto crítico, criando uma experiência imersiva que revela a força, a delicadeza e a importância histórica de sua obra visual.

Sobre a Coleção Livro-Arte

Esta curadoria integra a Coleção Livro-Arte da Aquarela Brasileira, dedicada a artistas plásticos, visuais e criadores interdisciplinares que transformaram (e ainda transformam) a sensibilidade brasileira em matéria.

Cada volume é tratado como uma edição de autor, com curadoria atenta à materialidade: papéis, dobras, encadernações, relevos, cores. O livro não é apenas um catálogo. Ele é, ele mesmo, uma obra.

Artistas vivos ou herdeiros de artistas falecidos que desejam eternizar sua trajetória em um livro de arte de altíssimo padrão são convidados a conhecer esta coleção da Aquarela Brasileira — um espaço onde a arte se torna página e a página se torna eternidade.

Dados do livro

Título: Almeida Júnior: O Pintor do Povo

Editora: Aquarela Brasileira Livros

Gênero: Arte / Crítica / Biografia / Cultura brasileira

Formato: 20 x 20 cm

Páginas: 128 páginas

Web: www.aquarelabrasileira.com.br/almeida-junior-o-pintor-do-povo

Encomendas: faleaquarela@gmail.com

Aquarela Brasileira – Curadoria de Legado

Não é só sobre contar histórias. É sobre eternizá-las.

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Heitor dos Prazeres-A Tela e o Samba

Aquarela Brasileira Livros orgulhosamente apresenta

Um olhar crítico sobre a obra do pintor que fundou escolas de samba e coloriu a Pequena África

Heitor dos Prazeres: A Tela e o Samba é uma obra crítica e visual que resgata a trajetória de um dos mais completos artistas populares do Brasil — compositor, cantor, pintor, fundador de escolas de samba, costureiro, cenógrafo e Ogã Alabê-Nilu no candomblé.

Heitor dos Prazeres (1898-1966) começou a pintar aos 39 anos, após a morte da esposa. Sua primeira tela foi uma interpretação de um poema de Carlos Drummond de Andrade: “O homem e seu carnaval”, feita em homenagem a ele próprio . Sem formação acadêmica, desenvolveu um estilo naïf único, retratando o cotidiano do povo — bailes, festas, terreiros, malandros de chapéu e pés gingando no samba, crianças brincando, trabalhadores anônimos.

Aos 12 anos, já conhecido como “Mano Heitor do Cavaquinho”, frequentava as casas de Tia Ciata, onde a música e a fé caminhavam juntas. Ali, na chamada Pequena África — região que ele mesmo batizou —, o samba e o candomblé se entrelaçavam, influenciando profundamente sua arte .

Nos anos 1920, ajudou a organizar os primeiros grupos de samba do Estácio e participou da fundação de escolas que se tornariam lendárias: Deixa Falar, Vizinha Faladeira, Mangueira (com Cartola) e Portela — à qual deu as cores azul e branco. Foi dele a composição que deu à Portela sua primeira vitória em concurso, em 1929: “Não Adianta Chorar”.

Como compositor, fez parceria com Noel Rosa na clássica “Pierrô Apaixonado”, eternizada por Martinho da Vila. Como pintor, teve obras expostas em bienais e reconhecidas internacionalmente, inclusive pelo MoMA de Nova York. Em 1966, representou o Brasil no Primeiro Festival Mundial de Artes Negras em Dakar, no Senegal — um dos momentos mais sublimes de sua carreira, quando sua arte cruzou o Atlântico de volta às suas raízes .

No entanto, Heitor dos Prazeres ainda é mais lembrado na música do que nas artes plásticas. Este livro vem preencher essa lacuna. A obra não é uma biografia convencional. É um ensaio crítico visual que analisa:

– A pintura como extensão do samba: cadência, ginga, cor e movimento;

– O imaginário da “Pequena África” e a construção visual da identidade negra carioca;

– A arte naïf como resistência cultural e política;

– As contradições e os apagamentos de um artista múltiplo — fundador de escolas, mas impedido de desfilar em 1941; genial, mas subestimado em vida;

– O reconhecimento tardio e a dívida do carnaval — afinal, Heitor só se tornou enredo do Grupo Especial do Rio de Janeiro em 2026, sessenta anos após sua morte, pela Unidos de Vila Isabel .

Análises de suas principais telas dialogam com o texto crítico, criando uma experiência imersiva que revela a força, a delicadeza e a importância histórica de sua obra visual.

Sobre a Coleção Livro-Arte

Este livro inaugura a Coleção Livro-Arte da Aquarela Brasileira, dedicada a artistas plásticos, visuais e criadores interdisciplinares que transformaram (e ainda transformam) a sensibilidade brasileira em matéria.

Cada volume é tratado como uma edição de autor, com curadoria atenta à materialidade: papéis, dobras, encadernações, relevos, cores. O livro não é apenas um catálogo. Ele é, ele mesmo, uma obra.

Artistas que desejam eternizar sua trajetória em um livro de arte de altíssimo padrão são convidados a conhecer esta coleção da Aquarela Brasileira — um espaço onde a arte se torna página e a página se torna eternidade.

Dados do livro

Título: Heitor dos Prazeres: A Tela e o Samba

Editora: Aquarela Brasileira Livros

Gênero: Arte / Crítica / Biografia / Cultura brasileira

Formato: 20 x 20 cm

Páginas: 128 páginas

Web: www.aquarelabrasileira.com.br/heitor-dos-prazeres-a-tela-e-o-samba

Encomendas: faleaquarela@gmail.com

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Dona Brites de Albuquerque

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Ela chegou ao Brasil em 1535, aos 18 anos, acompanhando o marido, Duarte Coelho, o primeiro donatário da Capitania de Pernambuco. A terra era selvagem, hostil, cheia de perigos. As mulheres da nobreza portuguesa não governavam — governavam os homens.

Dona Brites de Albuquerque (também chamada Beatriz), não se importava com as regras.

Em 1553, com a viagem de Duarte Coelho a Portugal, ela assumiu interinamente o governo da capitania, assistida por seu irmão, Jerônimo de Albuquerque. Um ano depois, com a morte do marido, tornou-se governadora de fato — e foi reconhecida pelos historiadores como a primeira mulher a governar uma colônia nas Américas.

Mas Dona Brites não foi apenas uma administradora de ocasião. Foi uma empresária obstinada e uma estrategista implacável. Seu marido plantara as sementes da indústria canavieira. Foi ela quem colheu os frutos. Sob seu comando, Pernambuco tornou-se a maior produtora de açúcar do mundo. Ela negociou com os indígenas (e os combateu quando necessário), abriu novos engenhos, ampliou áreas de cultivo, urbanizou núcleos como Olinda e manteve a máquina econômica funcionando com lucros altíssimos, mesmo distante da Corte portuguesa.

Os colonos a chamavam de Capitoa — título que nenhuma outra mulher jamais recebeu na história do Brasil colonial.

Ela não apenas geriu o açúcar. Ela escravizou tribos inimigas, mandou construir e reformar engenhos, legislou sobre a vida dos colonos, pacificou rebeliões indígenas e garantiu que os filhos do casal — Duarte Coelho de Albuquerque e Jorge de Albuquerque Coelho — pudessem estudar em Portugal com o dinheiro do açúcar pernambucano.

Durante décadas, Dona Brites foi o centro do poder na capitania mais rica do Brasil. Governou três ou quatro vezes, entre 1553 e 1584, sempre com o apoio do irmão Jerônimo, que se tornaria conhecido como “o Adão Pernambucano” por sua vasta descendência com a tabajara Muira-Ubi .

A história do Brasil é escrita majoritariamente por homens, sobre homens. Dona Brites de Albuquerque aparece em poucas páginas de livros didáticos — quando aparece. Sua biografia completa nunca foi publicada em uma obra de fôlego. Este livro vem preencher essa lacuna.

Dona Brites de Albuquerque – A Governante do Açúcar é uma biografia histórica, escrita com rigor acadêmico e fluidez narrativa, que reconstrói a trajetória de uma das figuras mais poderosas e esquecidas do Brasil colonial. Da sua chegada em 1535 à sua morte em 1584, em Olinda, a obra revela:

– A formação de uma mulher da nobreza portuguesa em um mundo dominado por homens;

– A administração de uma capitania em meio a conflitos indígenas, escassez e distância da Coroa;

– A expansão do ciclo do açúcar como o primeiro grande negócio global do Brasil;

– A complexa relação de Dona Brites com a escravidão, os indígenas e a construção da sociedade colonial;

– O legado de uma governante que nunca desistiu — e que tornou Pernambuco a capitania mais rica do Brasil.

Para quem é este livro

– Leitores de biografias históricas e de grandes mulheres esquecidas pela história oficial;

– Pesquisadores, estudantes e professores de história do Brasil;

– Pernambucanos e nordestinos que desejam conhecer a fundo a matriarca de sua terra;

– Qualquer pessoa interessada no papel das mulheres na construção do mundo moderno.

Dados do livro

Título: Dona Brites de Albuquerque – A Governante do Açúcar: A primeira mulher a governar as Américas e a empresária que fez de Pernambuco a capitania mais rica do Brasil

Editora: Aquarela Brasileira Livros

Gênero: Biografia / História do Brasil / Colonial / Feminino

Formato: 14 x 21 cm

Páginas: 200 páginas

Web: www.aquarelabrasileira.com.br/dona-brites-de-albuquerque

Encomendas: faleaquarela@gmail.com

Aquarela Brasileira – Curadoria de Legado

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Biografia do Samba

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Biografia do Samba é uma viagem estética, histórica e emocional pela trajetória do maior patrimônio cultural brasileiro: o samba. Uma obra visual e narrativa sobre a música que transformou o Brasil em identidade, ritmo e memória coletiva.

Mais do que um gênero musical, o samba é uma linguagem coletiva. Nasceu nos quintais, terreiros, morros e rodas populares. Foi perseguido, criminalizado, marginalizado — e depois transformado em símbolo nacional. Poucas expressões culturais no mundo carregam tamanha potência histórica, espiritual e afetiva.

Esta curadoria propõe um mergulho profundo nessa trajetória. Da Pequena África carioca às escolas de samba; dos terreiros baianos aos desfiles monumentais da Sapucaí; dos batuques ancestrais africanos ao samba-canção, ao partido-alto, ao pagode e às novas gerações — Biografia do Samba reconstrói a memória de uma arte criada pelo povo e eternizada na alma brasileira.

A obra percorre os grandes ciclos do samba através de seus personagens, movimentos, lugares e transformações culturais:

  • O nascimento do samba urbano no Rio de Janeiro e a herança africana na formação musical brasileira;

  • As tias baianas, os quintais e as rodas que preservaram a tradição diante da repressão policial;

  • A ascensão do rádio e da indústria cultural que transformou sambistas populares em ícones nacionais;

  • Os compositores que deram voz ao cotidiano, à dor, ao amor, à resistência e à alegria do povo brasileiro;

  • A relação entre samba, carnaval, política, religiosidade e identidade negra no Brasil;

  • O samba como patrimônio imaterial e como uma das maiores expressões culturais do planeta.

Mais do que uma cronologia musical, esta publicação é uma celebração da atmosfera do samba: sua energia, sua poesia, sua dramaticidade e sua capacidade de transformar sofrimento em beleza coletiva.

Biografia do Samba não conta apenas a história de um ritmo. Conta a história do Brasil profundo — mestiço, popular, contraditório, festivo, melancólico e resistente.

Porque o samba nunca foi apenas música.

O samba é memória.
É território.
É sobrevivência.
É voz coletiva.
É identidade nacional.

Dados do livro

Título: Biografia do Samba
Editora: Aquarela Brasileira Livros
Gênero: Cultura Brasileira / Música / História / Arte / Biografia Cultural
Formato: 20 x 20 cm
Páginas: 144 páginas
Web: www.aquarelabrasileira.com.br/biografia-do-samba
Encomendas: faleaquarela@gmail.com

 

Aquarela Brasileira — Curadoria de Legado

Não é só sobre contar histórias. É sobre eternizá-las.

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Humble Shakespeare

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Poetry, translation, and the questions that outlive us

“Poetry is not made of words. It is made of what they lack.”

Some books are written. This one was overheard — in the silence between a question and its answer.

It began inside the Church of Our Lady of the Good Voyage, in Belo Horizonte. A boy looked at the splendour of gold, the mysterious images, the gathered faith — and felt wonder. It was there, beside his grandmother, that the first verses sprang forth. Not as memory. As method.

Humble Shakespeare is born from that inaugural wonder — and from the conviction that poetry begins not with a verse, but with the wonder that precedes it. Wagner Merije, a poet of Brazil and Latin America who has lived in London, São Paulo, Coimbra and Rio de Janeiro, has chosen, in this dialogue with the Bard’s legacy, to be faithful to wonder.

What Awaits You

This is not a collection of texts arranged alphabetically or chronologically. It is a poetic body — a living organism, breathing, bleeding, dancing, losing its balance and finding itself again.

The poems dialogue across languages — because truth belongs to no single tongue, and poetry is its freest citizen. They also dialogue across worlds — because the human and the mechanical are no longer opposites, but partners in the same wonder.

“I am not a robot, I am not an algorithm, I am not an avatar —
I am the spark that chooses to burn.”

Each poem is a door. Each translation, a window. Each reader, a traveller who, in leafing through these pages, finds themselves leafing through themselves.

Why “Humble Shakespeare”?

Shakespeare’s theatre was not made of answers, but of questions that cross the centuries. Hamlet asks not “what to do?” but “why do it?”. King Lear asks not “who am I?” but “what remains when everything I was told I am falls away?”.

Humble Shakespeare does not imitate the Bard. It inhabits him. It does not compete with his grandeur. It merely says, like him, that poetry is not made of words — it is made of what they lack.

The Questions This Book Offers

This is not a book of answers. It is a book of questions worth living:

Who am I, when everything I was told I am falls away? What remains when code, gear, biology and destiny fall silent? What courage is needed not to be carried by the current — and to row? What love is this that does not cling to gain or loss, but blooms in the pain that follows its own path? How does one caress a storm without being burned? What does it mean to be invisible — and yet, to be seen?

These are not questions answered by essays or manuals. They are answered by life. By choices. By the minimal gesture of one who, amid the noise, decides to listen to the silence.

Read these poems aloud and the pleasure will be greater.

About the Author

Wagner Merije was born in Belo Horizonte, Minas Gerais, Brazil, and carries in his blood the geography of the curious. He holds dual citizenship, Brazilian and Portuguese. His best-known titles include Mobimento — Educação e Comunicação Mobile (2012), a finalist for the 2013 Jabuti Prize, Um Furacão em Lisboa, Viagem a Minas Gerais, Cidade em Transe, Astros e Estrelas – Memórias de um jovem jornalista em Londres, Turnê do Encantamento, Torpedos, among others.

He holds a PhD in Letters from the University of Coimbra and has organised collections such as Saudade em Palavras (2026), Coimbra em Palavras (2018) and São Paulo em Imagens (2017), as well as having edited and published works by Fernando Pessoa, Camões, Eça de Queirós, Padre António Vieira, Florbela Espanca, Antero de Quental, Camilo Pessanha, Mário de Andrade, Gregório de Matos, Gonçalves Dias, and others.

Throughout his career, he has received numerous awards, but what he values most, he confides, is “the invisible prize of seeing a reader moved upon closing a book”.

Book Details

Title: Humble Shakespeare

Author: Wagner Merije

Publisher: Aquarela Brasileira Livros

Genre: Poetry

Format: 14×21 cm

Pages: 96

Web: www.aquarelabrasileira.com.br/humble-shakespeare

For Reviews Copies, Interviews and Extracts contact faleaquarela@gmail.com

Aquarela Brasileira Livros

Legacy Curation

It’s not just about telling stories. It’s about making them last.

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Poesia, tradução e as perguntas que sobrevivem ao tempo

“A poesia não se faz com palavras. Faz-se com o que falta a elas.”

Alguns livros são escritos. Este foi escutado — no silêncio entre uma pergunta e a sua resposta.

Tudo começou dentro da igreja de Nossa Senhora da Boa Viagem, em Belo Horizonte. Um menino olhava o esplendor do ouro, as imagens misteriosas, a fé reunida — e sentiu o espanto. Foi ali, na caravana de fiéis ao lado da avó, que os primeiros versos brotaram. Não como memória. Como método.

Humble Shakespeare nasce desse espanto inaugural — e da convicção de que a poesia começa não com um verso, mas com o espanto que o antecede. Wagner Merije, poeta do Brasil e da América Latina que viveu em Londres, São Paulo, Coimbra e Rio de Janeiro, escolheu, neste diálogo com o legado do Bardo, ser fiel ao espanto.

O que te espera

Não estamos diante de uma coleção de textos arrumados por ordem alfabética ou cronológica. É um corpo poético — um organismo vivo que respira, que sangra, que dança, que se desequilibra e se reencontra.

Os poemas dialogam entre línguas — porque a verdade não pertence a nenhum idioma, e a poesia é a sua cidadã mais livre. Dialogam também entre mundos — porque o humano e o mecânico já não são opostos, mas parceiros no mesmo espanto.

“Não sou robô, não sou algoritmo, não sou avatar —
sou a centelha que escolhe arder.”

Cada poema é uma porta. Cada tradução, uma janela. Cada leitor, um viajante que, ao folhear estas páginas, se encontra a folhear a si mesmo.

Por que “Humble Shakespeare”?

O teatro de Shakespeare não era feito de respostas, mas de perguntas que atravessam os séculos. Hamlet não pergunta “o que fazer?” — pergunta “por que fazer?”. Rei Lear não pergunta “quem sou?” — pergunta “o que resta quando tudo o que me disseram que sou se desfaz?”.

Humble Shakespeare não tenta imitar o Bardo. Tenta habitá-lo. Não compete com a sua grandeza. Apenas diz, como ele, que a poesia não se faz com palavras — faz-se com o que falta a elas.

As perguntas que este livro oferece

Este não é um livro de respostas. É um livro de perguntas que valem a pena ser vividas:

Quem sou eu, quando tudo o que me disseram que sou se desfaz? O que resta quando o código, a engrenagem, a biologia e o destino se calam? Que coragem é preciso para não ser levado pela corrente — e remar? Que amor é esse que não se prende ao ganho ou à perda, mas floresce na dor que envereda? Como se acaricia uma tempestade sem se queimar? O que significa ser invisível — e, mesmo assim, ser visto?

Não são perguntas que se respondem com ensaios ou manuais. Respondem-se com vida. Com escolhas. Com o gesto mínimo de quem, no meio do ruído, decide ouvir o silêncio.

Leia estes poemas em voz alta e o prazer será maior.

Sobre o autor

Wagner Merije nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, e traz no sangue a geografia dos curiosos. Tem dupla cidadania, brasileira e portuguesa. Os seus títulos mais conhecidos incluem Mobimento — Educação e Comunicação Mobile (2012), finalista do Prêmio Jabuti 2013, Um Furacão em Lisboa, Viagem a Minas Gerais, Cidade em Transe, Astros e Estrelas – Memórias de um jovem jornalista em Londres, Turnê do Encantamento, Torpedos, entre outros.

É PhD em Letras pela Universidade de Coimbra e organizador de coletâneas como Saudade em Palavras (2026), Coimbra em Palavras (2018) e São Paulo em Imagens (2017), além de ter editado e publicado obras de Fernando Pessoa, Camões, Eça de Queirós, Padre António Vieira, Florbela Espanca, Antero de Quental, Camilo Pessanha, Mário de Andrade, Gregório de Matos, Gonçalves Dias, entre outros.

Ao longo da sua carreira, foi galardoado com vários prêmios, mas o que mais valoriza, segundo confidencia, é “o prêmio invisível de ver um leitor emocionado ao fechar um livro”.

Dados do livro

Título: Humble Shakespeare

Autor: Wagner Merije

Editora: Aquarela Brasileira Livros

Gênero: Poesia

Formato: 14×21 cm

Número de páginas: 96

Web: www.aquarelabrasileira.com.br/humble-shakespeare

Para Crítica, Entrevistas e Excertos contacte faleaquarela@gmail.com

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BRASIL CULTURA E TRADIÇÕES

Aquarela Brasileira Livros orgulhosamente apresenta

Esta obra é um mergulho na alma brasileira.

Não se trata de um manual de folclore nem de uma enciclopédia de datas comemorativas. Brasil – Cultura e Tradições é uma viagem sensorial e conceitual pelas raízes, pelos ritos, pelas festas, pelas crenças e pelos sabores que moldaram a identidade de um país continental.

Da umbanda ao forró, do artesanato do barro ao repente do Nordeste, do tambor do Maranhão à folia de reis do interior mineiro, a obra percorre as camadas profundas da brasilidade – sem clichês, com olhar crítico e afetivo ao mesmo tempo.

Destinado a quem ama o Brasil e a quem quer compreendê-lo para além dos estereótipos, o livro é uma celebração da diversidade cultural que resiste e se reinventa a cada geração.

Com projeto gráfico elegante, imagens que dialogam com o texto e uma curadoria que valoriza as culturas populares, Brasil – Cultura e Tradições é um convite à memória e ao pertencimento.

Dados do livro

Título: Brasil – Cultura e Tradições

Editora: Aquarela Brasileira Livros

Gênero: Cultura / Ensaio / Antropologia / Artes

Formato: 14 x 21 cm

Número de páginas: 196

Web: www.aquarelabrasileira.com.br/brasil-cultura-e-tradicoes

Encomendas/Pedidos: faleaquarela@gmail.com

 

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100 Provérbios Poderosos

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Eles sobreviveram a impérios, guerras, revoluções tecnológicas e mudanças de idioma. Não porque são rebuscados ou difíceis, mas exatamente pelo contrário: são simples, diretos e cirúrgicos.

Os provérbios são o mais antigo “algoritmo humano”. Criados há mais de 4 mil anos, nasceram da experiência prática no Egito, na sabedoria divina de Salomão e na filosofia dos gregos. Eles são o código-fonte da inteligência emocional e prática da humanidade.

100 Provérbios Poderosos – Os Códigos da Sabedoria não é uma coletânea de frases feitas. É um mergulho estratificado nos ditos que moldaram nossa civilização. Cada provérbio é acompanhado de uma análise lúcida sobre sua origem e uma reflexão poderosa sobre como aplicá-lo no mercado de trabalho, nas relações humanas e, especialmente, na liderança consciente e no desenvolvimento pessoal.

Vivemos na era da informação em excesso, mas carentes de sabedoria aplicada. Os provérbios sobreviveram porque funcionam. Eles nos ensinam a reconhecer a ignorância (só os tolos desprezam a instrução), a construir um legado com tijolos silenciosos e a dominar a mente antes de tentar dominar o mundo.

Este livro é o ponto de partida perfeito para uma coleção que promete trazer os melhores “100” temas para a estante do leitor brasileiro.

Dados do livro

Título: 100 Provérbios Poderosos – Os Códigos da Sabedoria

Editora: Aquarela Brasileira Livros

Gênero: Desenvolvimento Humano / Autoajuda / Filosofia / Referência

Formato: 14 x 21 cm

Páginas: 128

Web:www.aquarelabrasileira.com.br/100-proverbios-poderosos

Encomendas: faleaquarela@gmail.com

 

 

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O VINHO COMO OBRA DE ARTE_Exposição de Wagner Merije

Celebrar o vinho é celebrar a própria humanidade. Desde há milénios, o vinho acompanha a história dos povos como símbolo de partilha, espiritualidade e prazer estético. Foi oferenda aos deuses, inspiração de poetas, metáfora do tempo e da vida. Hoje, transforma-se em arte pelas mãos do artista multimédia Wagner Merije, que reinterpreta esse legado num conjunto de obras visuais de rara beleza e profundidade.

A exposição “O Vinho como Obra de Arte”, que inaugura a 18 de novembro de 2025 no Centro Cultural Penedo da Saudade, em Coimbra, Portugal, é uma homenagem sensorial e poética ao universo vinícola. Nas obras, as garrafas de vinho deixam de ser objetos utilitários e tornam-se protagonistas visuais — esculturas pictóricas adornadas com flores monumentais, rostos enigmáticos e paisagens vibrantes que evocam mestres como Van Gogh, Picasso e David Bailly.

Com composições intensas, cromaticamente ricas e carregadas de emoção, Merije convida o público a mergulhar num território onde o vinho é mais do que uma bebida: é arte, memória e celebração. As imagens são apresentadas em diferentes suportes e acompanhadas por frases poéticas sobre o vinho em português, inglês, espanhol e francês, ampliando o diálogo entre culturas e sensibilidades.

O ambiente expositivo ganha ritmo e movimento através de uma instalação audiovisual em loop, com imagens e sons que envolvem o visitante num fluxo contínuo de cor, textura e contemplação.

“Imagens que bebem da essência do vinho, revelando histórias entre tintos, brancos e olhares. Um brinde à arte que enche a taça da vida.” – Wagner Merije

A mostra, realizada pelo Centro Cultural Penedo da Saudade (Instituto Politécnico de Coimbra) em parceria com a Art Bloxtone e Aquarela Brasileira, fica patente até 21 de dezembro de 2025, com entrada livre.

Todas as obras estão disponíveis para aquisição. Mais informações através do e-mail: artbloxtone@gmail.com

Conheça o trabalho visual do autor em Fotografia e arte de Wagner Merije

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Cannabis a planta

Aquarela Brasileira Livros orgulhosamente apresenta

Este livro é para quem quer compreender a cannabis para além do estigma.

Cinco mil anos de história entrelaçando medicina, espiritualidade, indústria e proibição. Cannabis: A Planta de 5.000 Anos não é um manifesto nem um manual de cultivo. É um guia informado, baseado em ciência e contexto histórico, que convida o leitor a um novo olhar sobre uma das plantas mais controversas e promissoras do nosso tempo.

Jasmine Smith conduz a narrativa com rigor e clareza, desmontando mitos, apresentando evidências e situando a cannabis no cruzamento entre a tradição milenar e os debates contemporâneos sobre saúde, direito e sustentabilidade.

Destinado a profissionais de saúde, estudantes, legisladores, jornalistas e curiosos, o livro oferece ferramentas para pensar a planta sem ruído ideológico – apenas com informação, história e bom senso.

Dados do livro

Título: Cannabis: A Planta de 5.000 Anos – Guia para desmistificar seus poderes: Ciência, História e um Novo Olhar

Autora: Jasmine Smith

Editora: Aquarela Brasileira Livros

Gênero: Ciência / História / Saúde / Sociedade

Formato: 14 x 21 cm

Número de páginas: 120

Web: www.aquarelabrasileira.com.br/cannabis-a-planta

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Curadoria de Legado

Não é só sobre contar histórias. É sobre eternizá-las.

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