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Coimbra Música Conversas Miriam Jorge

Bem-vindos, bem-vindas ao Coimbra Música & Conversas, um encontro para falarmos sobre música, formação musical, apoio à cultura e sobrevivência artística em tempos de pandemia. Em meio às conversas, improvisos musicais com cada convidado ou convidada. Uma oportunidade de conhecer e valorizar os artistas da cidade, além de manifestar nosso apoio em tempos de pandemia a quem tanto contribui para que nossos dias tenham arte e mais cores.

A convidada de hoje é Miriam Jorge, cantora de voz cristalina, ex-integrante das Mondeguinas, advogada, praticante e facilitadora de Yoga, fundadora de várias associações e intérprete de canções de conexão espiritual junto ao grupo AMA Folk.

Nesta conversa com sorrisos e luz, Miriam conta sobre a importância da música na sua vida, da música como conexão e cura, como caminho de transformação, do seu envolvimento com a tuna acadêmica Mondeguinas e do potencial transformador do grupo, aborda a pesquisa de músicas tradicionais portuguesas e as viagens para as apresentações musicais.

Também fala de sua ligação profunda com a Yoga como caminho de vida, dos workshops que ministra, das mudanças com a pandemia, entre outros assuntos.

Nos improvisos, ela toca uma composição original e entoa mantras para ajudar-nos a respirar melhor e purificar nossos corações. Como ela própria diz, “tudo é vibração!”

Uma conversa transformadora e cheia de mensagens de amor.

O projeto Coimbra Música & Conversas é uma realização da Aquarela Brasileira Multimedia para o Ciclo Orphika 2020 da Universidade de Coimbra.

O mediador convidado para esta série é Wagner Merije, doutorando na FLUC, jornalista, poeta, escritor, editor, compositor, gestor cultural e criador multimedia.

Acompanhe a série de conversas no link
www.aquarelabrasileira.com.br/coimbra-musica-conversas-serie

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Coimbra Música Conversas_Carlos Mendes_Kaló

Bem-vindos, bem-vindas ao Coimbra Música & Conversas, um encontro para falarmos sobre música, formação musical, apoio à cultura e sobrevivência artística em tempos de pandemia. Em meio às conversas, improvisos musicais com cada convidado ou convidada. Uma oportunidade de conhecer e valorizar os artistas da cidade, além de manifestar nosso apoio em tempos de pandemia a quem tanto contribui para que nossos dias tenham arte e mais cores.

O convidado de hoje é Carlos Mendes, também conhecido como Kaló. É baterista, compositor e cantor da banda The Twist Connection. Já integrou combos como The Parkinsons, WrayGunn, Bunnyranch, Tédio Boys, dentre outros.

Nessa conversa animada, a lenda do rock de Coimbra relembra suas diversas bandas, fala da sua relação com a bateria e com a vida de músico, das angústias existenciais e criativas, aborda seus estudos filosóficos, apresenta sua visão sobre a cena de Coimbra “Capital do Rock’n’roll” e de outros géneros musicais, reflete sobre a formação de público, entre outras questões sensíveis.
O uso das línguas no rock, especialmente da Língua Portuguesa, e suas participações no cinema também passam por seu crivo.
E como ele mesmo diz, apesar da crise pandêmica, “está cheio de ideias para continuar a fazer música”.

Uma conversa verdadeira e com a maturidade de quem tem uma longa história e muito por partilhar.

O projeto Coimbra Música & Conversas é uma realização da Aquarela Brasileira Multimedia para o Ciclo Orphika 2020 da Universidade de Coimbra.

O mediador convidado para esta série é Wagner Merije, doutorando na FLUC, jornalista, poeta, escritor, editor, compositor, gestor cultural e criador multimedia.

Acompanhe a série de conversas no link
www.aquarelabrasileira.com.br/coimbra-musica-conversas-serie

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Coimbra Música Conversas João Silva Jorri

Bem-vindos, bem-vindas ao Coimbra Música & Conversas, um encontro para falarmos sobre música, formação musical, apoio à cultura e sobrevivência artística em tempos de pandemia. Em meio às conversas, improvisos musicais com cada convidado ou convidada. Uma oportunidade de conhecer e valorizar os artistas da cidade, além de manifestar nosso apoio em tempos de pandemia a quem tanto contribui para que nossos dias tenham arte e mais cores.

O convidado de hoje é João Silva, também conhecido como Jorri. É músico, compositor, produtor, membro fundador da banda “a Jigsaw”, coordenador e fundador da casa de criação Blue House.

Nessa conversa franca, o articulador da cena do novo rock de Coimbra fala da guitarra e da cultura de Coimbra, da importância da cidade em sua trajetória, bem como do mundo da música por trás dos palcos e nos palcos, das composições para teatro e cinema, o trabalho empresarial com 80 músicos, sobre as profissões artísticas e técnicas e os diálogos com os vários agentes da cultura.

As mudanças enormes que estão a ocorrer no showbusiness com a pandemia também passam por sua análise, entre outros assuntos.

Em meio a esta boa troca de ideias, João Silva também toca sua Auto Harp , um instrumento de timbres belos e peculiares.

Uma conversa animada com temas para todos que se interessam pela música e pelo mundo dos espetáculos.

O projeto Coimbra Música & Conversas é uma realização da Aquarela Brasileira Multimedia para o Ciclo Orphika 2020 da Universidade de Coimbra.

O mediador convidado para esta série é Wagner Merije, doutorando na FLUC, jornalista, poeta, escritor, editor, compositor, gestor cultural e criador multimedia.

Acompanhe a série de conversas no link

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Coimbra Música Conversas Série

Coimbra Música & Conversas_FINAL

Série de conversas sobre música, formação musical, apoio à cultura e sobrevivência artística em tempos de pandemia, entremeadas por improvisos musicais.

Uma oportunidade de conhecer e valorizar os artistas da cidade, além de manifestar nosso apoio em tempos de pandemia a quem tanto contribui para que nossos dias tenham arte e mais cores.

Quando: 10, 17 e 24 novembro e 01 de dezembro/2020

O projeto Coimbra Música & Conversas é uma realização da Aquarela Brasileira Multimedia para o Ciclo Orphika 2020 da Universidade de Coimbra.

O mediador convidado para esta série é Wagner Merije, doutorando na FLUC, jornalista, poeta, escritor, editor, compositor, gestor cultural e criador multimedia.

Ao final, todas as conversas estarão reunidas no link
www.quarelabrasileira.com.br/coimbra-musica-conversas-serie

Conversa com João Silva_Jorri
www.aquarelabrasileira.com.br/coimbra-musica-conversas-joao-silva-jorri

Conversa com Carlos Mendes_Kaló
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Conversa com Miriam Jorge
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O que as janelas da UC mostram

Mostra fotográfica que convida o público a olhar para fora, a olhar pelas janelas da UC e ver o que o outro lado tem para nos contar

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«A arte é tudo – tudo o resto é nada. Só um livro é capaz de fazer a eternidade de um povo. Leónidas e Péricles não bastariam para que a velha Grécia ainda vivesse, nova e radiosa, nos nossos espíritos: foi-lhe preciso ter Aristófanes e Ésquilo. Tudo é efémero e oco nas sociedades – sobretudo o que nelas mais nos deslumbra. Podes-me tu dizer quem foram, no tempo de Shakespeare, os grandes banqueiros e as formosas mulheres? Onde estão os sacos de ouro deles e o rolar do seu luxo? Onde estão os olhos claros delas? Onde estão as rosas de York que floriram então? Mas Shakespeare está realmente tão vivo como quando, no estreito tablado do Globe, ele dependurava a lanterna que devia ser a Lua, triste e amorosamente invocada, alumiando o jardim dos Capuletos. Está vivo de uma vida melhor, porque o seu espírito fulge com um sereno e contínuo esplendor, sem que o perturbem mais as humilhantes misérias da carne!

Só a arte realmente pode dizer aos seus eleitos com firmeza e certeza: tu não morrerás inteiramente.»

Eça de Queirós in Prefácio a «Azulejos», poemas do Conde de Arnoso, 1896

 

Estas e outras imagens podem ser vistas de 04 a 15 de março de 2020, de segunda a sexta-feira, das 10h às 20h, no Átrio do Teatro Paulo Quintela, situado na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra
Largo da Porta Férrea | 3004-530 COIMBRA • PORTUGAL

Esta exposição é apoiada pela Universidade de Coimbra e faz parte da programação da 22ª Semana Cultural da UC no ano que a Universidade de Coimbra celebra 730 anos de sua criação.

Produção/Production: Aquarela Brasileira
Contatos/Contacts: faleaquarela@gmail.com

Coimbra em imagens

 

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Coimbra em imagens, novo título da Aquarela Brasileira Livros, reúne 22 nomes e uma belíssima coleção de imagens

Coimbra na visão de Joana Vila Nova, Alexandre Moutinho, Kareen Terenzzo, Zhang Qinzhe, Ana Baptista, Wagner Merije, Felipe Vieira, Mauro Costa Couceiro, Marcela Uchoa, Mick Maxwell, Isabela Bentes, Bruno Mendonça, Susana Elaine, Lucerna do Moco, Rita Gomes, Jairo Fará, Ana Albuquerque e Aguilar, Frederico Ramalho Biscaia, Sónia Gonçalves Nunes, Hérica Jorge Pinheiro, Elizabeth Gomes, Bruno Pedro Simões

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É hora e vez de se deixar transportar para dentro da Coimbra de mil faces, de se deixar emocionar de forma múltipla, de maneira generosa, como se fosse sempre a primeira mirada. Eis uma belíssima coleção de 156 fotografias diferentes a provar que a beleza existe e persiste em vários ângulos.

“Este livro surgiu da vontade de revelar novos olhares sobre Coimbra (distrito e concelho). Trata-se de um livro de livres expressões, que prima pela diversidade, composto por imagens interessantes para ver e rever sobre Coimbra cenário de tantas histórias. Afetivo, criativo, crítico, contempla registros do instante pelo olhar de quem vê o mundo com olhos curiosos, por quem se deixa inebriar de visões e sentidos.”, conta o organizador e editor da obra, Wagner Merije, doutorando na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.

Participam nativos e nativas de Coimbra, portugueses e portuguesas de outros cantos e ilhas e gente de países diversos do globo, entre artistas, estudantes, ex-estudantes, pesquisadores e outros membros da comunidade da UC, bem como pessoas que escolheram Coimbra para viver e trabalhar. São fotógrafos e fotógrafas experimentados e também amadores, que têm em comum o gosto de fotografar e modos especiais de ver o mundo.

Assim, Coimbra e suas múltiplas paisagens, que vão do urbano ao rural, passando pelas quintas, aldeias, vilas, serras, rios e mar, se tornam ainda mais encantadoras. “No ritmo frenético de nossos dias atuais, é preciso ter calma para olhar e ver. O interessante é que no livro as imagens ganham o espaço da eternidade. Aqui se pode ver, perceber, pensar, sentir, fantasiar. E não só. Aos que se interessam pelos lugares, espaços, pessoas, pela Geografia, História, Arquitetura, Humanidades, pela riqueza escondida, este é um convite ao deleite!”, acrescenta Wagner Merije, que também é jornalista e escritor.

Talvez a maior riqueza deixada por esse encontro de criadores de imagens seja a importância de afirmarmos a diversidade existente nas ruas, as inúmeras possibilidades de olhar, ler e interpretar a vida e a dinâmica dos sítios de forma criativa e subversiva, reconstruindo assim um novo lugar a cada momento.

Aos distraídos, os detalhes nunca antes percebidos serão reveladores. Temos em mãos mais uma possibilidade de interpretação de signos que estão aí, vivos, prontos para tocar o coração de cada um, com suas particularidades e contradições.

A Apresentação, o Prefácio e o texto da contracapa do livro contam com versões em português e inglês, de modo a facilitar o acesso aos estrangeiros. “Nesse jogo de revelações e mistérios por serem revelados, ao nos deparamos com um conjunto de imagens tão belas e enigmáticas como essas nesse livro, percebemos que muito temos a refletir. Henri Cartier-Bresson uma vez disse: ‘Fotografar, é colocar na mesma linha, a cabeça, o olho e o coração.’”, complementa Merije.

Coimbra em imagens faz parte de uma coleção da Aquarela Brasileira Livros que pretende olhar de forma diferente e afetiva para os lugares, cidades, países e continentes, pela visão e sentidos de quem vive e se reconhece em suas ruas, casas, apartamentos, esquinas e bares.

 

DADOS DO LIVRO
Título: Coimbra em imagens
Autores: 22 fotógrafos/as
Editora: Aquarela Brasileira Livros
Gênero: Fotografia
Formato: 14 x 21 cm
Número de páginas: 148
ISBN: 978-85-92552-13-8
DL: 457103/19
Web: www.aquarelabrasileira.com.br/coimbra-em-imagens
Encomendas: faleaquarela@gmail.com

 

Aquarela Brasileira Livros
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Pequenos Grandes Caminhos

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Mostra de artes que tem como mote os caminhos que as crianças trilham com seus pais, avós e familiares para chegar à escola.

São representações visuais que mostram a diversidade de caminhos nas vidas de todos nós.

Uma criação conjunta das crianças do Jardim de Infância dos SASUC, com muito carinho e criatividade.
Participam Leonor, Sofia, Madalena, Pilar, Joaquim, Clara, Júlia, Pedro, Mafalda, Maria Inês, Rita, Rebeca, Henrique, Guilherme, Maria Rita, Inês, Dora

Apresentada, primeiramente, no Hospital Pediátrico, permite-nos perceber o hospital para além de sua finalidade de acolhimento de doentes, mas também como um local de convívio de pessoas diversas, de encontros, de aprendizagem, de amor, de esperança, de cura pela arte.

Arte em espaços não convencionais, aberta ao público.

Valorização dos saberes e talentos das crianças.

Em seguida, as criações serão apresentadas nas dependências do Jardim de Infância do SASUC.

Local 1: Hospital Pediátrico da Universidade de Coimbra
(Entrada pelas Consultas Externas) –Av. Dr. Afonso Romão, 3030
Período: De 21/03/2019 a 10/04/2019
Horário: 8h30 às 17h00
Informações: faleaquarela@gmail.com

Local 2: Jardim de Infância do SASUC
Av. Dr. Dias da Silva, 7
Período: De 11/04/2019 a 28/04/2019
Horário: 8h30 às 18h30

21ª Semana Cultural da UC – Caminhos

Agradecimentos: Universidade de Coimbra, Equipa da Semana Cultural da UC, Equipa do JI SASUC, Joana Vila Nova, Raquel Maricato, Nuno Freitas, Odete Gonçalves, Equipa do Hospital Pediátrico do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), Dra Salomé Marques, Elisa Martins, Lucio Oliveira, colaboradores. e amigos.

Idealização: Aquarela Brasileira Multimedia

 

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Projetar Caminhos… Andar Por Aí!

Apresentação
O atelier no JISASUC integra-se numa abordagem específica em que as famílias são chamadas como colaboradores ativos e presenciais na dinamização deste espaço e tempo. Destina-se a um momento em que as crianças em pequenos grupos exploram as dimensões das suas cem linguagens.
Este ano o mote para adultos e crianças foi “Projetar Caminhos…Andar Por Aí!”.

O Processo
“Fizemos desenhos sobre caminhos. Eu fiz um labirinto que é um caminho que tem muitos sítios por onde podemos passar. Eu já estava a pensar num labirinto, antes de fazer o esboço. É que eu lembrei-me de um labirinto que há no parque. Tem caminhos com portas, onde podemos passar, e outros que têm arbustos.
Fiz o labirinto da Rita que não acreditava em dragões, mas afinal apareceu o dragão e cuspiu fogo!” Rita, 5 anos

“Fiz o mapa da minha casa e depois fiz o caminho para a escola da mana e desenhei a escola da mana. Este é o caminho da escola da mana!” Leonor, 5 anos

“Fiz o caminho da água e dos peixes.
– E eu também. O caminho dos peixes é na água do mar.
– Os peixes vão passear no rio e encontram outros peixes e também pode encontrar tartarugas e polvos. Fizemos este caminho com lápis, canetas, arame e umas bolinhas de brinquedos.” Maria Inês e Mafalda, 4 anos
“Fiz o caminho dos pássaros e vi aqui um pássaro. O caminho dos pássaros é pelo céu: uns vão para ali que é para casa dos meus avós, para o outro lado é para casa dos outros avós, para baixo é para o chão e para cima é para o céu e para o espaço.
Utilizei lápis e uma folha para desenhar o esboço dos caminhos. Depois usei outros materiais…com rolos de papel e linha colorida, e outro com algodão. As asas foram de um papel brilhante azul e o bico também foi com esse material.” Rebeca, 5 anos

“No atelier eu fiz um caminho que era o dos pássaros. Não sei onde vai dar, mas é no céu e eu não sei onde vai dar. Quando os pássaros vão no caminho deles vão para os ninhos que são nas árvores.” Madalena, 4 anos
“Eu fiz o caminho das coisas que estão dentro da escola. Há mesas, cadeiras e tapetes. É um caminho divertido, porque os amigos também estão connosco! Este era um caminho importante porque é o caminho da escola e eu gosto de vir à escola…fazemos amigos novos. Mas antes tive que fazer o esboço que é quando desenhamos num papel as nossas ideias, aquilo que vamos fazer.
Para fazer este caminho utilizei barro, rolos pequeninos, paus e palhinhas.” Joaquim, 5 anos

“Eu fiz o caminho dos brinquedos! Eu escolhi este caminho… é porque desenhei tudo: todos os brinquedos.” Pilar, 3 anos
“Fiz um caminho com algodão.” Sofia, 3 anos

“Eu desenhei o caminho de um banco de azulejos que é para vir para a escola, porque às vezes eu passo por lá, quando venho a pé. Usei cola e usei esponjas, lápis de cor, e um papel grande que tinha brilhantes e era macio. Depois de fazer o esboço eu decidi fazer o caminho com o Guilherme, porque somos amigos. O Guilherme tinha um caminho que era do estendal aterrar na parte de trás da carrinha. E depois fizemos uma carrinha da polícia.” Henrique, 6 anos

“Primeiro eu desenhei o meu esboço! Eu fiz um esboço de quando fui à Land Paris e andei no comboio que tinha um túnel de quadros e esculturas. Depois a Inês disse-me o que desenhou: desenhou o caminho das vacas que é nos montes claros. Depois tivemos uma ideia que era fazer o caminho das vacas a passar pelo túnel. Então a Inês foi fazer as vacas com cabeça de algodão e eu fui fazer os quadros com papéis, bolinhas brilhantes e canetas. Havia um quadro gigante no último. Eu usei papel brilhante, fita cola e cartão. O papel era crepe e não aguentava muitas coisas, por isso pusemos cartão por baixo. Usámos também bolinhas, cola, canetas, papéis, espuma e papéis normais e brilhantes.” Maria Rita, 6 anos
“Fiz o caminho para a minha casa.” Clara, 3 anos
“Primeiro fiz o esboço que é um desenho e depois ficamos a olhar para ele. Depois temos que montar o que o desenho está a mandar. Eu fiz o caminho das vacas! No esboço fiz com muitas, mas depois para montar eram só duas, porque fiz com a Maria Rita. Fizemos juntas, porque nós somos muito amigas.
Utilizei papel brilhante para as vacas e outros materiais que eram rolhas e arames.” Inês, 6 anos

“Fiz um desenho no atelier sobre a minha ideia do meu caminho que era da asa do estendal a cair em cima da carrinha do pai. Mas depois, decidi fazer com o Henrique, porque ele é o meu melhor amigo e juntámos os nossos caminhos.” Guilherme, 5 anos

“Fiz o caminho da minha casa para o JI numa folha e com lápis. Depois fiz com o Pedro, porque ele também estava a fazer o caminho para o JI.
– Fizemos com caricas e madeira.
– Tivemos que martelar com martelo e pregos para não cair.
– Eu desenhei o carro, porque vou para o JI de carro.
– E eu desenhei a minha casa. Depois cortámos e colámos.” Júlia, 4 anos e Pedro, 5 anos

 

 

O cárcere de Newton e outros contos

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“O cárcere de Newton e outros contos” aposta em estratégias insólitas para tentar desvendar as várias faces do ser humano

O cárcere de Newton e outros contos é um petardo. É uma aposta literária. Tem mistério, tem graça, tem agilidade, é cômico, é insólito, é surreal. Em alguns momentos aponta uma ruptura com o mundo tal como ele nos é dado, em uma fronteira entre o improvável e o costumeiro. Este é o tempo dos eventos sensíveis. A racionalidade ficcional está em aberto neste livro, há um embate entre o universo tradicional dos contos fantásticos e o mundo moderno do realismo. Precisa de mais motivos para você lê-lo?

Os contos, ensaios e poemas de Bruno Macêdo Mendonça vêm obtendo ampla aceitação na esfera de divulgação tipicamente pós-moderna. Desde de 2015 – quando o autor começou a desengavetar antigos escritos e a direcionar suas energias para a produção literária –, inovadores, criativos e conscienciosos periódicos eletrônicos, tanto brasileiros quanto portugueses, têm publicado seus textos, contribuindo, decerto, para a evolução de sua carreira, mas também para o fortalecimento, a projeção e a democratização das letras e da língua portuguesa.

A experiência da leitura é única e fascinante, as sensações diversas e múltiplas. Entre a realidade das situações no livro tramadas e a ficção estilística do autor, restará a dúvida e o riso alto ao se completar a leitura de O cárcere de Newton e outros contos.

André Balbo, editor da revista literária Lavoura, escritor e curador, aponta no prefácio que o livro é “uma oportunidade de ler o mundo a partir de lentes incomuns, oblíquas – essa sim uma tarefa obscura, a julgar por nossa adição insípida por aquilo a que chamamos realidade, refém de protocolos e burocracias pachorrentas, que nos impedem de cavoucar os mecanismos não ditos.” E vai além: “Bruno Macêdo Mendonça é daqueles autores que busca contradizer os diversos “materialismos prosaicos” aos quais nos amoldamos, retorcendo as trivialidades e liberando os possíveis…”

Nas palavras de Jorge Pereira, Editor-Chefe da Philos – Revista de Literatura da União Latina, “nota-se que no Cárcere de Newton, embora presente sua habitual postura crítica, os ídolos sob a mira do escritor são a objetividade do real e a unidade do eu cartesiano. Com escrita perspicaz, o autor remove ruídos de nossa atmosfera institucional e executa um mergulho no ser, sem olvidar a problemática de sua interação com o mundo externo. Bruno detém essa louvável capacidade de aperfeiçoamento artístico, mantendo compromisso inafastável com a precisão e qualidade do texto.”

Bruno Macêdo Mendonça (Recife, 1979) é escritor, autor da coletânea de contos Trôpegos visionários e do romance Liberdade, lançamentos da Editora Kazuá. Estudioso das múltiplas facetas do insólito na narrativa curta, desenvolve atualmente sua pesquisa no Doutoramento em Línguas Modernas: Culturas, Literaturas e Tradução, da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. É também colunista e curador da Revista Philos. Tem textos seus publicados em meios literários diversos, de que são exemplos: Revista Gueto; Marina Tambalo: Crítica e Literatura; Plástico Bolha; A Mão de Safo; Revista Desenredos; Jornal O Relevo; Revista Enfermaria 6 e Revista Subversa. Este livro é o segundo projeto em parceria com a Aquarela Brasileira Livros, tendo o autor publicado, no segundo semestre de 2018, narrativas suas na obra coletiva Coimbra em palavras, do mesmo selo editorial.

DADOS DO LIVRO
Título: O cárcere de Newton e outros contos
Autores: Bruno Macêdo Mendonça
Editora: Aquarela Brasileira Livros
Conteúdo: Contos; Contos fantásticos; Realismo; Prosa
Formato: 14 x 21 cm
Número de páginas: 114
ISBN:978-85-92552-11-4
Depósito legal: 446998/18
Web: www.aquarelabrasileira.com.br/o-carcere-de-newton-e-outros-contos
Encomendas: faleaquarela@gmail.com

 

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Aquarela Brasileira Livros é uma editora contemporânea, criativa e ousada. Trabalhamos com autores que amam escrever e também com quem tem histórias incríveis para contar.

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Coimbra em palavras e o lançamento em Lisboa

Coimbra em Palavras em Lisboa - Foto: @partilheconteudo
Coimbra em Palavras em Lisboa – Foto: @partilheconteudo

Coimbra em palavras – Lançamento em Lisboa (malta)

 

Coimbra em palavras Lançamento em Lisboa + Wagner Merije

Vídeos: @partilheconteudo

 

Fotos: Júlia Zuza

 

Fotos: Erick Morris

 

Fotos: Arquivo Geral

 

Coimbra em Palavras reúne 34 autoras e autores (de todos os continentes) para celebrar a multifacetada cidade de Coimbra

LANÇAMENTO EM LISBOA
13/10/2018 – Livraria Tigre de Papel – Rua de Arroios 25, 1150-053

Coimbra é eterna e misteriosa e aqui é apreciada de forma criativa através das palavras de Poeta G, Rita Gomes, Ricardo Almeida, Élia Ramalho, Raquel Lima, Wagner Merije, Marie Claire De Mattia, Bruno Mendonça, Marina Alexiou, Tiago Miguel Knob, Hérica Jorge, Fábio Lucindo, Elaine Santos, O Urso, Helen Maia, Jairo Fará, Julie-Cerise Gay, Zhang Qinzhe, Aline Ferreira, Vittorio Aranha, Moema Najjar, Rafael Cheniaux, Paula Machava, Sérgio Fagundes, Clara Pereira, Laylla O’Neall

mais
Luís Vaz de Camões, Eça de Queirós, Florbela Espanca, Gregório de Matos, Gonçalves Dias, Tomás Antônio Gonzaga

Prefácio: José Augusto Cardoso Bernardes

Posfácio: Adriana Calcanhotto

Coimbra em Palavras faz parte de uma coleção da Aquarela Brasileira Livros, editora sediada em São Paulo e que chega agora a Portugal, que apresenta histórias afetivas de cidades, estados e países, pela visão e sentidos de quem vive e se reconhece em suas ruas, casas, esquinas e bares

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