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Tia Geralda

Tia Gerada_flyer lançamento

Tia Geralda, a morte e o gato, novo título da Aquarela Brasileira Livros, apresenta uma extraordinária e cômica personagem do ilustrador, programador visual e poeta Rômulo Garcias

LANÇAMENTO
14/08/2018 – Terça-feira
19 horas
Asa de Papel – Rua Piauí, 631 – Belo Horizonte/MG

Atenção, apreciadores da requintada arte das tirinhas de humor: o efervescente criatório dos personagens de Rômulo Garcias anuncia a boa nova: nasceu Tia Geralda – senhora de fino traço, hoje, na última etapa de sua vida modesta e bem vivida.

Tia Geralda é uma senhora bem vivida e muito sabida, que no seu dia a dia tenta convencer a morte a esperar mais um pouquinho. Tia Geralda tem jogo de cintura., para ela viver é divertido. E nisso ela esta coberta de razão (apesar de todo dia tentarem nos dizer o contrário)!

“Tia Geralda é uma anti-heroína, cujo poder são a esperteza e a astúcia – para alcançar a vida eterna sem precisar morrer. Com as armas da criatividade, vencer a batalha da sobrevivência. Tornar-se verdadeiramente imortal e não apenas um retrato na parede, uma estrela na calçada da fama.”, segundo aponta Marcelo Xavier no prefácio, ele próprio um escritor e artista plástico criador de obras de rara beleza.

Pois saibam que este é um livro divertido para leitoras e leitoras de todas as idades e para os apreciadores da arte serial, dos quadrinhos, das bandas desenhadas. Mas é preciso destacar que Tia Geralda, a morte e o gato também é um livro para a “boa idade”, novidade absolutamente louvável, pois predominam trabalhos para crianças e jovens. Mas, sem dúvida, toda a família vai gostar da Tia Geralda.

“Pelas cores e pelo humor de Rômulo, observador atento do risível que há em nós, Tia Geralda ganha fôlego para nos divertir sem hora marcada. Pois até a morte pode esperar. É como dizer: liberdade e tempo para quem quer viver! Se os gatos têm sete vidas, desde agora a nossa Tia colorida tem a eternidade.”, comenta Wagner Merije na apresentação da obra.

Rômulo Garcias é responsável pelos textos e pelas imagens, em um casamento perfeito de quem sabe contar histórias e gosta do que faz. Daí surge essa figura, que parece uma tia conhecida de todos nós. E de fato é!

São 67 tirinhas, mas o livro também pode ser lido como uma longa história cheia de sensibilidade e ensinamentos, de tirar lágrimas de alegria e de emoção.

Mineiro de João Monlevade, crescido em Belo Horizonte, Minas Gerais, onde fincou seus pincéis e suas tintas, Rômulo Garcias, 56 anos, é ilustrador e programador visual. Ilustrou publicações da PUC Minas, Escola de Direito Dom Helder Câmara, da Universidade Federal de Ouro Preto e em diversos veículos A CEMIG publicou e distribuiu seu livro LUZ às escolas públicas de Minas Gerais. Em 2014 lançou seu livro de poesia Clandestino. Como o próprio diz, há 38 anos vive de riscos e se diverte com o que cria.

O lançamento no dia 14/08/2018, na Asa de Papel, em Belo Horizonte, contará com participação do Coral da Marilu e performances poéticas.

DADOS DO LIVRO
Título: Tia Geralda, a morte e o gato
Autor: Rômulo Garcias
Editora: Aquarela Brasileira Livros
Conteúdo: Histórias em quadrinhos, Artes Visuais, Humor, Sátira
Formato: 22 x 7,5 cm
Número de páginas: 140
ISBN: 978-85-92552-10-7
Preço sugerido: R$ 30,00
Web: www.aquarelabrasileira.com.br/tia-geralda

Aquarela Brasileira Livros
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Aquarela Brasileira Livros é uma editora contemporânea, criativa e ousada. Trabalhamos com autores que amam escrever e também com quem tem histórias incríveis para contar.

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Tia Geralda_Flyer de lançamento 2

 

Tia Geralda_flyer lançamento 3

Pequena Casa de Lembranças na TV UC

Foi ao arrumar a mala de sua filha para a escola que o artista e estudante de doutoramento da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (FLUC), Wagner Merije, teve a ideia que o levaria a realizar uma instalação artística na Casa da Esquina e no Hospital Pediátrico de Coimbra. “A Pequena Casa de Lembranças surgiu no momento de tirar algumas coisas da mala e saber que outras ficariam para trás”. O autor da obra tomou como mote as mudanças que ocorrem na vida das crianças quando seus pais escolhem viver em outro país. “Comecei a pensar em como representar essa transição de quando as crianças têm que partir”, explica Wagner Merije.

Brinquedos, fotografias, desenhos, roupas e objetos pessoais compõem a estrutura da casa de memórias. “Muitas vezes não temos noção de que um pequeno objeto carrega uma carga enorme de sentimentos e histórias para as crianças”. Para Wagner Merije, elas são capazes de se identificarem com esses objetos e projetarem neles os amigos e parentes. O artista lembra de crianças que visitaram a exposição e atribuíram qualidades pessoais aos objetos. “Elas se colocam no lugar dos brinquedos” revela o autor.

Foram recrutados dois alunos de arquitetura da Universidade de Coimbra para participarem na criação do projeto. “O Wagner mostrou-nos várias ideias de casa e queria que o ajudássemos a construí-la com lugares para pôr brinquedos pendurados e repartições” conta o estudante de arquitetura, Joel Capitão.

Para Wagner Merije, a importância da obra passa também por atrair um público para o qual a produção artística é menos frequente. “Eu quis fazer um trabalho para crianças e convidá-las para refletirem comigo o que significam as memórias e as lembranças”.

O autor do projeto chama a atenção, contudo, da necessidade dos adultos também visitarem a instalação. Segundo ele, as questões abordadas na obra vão além dos sentimentos das crianças. Trata-se de discutir o lugar das crianças na academia e na sociedade, bem como atentar à saúde e aos cuidados infantis.

A Pequena Casa de Lembranças fica até dia 30 de março na Casa da Esquina e depois muda-se para o Hospital Pediátrico do dia 02 de abril até o dia 15 de abril.

Por Vittorio Aranha

Veja a matéria completa em http://noticias.uc.pt/multimedia/videos/memorias-e-historias-infantis-sob-e-sobre-telhado

Pequena Casa de Lembranças

Pequena Casa de Lembranças_arte 

Pequena Casa de Lembranças é uma representação da memória de várias crianças por meio de objetos (roupas, calçados, brinquedos, desenhos, fotografias etc) que revestem uma pequena casa de brinquedo. Uma evocação às lembranças deixadas para trás por crianças que mudam para países diferentes, como acontece com muitos filhos(as) de pesquisadores em Coimbra. Uma criação multimedia de Wagner Merije

Projeto selecionado para a 20ª Semana Cultural da Universidade de Coimbra 2018

 

Locais, Datas e Horários de Visitação:

Casa da Esquina – Rua Aires de Campos, 06

De 14/03 a 30/03/2018

Visitas: De terça a sexta-feira, das 10h às 12h30 e das 14h30 às 18h30

Informações: 239 041 397

 

Hospital Pediátrico – R. Dr. Afonso Romão, 3030

De 02/04 a 15/04/2018

Visitas: Todos os dias, aberto 24 horas

Informações: 239 488 700

 

Processo de elaboração:

Pequena casa de lembranças é uma representação do universo infantil por meio da memória e das lembranças de crianças. Representadas por objetos pessoais (roupas, calçados, brinquedos, desenhos, fotografias e outros pertences) essas memórias e lembranças re-vestem uma pequena casa de brinquedo (de estilo Montessori). A casa e os objetos evocam casas e objetos deixados para trás por crianças que mudam de casa para cidades e países diferentes. Mundos muitas vezes apartados. E o que fica para trás tem sempre muito para contar.

Uma representação lúdica que procura trazer uma chama de vida para adultos e crianças, quer tenham passado por situação parecida ou não. Um reencontro com o passado, um chamado para o presente, um entrelaçamento de vidas e histórias para discutir a representação de memória, de casa, de pertencimento e de obsolescências emocionais e materiais. Uma síntese de três casas – casa-universo particular, casa-corpo, casa-mundo.

Em Coimbra, encontramos muitas crianças em trânsito com pais e parentes pesquisadores e moradores temporários, como a pequena Dora, filha do autor, de onde veio a inspiração.

Durante a elaboração do design e do croqui da cena, composta pela representação das memórias, das casas das diversas crianças e dos objetos referenciais da infância, as pesquisas nos levaram à uma representação de um “ambiente Montessoriano”, pelo qual temos identificação.

Representação no campo das proposições, pois nem todas as crianças vêm do mesmo ambiente, a diversidade é o comum no caso das crianças que aqui são evocadas. Mas a escolha do “estilo” da casa erguida para acolher as lembranças ora colhidas dialoga com a mensagem que a obra passa, da casa como espaço do conforto, da liberdade e das memórias. Das memórias como importantes e a serem preservadas.

Reflitamos: como ficam os corações dessas crianças nesses casos de mudanças? Carinho e atenção são extremamente necessários. A arte chama!

Sobre o Método Montessori:

Idealizadora do Método, Maria Montessori (1870 – 1952) nasceu em 31 de agosto de 1870 na cidade de Chieravale, na Itália. Primeira mulher a se formar em Medicina em seu país, logo se interessou pelos mecanismos de desenvolvimento do aprendizado infantil. Com ênfase no desenvolvimento infantil durante a primeira infância e com aplicação universal, o Método Montessori parte do princípio de que todas as crianças tem a capacidade de aprender através de um processo que deve ser desenvolvido espontaneamente a partir das experiências efetuadas no ambiente, que deve estar organizado para proporcionar a manifestação dos interesses naturais da criança, estimulando a capacidade de aprender fazendo e a experimentação da criança, respeitando fatores como tempo e ritmo, personalidade, liberdade e individualidade dos alunos.

Materiais:

– Roupas, Calçados, Brinquedos, Desenhos, Fotografias, Chupeta, Escova de dente, Boneca, animais de borracha, Bibe,

– Poliestireno azul, Cartolina Kraft, Cola, Linha de nylon, Ganchos de metal, Impressões fotográficas, alfinetes, tachinhas, tapete, cabides

Sobre o autor:

Wagner Rodrigues Araujo, mais conhecido como WAGNER MERIJE, é criador (poeta, escritor, jornalista, compositor, gestor cultural, curador, editor), envolvido com projetos multimídia ligados à educação, literatura, música, cinema/vídeo, fotografia e teatro. Não é por acaso que a sua arte é associada a essa interatividade com as tecnologias da comunicação e é conhecida como suprasensorial. Ao longo de sua carreira, Merije faz uso de diversas ferramentas, despertando a atenção e interesse de jovens e pessoas ligadas à educação, a arte e a tecnologia. Natural de Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, tem trabalhos lançados no Brasil e no exterior. É doutorando em Literatura de Língua Portuguesa na Universidade de Coimbra/Portugal. Publicou os livros Mexidinho (2017), Astros e Estrelas – Memórias de um jovem jornalista em Londres (2017), Cidade em transe (2015), Viagem a Minas Gerais (2013), Torpedos (2012), Mobimento – Educação e Comunicação Mobile (2012) – finalista do Prêmio Jabuti 2013, e Turnê do Encantamento (2009), lançados em alguns dos principais eventos literários do Brasil. Sua escrita também está em antologias e em outras mídias. Compôs e interpretou músicas nos discos Coletivo Universal (2004), Peopleware (2009), Se você perder a voz (2011), Suprasensorial (2012), em filmes, séries e programas de TV. Tem criações nas fronteiras entre a arte digital, a videoarte e o videoclipe. Idealizou e coordena o projeto MVMob – Minha Vida Mobile. Fez a direção artística e curadoria de vários projetos no Brasil e em outros países. Recebeu os prêmios Sesc Sated (2003), Prêmio Tim da Música Brasileira (2005), Rumos Itaú Cultural (2008), Lei de Incentivo à Cultura de Minas Gerais (2007-2010), FazCultura Bahia (2010), Proac São Paulo (2010), Inovação Educativa Fundação Telefônica – OEI (2011), Prêmio da Música Brasileira (2013), 28º Salão Nacional de Poesia Psiu Poético (2014). Mantém o site www.merije.com.br

 

Ficha Técnica:

Concepção e Criação: Wagner Merije

Organização: Universidade de Coimbra

Produção: Aquarela Brasileira

Colaborações: Roberta Scatolini, Dora M.S.A, Joel Capitão, Hugo Martins, Rômulo Garcias

Agradecimentos: Colaboradores, Casa da Esquina (Sandra Jorge, Filipa Alves), Hospital Pediátrico do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), JISASUC, Hérica Jorge Pinheiro, , Marcela Heraclio, Daniel Cruz, Salomé Marques, Luísa Lopes, Teresa Baptista e toda a Equipa da Semana Cultural da UC

 

Saiba mais:

www.uc.pt/semanacultural

www.aquarelabrasileira.com.br/pequena-casa-de-lembrancas

www.merije.com.br/blog/diario/pequena-casa-de-lembrancas

Contato: faleaquarela@gmail.com

 

 

São Paulo em imagens

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São Paulo em imagens, novo título da Aquarela Brasileira Livros, reúne 27 fotógrafos e uma belíssima coleção de imagens da maior cidade do Brasil

LANÇAMENTO

Dia 25/01/2018, das 19h às 22h

Matilha Cultural

Rua Rêgo Freitas, 542 – República – São Paulo/SP

 

São Paulo pelas lentes e artes de Alex Richard Martins, Bia Ferrer,  Carolina Paes, Carolina Rolim, Charles Roberto Silva, Daisy Serena, Felipe Maciel Delgado, Fernando Eleutério, João Henrique Abreu, Julio Cesar Fernandes, Lia Testa, Lucy Franco, Luiz Leite, Marcos Gonçalves, Mário Filhou José, Marlos Barros, Octavio Weber Neto, Pablo Villavicencio, Pacx Sampaio, Priscila Xavier, Rogerio Bessa Gonçalves, Soraya Idehama, Tatiana Perdigão, Tato Souza, Vanderson Satiro, Wagner Merije e Wellington Kiko Cesar

Aqui temos uma belíssima coleção de imagens da cidade de São Paulo. São 27 visões diferentes a provar que a beleza existe e persiste em vários ângulos. Um convite à fruição estética e a uma viagem ao coração de uma das maiores cidades da história da humanidade.

“O livro São Paulo em imagens surgiu da vontade de trazer à tona diversas representações da cidade pelos olhares daqueles que procuram manter uma relação viva e amorosa com sua paisagem urbana, que se deixam invadir cotidianamente pelo ritmo frenético e muitas vezes caótico da vida que pulsa forte. A beleza das imagens compartilhadas nos transportaram para dentro da cena, que atraíram nosso olhar distraído para os detalhes nunca antes percebidos. Assim, a cidade, sua arquitetura, seus personagens e seus detalhes, se tornaram ainda mais presentes, encantadores, impactantes para todos nós. Talvez a maior riqueza deixada por esse encontro de fotógrafos seja a importância de afirmarmos a diversidade existente nas ruas, as inúmeras possibilidades de olhar, ler e interpretar a vida e a dinâmica urbana de forma criativa e subversiva, reconstruindo assim uma nova cidade a cada momento, registrada a cada olhar sensível e atento”, contam os organizadores da obra, Lucy Franco e Wagner Merije

O prefácio é assinado pelo VJ e músico Spetto, e o posfácio pelo poeta e ator Emerson Alcalde, do “Slam da Guilhermina”.

Por dentro de Sampa

“Todos as/os autoras/es aqui apresentadas/os, 27 na soma, demonstram diariamente compromisso e amor pela capital paulista, o que não parece excluir as tantas vezes em que a cidade assusta, afasta, provoca uma vontade imensa de ir embora e nunca mais voltar. Mas a vida segue, com a fumaça tóxica dos ônibus, o barulho constante e estridente, o colorido dos grafites que provocam muita reflexão, os ‘pixos’ nos locais mais improváveis, que gritam e resistem como denúncia viva… Isso é Sampa!”, complementam os organizadores.

É nesse momento que vivemos hoje, que o livro São Paulo em Imagens vem para revelar apenas mais uma possibilidade de interpretação de certa cidade que está aí, a cidade viva, que acolhe, que sangra e que está incorporada na singularidade de milhões de olhares, no coração de cada um, com suas particularidades e contradições.

A fotografia é revelação e mistério, e muito já se falou sobre esta arte de duzentos anos. No entanto, quando nos deparamos com imagens tão belas e enigmáticas como essas nesse livro, percebemos que muito temos a refletir sobre o que as lentes captam. Henri Cartier-Bresson uma vez disse: Fotografar, é colocar na mesma linha, a cabeça, o olho e o coração.” E muito mais! “O olho do homem serve de fotografia ao invisível, como o ouvido serve de eco ao silêncio.”, escreveu Machado de Assis.

Este é um novo painel de uma cidade tantas vezes fotografada e, aparentemente, tão pouco conhecida, por ter muito a nos dizer em imagens e lembranças. Instantes únicos aqui se revelam nesse álbum fantástico, dando forma eterna ao tempo e ao modo de ver a cidade por quem nela vive e se veste de luzes e sombras.

Então, gostaríamos de convocar a todos para continuar olhando e vendo essa  cidade única e ao mesmo tempo múltipla, de maneira generosa, a cada dia, como se fosse sempre o primeiro…

 

SERVIÇO
Título: São Paulo em imagens
Autores: 27 fotógrafos/as
Editora: Aquarela Brasileira Livros
Gênero: Fotografia
Formato: 14 x 21 cm
Número de páginas: 176
ISBN: 978-85-92552-08-4
Preço: R$ 35,00
Web: www.aquarelabrasileira.com.br/sao-paulo-em-imagens
Encomendas: faleaquarela@gmail.com

 

Capa toda_São Paulo em imagens

Aquarela Brasileira Livros

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Aquarela Brasileira convida

Convidamos a todos para esses lançamentos que prometem ser belos encontros!

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Convite-Aquarela_Sindicato dos Jornalistas_100817

Astros e Estrelas – Memórias de um jovem jornalista em Londres

CAPA

4a CAPA

JORNALISMO CULTURAL, VIAGEM E LITERATURA

ASTROS E ESTRELAS – Memórias de um jovem jornalista em Londres, novo título da Aquarela Brasileira Livros, apresenta 16 histórias incríveis tendo a capital da Inglaterra como cenário

Lançamentos ocorrem em universidades no segundo semestre, em vários estados, com a presença do autor

Há quem veja o Jornalismo como uma arte realista. Assim sendo, um Jornalista Cultural Internacional convive em dois mundos, no real e no da fantasia. Afinal, suas fontes são astros e estrelas das artes e do entretenimento mundial. A arte do Jornalista Cultural é um convite a entrar na intimidade e no pensamento de quem mexe com a imaginação de milhões de pessoas ao redor do planeta.

O jornalista cultural Wagner Merije teve a oportunidade de conhecer e conversar com artistas de ponta, protagonistas de obras e momentos que entraram para história. Esses encontros geraram uma série de reportagens publicadas na Folha de São Paulo, no Caderno Ilustrada.

Reunidas agora em livro, formam uma obra que emociona pela sensibilidade da prosa de Wagner Merije e pelo olhar investigativo que o jornalista retrata seus personagens – como a buscar desvendar a mágica que há por trás do show e da notícia.

O livro Astros e Estrelas – Memórias de um jovem jornalista em Londres reúne uma seleção de 16 histórias, recheadas de novos dados e detalhes de bastidores que as tornam saborosas e divertidas. O leitor vai junto com o jornalista ao encontro de astros e estrelas internacionais do cinema, da música, do teatro, das artes plásticas e da performance e, em meio a criações e bate-papos memoráveis, há um convite especial para passear pela cidade de Londres, sempre encantadora e vibrante.

Como destaca o jornalista e escritor Dennis de Oliveira, Doutor em Ciências da Comunicação pela USP, chefe do Departamento de Jornalismo e Editoração (CJE) da Escola de Comunicações e Artes da USP,  “Quem leu as reportagens de Merije na Folha de S. Paulo ficou com um gostinho de que faltava alguma coisa – mas não para ter certeza e sim para mergulhar mais fundo. Pois o texto jornalístico é antes de tudo, construído com o fluir sobre os acontecimentos. E lê-los é uma fruição.” Dennis, que é professor do curso de Jornalismo e dos programas de Pós Graduação em Integração da América Latina (Prolam) e Mudança Social e Participação Política (Promuspp), todos da USP,  segue no prefácio do livro: “Os “making of” das reportagens de Merije neste livro nos possibilitam nadar nus nas ruas de Londres e continuar aquecidos. O lugar da ética protestante teve o espírito do capitalismo desencarnado pelas falas do nosso arte-jornalista. Que viagem deliciosa!”

LITERATURA & VIAGEM
Gabriel Garcia Márquez dizia que “o jornalismo é uma paixão insaciável que só se pode digerir e humanizar mediante a confrontação descarnada com a realidade…”. Já Marguerite Duras escreveu que “os jornalistas são os trabalhadores manuais, os operários da palavra. O jornalismo só pode ser literatura quando é apaixonado”.

Livros e viagens têm tudo a ver. inclusive, existe um gênero literário que trata somente de viagens, a literatura odepórica, que nada mais é que uma narrativa acerca das experiências, descobertas e reflexões de um viajante. Além disso, se você parar para pensar, os livros são excelentes companheiros de viagens.

Astros e Estrelas – Memórias de um jovem jornalista em Londres é um livro para quem gosta de viajar, para quem gosta de literatura de viagem, com informações e dicas interessantes para estudantes e profissionais das Comunicações, da Cultura, das Artes e do Entretenimento. Um compêndio sobre a Arte do Jornalismo e a Arte do viver com arte.

“Wagner Merije é uma daquelas pessoas que eu chamo de human in progress. Quando você pensa que ele terminou uma coisa, já começou outro (ou outros) projeto e a gente fica meio no ar nesse universo suprasensorial que ele reinventa incessantemente. E cá entre nós, com que gás!”, comenta no posfácio Erika Balbino, diretora da empresa Baobá Comunicação, Cultura e Conteúdo e escritora, formada em cinema e roteiro pela FAAP – Fundação Armando Álvares Penteado.

O novo lançamento da Aquarela Brasileira Livros, uma editora jovem e apaixonada por livros e histórias, é um trabalho comprometido com a formação de jovens leitores, aproximando-os da literatura de viagem e aventura, resgatando as tradições clássicas sob uma nova e atual perspectiva. É mais uma prova da força do trabalho do autor. E uma demonstração de que a reportagem é uma arte literária também.

Sobre o autor
Wagner Merije é jornalista formado pela PUC-MG. Trabalhou para veículos no Brasil (Revista Palavra, Rede Minas, TV Horizonte, TV Senac, O Tempo, Vivo Music Tones, Rádio Inconfidência, Savassi FM) e no exterior (Folha de São Paulo/Cadernos Ilustrada e Turismo, Euro Brasil Press, em Londres). Tem passagem por assessorias de imprensa e produtoras culturais, foi intérprete de artistas e é colaborar de revistas, jornais e sites. Entre os livros que lançou estão Mexidinho (2017), Cidade em transe (2015), Viagem a Minas Gerais (2013), Torpedos (2012), Mobimento – Educação e Comunicação Mobile (2012) – finalista do Prêmio Jabuti 2013, e Turnê do Encantamento (2009), lançados em alguns dos principais eventos literários do país. Sua escrita também está em antologias e em outras mídias. Tem músicas em discos, filmes, séries e programas de TV. É curador e diretor audiovisual. Recebeu os prêmios Sesc Sated (2003), Prêmio Tim da Música Brasileira (2005), Rumos Itaú Cultural (2008), Inovação Educativa Fundação Telefônica – OEI (2011), Prêmio da Música Brasileira (2013)­­­­. Mantém o site www.merije.com.br

SERVIÇO
Astros e Estrelas – Memórias de um jovem jornalista em Londres
Autor: Wagner Merije
Editora: Aquarela Brasileira Livros
Gênero: Jornalismo. Reportagem. Cultura. Arte. Música. Cinema
Formato: 14×21 cm
Número de páginas: 152
Material: capa dura – papel Pólen bold 80
ISBN: 978-85-92552-04-6
Prefácio: Dennis de Oliveira (USP)
Posfácio: Erika Balbino (FAAP/USP)
Preço: R$ 35,00
Encomendas: faleaquarela@gmail.com
Site: www.aquarelabrasileira.com.br/astros-e-estrelas-memorias-de-um-jovem-jornalista-em-londres

 

PREFÁCIO
Ética da fruição e espírito além-capitalismo

“Porque o jornalismo é uma paixão insaciável que só se pode digerir e humanizar mediante a confrontação descarnada com a realidade. Quem não sofreu essa servidão que se alimenta dos imprevistos da vida, não pode imaginá-la. Quem não viveu a palpitação sobrenatural da notícia, o orgasmo do furo, a demolição moral do fracasso, não pode sequer conceber o que são. Ninguém que não tenha nascido para isso e esteja disposto a viver só para isso poderia persistir numa profissão tão incompreensível e voraz, cuja obra termina depois de cada notícia, como se fora para sempre, mas que não concede um instante de paz enquanto não torna a começar com mais ardor do que nunca no minuto seguinte.” (Gabriel Garcia Marquez)

Das cidades europeias, talvez somente Londres poderia ter uma noite de experimentações latinas como as narradas por Wagner Merije neste livro que conta suas aventuras artísticas orgasmáticas jornalísticas na capital britânica. A cidade das contradições, onde o fogo do rock de protesto dos anos 1960 mantém a chama acesa ante a “friaca” dos ventos vindos do Tâmisa, em que os fish and chips embrulhados no jornal das cenas de pobreza narradas por Charles Dickens viraram pós-cult nos pubs com decorações vitorianas. E que a capital do império que intermediava o tráfico de escravos da África para o Brasil e Caribe e os produtos feitos a base do chicote nos tristes trópicos fosse o centro das experimentações latinas. Mas também foi ali que o pensador Stuart Hall se estabeleceu vindo da Jamaica para ganhar visibilidade internacional e, pouco tempo antes do seu falecimento, dizer, ironicamente e sorridente, que o seu projeto de exílio na metrópole foi um fracasso.

Por estas razões, Londres foi o palco ideal para as inquietas falas de um brasileiro, latino-americano e arte-jornalista como Merije furar, com um aríete de palavras, as regras da razão instrumental do Manual de Redação da Folha de S. Paulo: “Eu andava cheio de pautas, precisando compartilhar com o mundo o que eu andava observando. Depois que emplaquei a primeira e a segunda matéria na Ilustrada, eu fui propondo e os editores gostando e as matérias sendo publicadas no tempo dos acontecimentos”, disse ele. Provavelmente, no imaginário de quem lê a Ilustrada, deve pensar que o caderno foi escrito por algum engravatado yuppie, com toda a pauta organizada gravada em algum arquivo do laptop.

Mas as putas pautas que poderiam ser acondicionadas nas normativas técnicas eram, na winchester coberta com o chapéu de Merije, pautas putas porque transitavam livre, leves e soltas nas calçadas e parques arborizados londrinos. Os jardins bonitinhos e organizados da capital britânica têm suas folhas soltas e um arte-jornalista tem olhar e faros apurados para captar seus movimentos. Cinema, música e tecnologia podem possibilitar revoluções a partir dos quartos dos seus autores. Mas para serem revoluções precisam ser disseminadas no tempo e o jornalismo é o teleguiado adequado para isto.

Revoluções que transformam antigas prisões em templos das artes como ele conta na história sobre a Tate Gallery, que esquentam a frieza dos dispositivos tecnológicos em música tecno, esquentando o sol frio londrino, e se a coisa esfria muito, há sempre o aconchego das salas de cinema para aquecer com os grandes filmes.

Mas o olhar atento do arte-jornalista adverte com precisão: sucess, not suckcess! Ou então como a fronteira é tão tênue entre uma e outra, é melhor pegar outro caminho. Há muitas pontes que atravessam o Tâmisa, por serem tantas talvez seja melhor nem atravessar e tomar um tea with milk em uma casa de chá perto do Museu Nacional. Lá perto, visitei uma pequena loja em que se vendem sobretudos parecidos com os usados pelo Sherlock Holmes e que tinha tantas opções de chapéus para vender que acabei não comprando nenhum. Decidir e escolher sempre exigem critérios, objetivos e metas a serem atingidas e isto leva aquele dilema do certo/errado, sucesso/fracasso.

Quem leu as reportagens de Merije na Folha de S. Paulo ficou com um gostinho de que faltava alguma coisa – mas não para ter certeza e sim para mergulhar mais fundo. Pois o texto jornalístico é antes de tudo, construído com o fluir sobre os acontecimentos. E lê-los é uma fruição. Os “making of” das reportagens de Merije neste livro nos possibilitam nadar nus nas ruas de Londres e continuar aquecidos. O lugar da ética protestante teve o espírito do capitalismo desencarnado pelas falas do nosso arte-jornalista. Que viagem deliciosa!

Dennis de Oliveira é jornalista e escritor. Doutor em Ciências da Comunicação pela USP, chefe do Departamento de Jornalismo e Editoração (CJE) da Escola de Comunicações e Artes da USP, professor do curso de Jornalismo e dos programas de Pós Graduação em Integração da América Latina (Prolam) e Mudança Social e Participação Política (Promuspp), todos da USP

 

POSFÁCIO
Human in progress

Wagner é uma daquelas pessoas que eu chamo de human in progress. Quando você pensa que ele terminou uma coisa, já começou outro (ou outros) projeto e a gente fica meio no ar nesse universo suprasensorial que ele reinventa incessantemente. E cá entre nós, com que gás!

Quando o conheci não sabia da sua trajetória. Ele chegou até mim com uma proposta educativa que tinha por missão principal tornar o celular aliado na transmissão de conhecimentos. Não o vilão para professores que ainda entendiam o objeto como um inimigo aterrorizante.

Foi assim, mostrando uma nova plataforma, redefinindo sentidos para um aparelho que comecei a observá-lo. Nessa seara fui também vendo música, arte, poesia e conhecendo a órbita em torno do Merije. Essa órbita é quase um exílio voluntário.

Ler a compilação de entrevistas desta obra me lembrou muito um trabalho que divulguei. O livro Farois no Caos, do Ademir Assunção. Um apanhado bom, com pessoas fora de órbita desse exílio produtivo.

Poderia ser mais um livro de compilação de matérias, não fosse a qualidade dos textos e dos entrevistados, bem como o momento pelo qual passa o jornalismo e os jornalistas no Brasil, para ficar só aqui em terras nossas.

Conquistas, paixões, homens e mulheres que nunca aceitaram o mundo e por isso mesmo, fizeram questão de devorá-lo, em exílio.

Por que insisto nessa palavra? O exílio (do latim exilium = banimento, degredo) é o estado de estar longe da própria casa, voluntária ou forçada de um indivíduo. Alguns autores utilizam o termo exilado no sentido de refugiado . Faz sentido?

Nessa órbita de Astros e Estrelas, e olha, não gosto tanto do título, encontramos a arte do jornalismo. “Pegue essas asas quebradas e aprenda a voar”, Paul McCartney. Acho que o jornalismo e os jornalistas estão exatamente nesse céu que não é de brigadeiro. É cada vez mais povoado por acordos comerciais, censura, interesses, acordos, pactos.

O jornalista é um griot, esmagado entre o passado e o futuro, indivíduos que tinham o compromisso de preservar e transmitir histórias, fatos históricos e os conhecimentos e as canções de seu povo. Existem os griots músicos e os griots contadores de histórias. Nos tempos atuais, nossos griots flutuam nas nuvens tecnológicas de novas plataformas que servem de palco para textos. A de se pensar, talvez, que o que importa é o texto e a plataforma.

E sobre a plataforma, lembro de quando tomei um susto ao ver na capa da Ilustrada, na Folha de S. Paulo, um anúncio de página inteira de uma marca de moda. Guardei por muito tempo essa edição, bem como, sempre guardei capas históricas, matérias que me inspiravam ou provocavam de alguma forma. Infelizmente, tive que me desfazer de tudo isso em minha última mudança, as páginas já estavam amareladas, páginas perecíveis de jornais que se mostram também perecíveis. E eu não fico feliz com isso, mesmo que pareça irônica em alguns momentos.

Quando era pequena a gente brincava na rua e dizia “só no ano 2000”. Estou em 2017, nessa transição bem difícil. Quase a mesma de deixar a minha Olivetti Lettera pela IBM. E depois, a IBM pelo primeiro PC. A tecnologia é também um regime autoritário que impõe reviravoltas e expõe identidades que nascem e morrem todos os dias. E o jornalismo, esse aqui exposto no livro, corre o risco de virar um conto.

Eu penso nisso todos os dias. À frente de uma agência de comunicação, sei que tenho que congelar o nosso DNA para renascer já escapando das obviedades. Reconhecer-me latina em um mundo que se deseja e se vislumbra global. Ser um baobá em uma aldeia com critérios e sonhos, a que se estar disposto para pesadelos. E sei que nesse mundo contemporâneo não haverá espaço para o meu candeeiro. Há que se devorar para renascer. O grande crash do jornalismo, o meteoro dessa órbita, vai quebrar o protocolo das relações e das redações. Cronenberg diz em certo momento da entrevista: acidentes como metáfora da colisão da atual tecnologia e da psique humana.

O crash do jornalismo haverá de quebrar igualmente a metáfora de tantos equívocos justificados pela necessidade da sobrevivência, os nocautes diários que sofrem a redação e seus gestores, a balança cega entre conteúdo e comercial.

Uma coletânea de textos publicados entre 1996 e 1997 tem a órbita precisa de cidadãos multiculturais como são Wagner Araújo e Wagner Merije. É dentro desse universo nem de estrelas nem de astros, mas de human in progress, que poderemos, juntos, caminhar e seguir adiante com a nossa crise financeira, crise social, crise das ideias, crise de consumo, crise dos nervos.

Gabriel Garcia Márquez, mencionado pelo autor, diz: “Porque o jornalismo é uma paixão insaciável que só se pode digerir e humanizar mediante a confrontação descarnada com a realidade…”. Confrontação. Conflito. Polarização. Discursos desgovernados. Em determinado momento o autor cita Shakespeare: “… Seja como for o que penses, creio que é melhor dizê-lo com boas palavras…”. Prática em desuso?

O autor provoca: “… A pergunta que ecoa feroz é: até quando um país da dimensão e com as riquezas do Brasil será mantido na periferia da indústria cultural? Passou da hora de inventar novas dinâmicas, novas formas de criar e compartilhar…”. E continua… “…Em 1992, Unforgiven, um roteiro que flutuou ao redor de Hollywood por quase vinte anos, ganhou uma indicação ao Oscar para roteirista e deu ao ator e diretor Clint Eastwood sua melhor expressão em anos. Western moderno, Unforgiven apresenta uma visão sombria da humanidade, onde os bons são raramente simplesmente ‘bom’, enquanto os maus enfrentam a redenção, mesmo humana, enquanto responsáveis por atos desprezíveis…”.

Nessa órbita de astros e estrelas desgovernados, quem busca redenção? Acho que prefiro aqueles que preferem ser bons. E isso, meus camaradas, não é tarefa simples.

Erika Balbino é diretora da empresa Baobá Comunicação, Cultura e Conteúdo e escritora. Formada em cinema e roteiro pela FAAP – Fundação Armando Álvares Penteado, possui especialização em Mídia, Informação e Cultura pelo Celacc – Centro de Estudos Latino-Americanos da USP

 

Uma publicação da Aquarela Brasileira Livros
Livros são Incríveis! A gente ama!
Aquarela Brasileira Livros é uma editora contemporânea, criativa e ousada. Trabalhamos com autores que amam escrever e também com quem tem histórias incríveis para contar.
www.aquarelabrasileira.com.br/aquarela-brasileira-livros
facebook.com/aquarelabrasileira
faleaquarela@gmail.com

Aquarela Brasileira Shop na Festa Simbiótica

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Simbiótica é a vida, é a mistura, é o resultado gerado na junção de vários elementos, interdependentes, solidários e autônomos.

Na quarta edição da festa do Coletivo Supernova (www.coletivosupernova.com.br) teremos o pernambucano Marcos Manulu e sua música com sotaque nordestino se misturando com o som de Gil Duarte e Sistema Asimov de Som, de origem cearense, apresentando uma música urbana com referências sonoras étnicas, mas também com o mesmo sotaque do nordeste tangendo-lhe o norte sonoro.

Ambos os artistas estarão apresentando músicas de seus trabalhos que estão prestes a sair: Marcos Manulu lançando ‘Rebobinado’ e Gil Duarte lançando ‘Gil Duarte & Sistema Asimov de Som ou Sons Equatoriais para Paisagens Tropicais’.

Completando a simbiose de manifestações artísticas, a noite também terá o Ponto de Leitura e Difusão da Aquarela Brasileira (www.aquarelabrasileira.com.br) além da arte visual de Gil Duarte (Binário Armada) e das fotografias de Daniel Arruda (Exodus).

Esperamos todos para essa noite de misturas, sons, cores e alegria.

A entrada é franca e a festa começa a partir das 18h.

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Serviço

Simbiótica

Sábado – 26/11/2016

Das 18h às 21h

CCB – Centro Cultural Butantã
Av. Corifeu de Azevedo Marques 1882, Butantã

São Paulo – SP

Livre Opinião, livros e parcerias

Entrevista bacana do escritor e livreiro Alessandro Buzo no “Livre Opinião” cita os livros produzidos pela Aquarela Brasileira Livros

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pelas-periferias-do-brasil-vol-6_livroempe_promo Poetas do Sarau Suburbano vol 4_capa

Leia a entrevista na íntegra aqui: https://livreopiniao.com/2016/10/12/alessandro-buzo-a-periferia-cansou-de-esperar-agora-produz-sem-pedir-permissao-a-ninguem-alem-do-seu-proprio-publico/

Camões e as línguas

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Apê 80 e Poesia Café apresentam

_Na Língua do Camões
literatura – música – quitutes – drinks

“Na Língua do Camões” é um projeto cujo objetivo é fomentar a produção e a pesquisa das literaturas de Língua Portuguesa.

Nesta primeira edição, compartilharemos gratuitamente o lançamento do livro “Cidade em Transe“, de Wagner Merije e o debate “Ana Cristina César, Adília Lopes e Noemia Sousa: intersecções Brasil, Portugal e Moçambique”, com Lívia Santiago, Karina Uehara e Rosileine Vítor.

Lounge – Negaton
Loja – quitutes Poesia Café + drinks Apê 80 + livros + cerâmicas Omnirá (aceitamos cartões)

_programação:
16h20 – quitutes + drinks + música
17h15 – lançamento do livro
17h45 – debate
18h45 – música
21h – último drink/encerramento

Domingo, 16/10/2016

_local: r. Peixoto Gomide, 65 – apto 80 (entre as ruas Frei Caneca e Augusta, próximo ao metrô consolação)

Aquarela Brasileira na Pátio 42: Mercado + Arte

Pátio 42_logoNo sábado, 27/08/2016, a Aquarela Brasileira participa do evento Pátio 42.

Estaremos lá com nosso stand com livros, camisetas, DVDs, CDs e outros presentes artísticos bacanas.

A programação conta com feira de arte impressa + mesa de conversa + música + comidinhas – ENTRADA GRATUITA!

No Pátio 42 sempre há um debate com 4 palestrantes sobre 2 temas. A mesa deste sábado será sobre mercado e arte e terá a participação de Adriana Terra (Red Bull Station), Alexandre Sato (coletivo oitentaedois), Madô Lopez (Vadia Project) e João Varella (Lote 42). Começa às 16h20 e a participação é gratuita.

A discotecagem do Pátio 42 será de Debora Mello, do Coletivo Trama, que dá mais visibilidade feminina na música. Serão ritmos livres, do afro ao leste europeu, de orgânicos ácidos à música eletrônica, do folclórico ao espacial.

O Pátio 42 rola sempre no 4º sábado de cada mês na Unibes Cultural, que fica na Rua Oscar Freire 2.500 (vizinha do metrô Sumaré), na cidade de São Paulo.