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VAMOS CONVERSAR com Maria João Cantinho

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VAMOS CONVERSAR é uma série de conversas com personalidades da literatura

No dia 25 de maio de 2021 o Centro Cultural Penedo da Saudade, do Instituto Politécnico de Coimbra, dá prosseguimento ao projeto Vamos Conversar, um ciclo de conversas e debates com personalidades da literatura.
O projeto visa estimular reflexões sobre a cultura e a educação com o objetivo de potencializar novos fluxos de interação e criação nesta tão importante e admirada cidade. Também busca fazer desses encontros ágoras de troca de ideias entre os convidados e o público, de modo que todos sintam-se acolhidos e valorizados, e que o debate gere conhecimento e transformação.
Trata-se de uma realização do Centro Cultural Penedo da Saudade e co-organização da Aquarela Brasileira Multimedia.
A convidada de maio é Maria João Cantinho, professora, ensaísta e poeta.
A conversa terá transmissão em direto pelo facebook do Centro Cultural Penedo da Saudade.

Vamos Conversar 2 – Literatura, Melancolia e Revolução: Uma conversa com Maria João Cantinho
Dia: 25 mai. 2021
Hora: 18:00 (Lisboa)

Entrar na reunião Zoom

https://videoconf-colibri.zoom.us/j/81981545734?pwd=TFVjeGo4WVJYQWtHMEVRWHNVVDVOdz09

ID da reunião: 819 8154 5734
Senha de acesso: 705781

Sobre o Centro Cultural Penedo da Saudade
Inaugurado em 18 de janeiro de 2019 e integrado no projeto cultural do Instituto Politécnico de Coimbra, o Centro Cultural Penedo da Saudade tem como objetivo primordial contribuir para o enriquecimento cultural da comunidade deste Instituto numa complementaridade do que é já a produção cultural das suas unidades orgânicas. Também visa promover a partilha de eventos culturais e artísticos em Coimbra, quer através do reforço da divulgação quer, mesmo, através de intercâmbios. Encontra-o na zona do Penedo da Saudade, com uma bela vista da cidade.

Sobre a convidada
Maria João Cantinho nasceu em Lisboa em 1963. Professora, ensaísta e poeta, tem várias obras publicadas, no âmbito da ficção, da poesia e do ensaio. Foi finalista em 2006 no Prémio Telecom, em 2016 foi galardoada com o Prémio Glória de Sant’Anna pelo livro «Do Ínfimo» e em 2020 foi premiada com o Prémio PEN Clube Português na modalidade de ensaio. É membro do Pen Clube Português, da APE e da APCL. Publica regularmente em revistas académicas e literárias. É editora da Revista Caliban.

Sobre o mediador
Wagner Merije é jornalista, escritor, editor e gestor cultural envolvido com projetos ligados à cultura, educação e meio ambiente em países como Brasil, Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Itália e Estados Unidos. É investigador na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Como jornalista, passou por redes de TVs, rádios, jornais, revistas e sites no Brasil, Inglaterra e Portugal. Como autor tem nove livros publicados, de ficção, não ficção, e dezenas de outros como editor, incluindo obras de Fernando Pessoa, Luís Vaz de Camões, Florbela Espanca, Mário de Sá-Carneiro, Camilo Pessanha, João José Cochofel, entre outros.

Maiores informações: faleaquarela@gmail.com

Livro de Mágoas_Florbela Espanca

Livro de Mágoas_Florbela Espanca_Capa promo

Livro de Mágoas, de Florbela Espanca, novo lançamento da Aquarela Brasileira Livros, é um livro de versos de dor, de ausências e distâncias

A poesia era para Florbela Espanca a sua forma de expressão natural, a sua ponte com o mundo, sua maneira de abrir seu coração. Florbela apareceu, escreveu sua poesia doída, sentiu a dor da vida em seu percurso trágico e não suportou esse mundo pesado.

Mas isto não nos impede de dizer que Florbela é imensa, uma luz que nunca se apagou, e por isso tem um brilho raro e longevo. Em seus textos, Florbela abordou temas como amor, erotização, angústia e sofrimento, trazendo a figura feminina para o centro das discussões. Seus versos, de forte teor emocional, aliam a tristeza, a solidão e o desencanto ao desejo de ser feliz. Original em falar de suas próprias trevas, suas palavras são lanternas que iluminam a visão dos leitores, sofredores ou não de mágoas como ela enfrentou.

A poeta não fez parte de nenhum movimento literário, embora seu estilo lembrasse muito os poetas românticos. Ela escreveu contos, poemas e cartas, mas foi no soneto que encontrou o melhor caminho para sua expressão poética.

Livro de Mágoas foi publicado em 1919. Conta com 32 poemas. Parte de sua inspiração veio de sua vida tumultuada, inquieta e sofrida pela rejeição do pai. Sua linguagem está situada nas suas próprias frustrações e anseios, características encontradas no poema “Eu”:

Eu sou a que no mundo anda perdida,
Eu sou a que na vida não tem norte,
Sou a irmã do Sonho, e desta sorte
Sou a crucificada… a dolorida …

Sombra de névoa tênue e esvaecida,
E que o destino amargo, triste e forte,
Impele brutalmente para a morte!
Alma de luto sempre incompreendida!…

Sou aquela que passa e ninguém vê…
Sou a que chamam triste sem o ser…
Sou a que chora sem saber por quê…

Sou talvez a visão que Alguém sonhou,
Alguém que veio ao mundo pra me ver,
E que nunca na vida me encontrou!

É preciso coragem, mas não apenas, para se expor tanto assim em versos tão fortes e explícitos. Em um meio dominado por homens e seus discursos fortemente marcados pelo patriarcado, a poeta apareceu com seus textos de caráter sentimental, confessional e guiados pela paixão.

Apesar de não levantar bandeiras sociais como o Feminismo, Florbela é considerada uma mulher à frente de seu tempo por ter ido contra barreiras da sociedade portuguesa da época, e a grande figura feminina da literatura portuguesa das primeiras décadas do século passado.

Viveu pouco, passou praticamente desapercebida como poeta ou feminista em vida, entretanto, Florbela é das poucas figuras literárias portuguesas cuja vida deu origem a filmes, séries, peças e diversos livros derivados, como biografias, fotobiografias e estudos acadêmicos.

A presente edição para seu lançamento no Brasil contou com o apoio da DGLAB – Direcão-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas, do Ministério da Cultura de Portugal.

SOBRE A AUTORA
Florbela Espanca nasceu em Vila Viçosa, no Alentejo, Portugal, no dia 8 de dezembro de 1894, e com poucos anos foi tomada da mãe e levada pelo pai para viver com sua madrasta, fato que a atormentaria até o fim da vida.
Florbela escreveu seu primeiro poema entre 1903 e 1904: “A vida e a morte”. Na mesma época fez um soneto em homenagem ao seu irmão Apeles e um texto para o aniversário do pai. O primeiro conto escrito por ela foi “Mamã!”, em 1907, sobre sua mãe biológica, que morreria um ano depois.
Em 1917, ao completar o curso de Letras, foi a primeira mulher a ingressar no curso de Direito da Universidade de Lisboa.
Sua primeira obra oficial, composta por sonetos, Livro de Mágoas, teve duzentos exemplares publicados em 1919, os quais foram vendidos rapidamente.
Em 1921 divorcia-se de Alberto e passa a viver com um oficial de artilharia, Antônio Guimarães.
De volta a Lisboa, em 1923, publica Livro de Soror Saudade. Nesse mesmo ano, sofre o segundo aborto e separa-se do segundo marido.
Em 1925 casa-se com o médico Mário Laje, em Matosinhos, onde passa a residir.
Dois anos depois falece seu irmão Apeles em um trágico acidente de avião, o que a deixaria ainda mais fragilizada. Em sua homenagem, ela escreveu um conjunto de contos no livro As máscaras do destino, publicado somente após sua morte.
Florbela tentou suicídio por três vezes, falhando nas duas primeiras e sendo a última fatal. Ela morreu no dia do seu aniversário de 36 anos, em 8 de dezembro de 1930, na cidade de Matosinhos, com superdose de barbitúricos.
Outras livros foram lançadas postumamente: Charneca em flor, Juvenília, Reliquiae e Cartas de Florbela Espanca.

DADOS DO LIVRO
Título: Livro de Mágoas
Autora: Florbela Espanca
Editora: Aquarela Brasileira Livros
Gênero: Poesia
Formato: 13,5 x 17,5 cm
Número de páginas: 50
ISBN: 978-65-86867-07-7
DL: 481446/21
Web: www.aquarelabrasileira.com.br/livro-de-magoas_florbela-espanca
Encomendas: faleaquarela@gmail.com

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EDITADONA DIA MUNDIAL DA LÍNGUA PORTUGUESA NA WIKIPEDIA

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A Frente Cultural do Dia Mundial da Língua Portuguesa foi constituída em 2020 para celebrar o Dia Mundial da Língua Portuguesa, comemorado pela primeira vez em 2020, com participação de diversos profissionais (educadores, editores, autores e integrantes do “mundo editorial”) e outros voluntários.

A Aquarela Brasileira Livros é uma das entidades apoiadoras desta iniciativa.

Desde então, foram realizados 15 webinários, envolvendo diversos convidados, para tratar temas de integração, produção, educação em língua portuguesa no mundo, publicadas no canal da FCLP no YouTube (youtube.com/c/FrenteCulturaldaLínguaPortuguesa).

Desta feita, no próximo dia 5 de maio de 2021, a Frente Cultural, em conjunto com o Wiki Movimento Brasil, propõe realizar um evento de lançamento para “incrementar” a quantidade de verbetes em língua portuguesa naquela que é a maior experiência coletiva de criação colaborativa compartilhada de conhecimentos, que é a Wikipédia.

Verbetes em língua portuguesa, num breve histórico:

  • 9 de junho de 2001 – A Wikipédia em português tem seu primeiro artigo criado.
  • 1 de março de 2003 – A Wikipédia em português alcança a marca de 1 000 artigos.
  • 22 de abril de 2004 – A Wikipédia em português alcança a marca de 5 000 artigos.
  • 9 de julho de 2004 – A Wikipédia em português alcança a marca de 10 000 artigos.
  • 21 de maio de 2005 – A Wikipédia em português alcança a marca de 50 000 artigos.
  • 26 de janeiro de 2006 – A Wikipédia em português alcança a marca de 100 000 artigos.
  • 29 de novembro de 2006 – A Wikipédia em português alcança a marca de 200 000 artigos.
  • 10 de outubro de 2007 – A Wikipédia em português alcança a marca de 300 000 artigos.
  • 22 de junho de 2008 – A Wikipédia em português alcança a marca de 400 000 artigos.
  • 12 de agosto de 2009 – A Wikipédia em português alcança a marca de 500 000 artigos.
  • 17 de agosto de 2010 – A Wikipédia em português alcança a marca de 600 000 artigos.
  • 8 de outubro de 2011 – A Wikipédia em português alcança a marca de 700 000 artigos.
  • 2 de outubro de 2013 – A Wikipédia em português alcança a marca de 800 000 artigos.
  • 27 de dezembro de 2015 – A Wikipédia em português alcança a marca de 900 000 artigos.
  • 26 de junho de 2018 – A Wikipédia em português alcança a marca de 1 000 000 de artigos.

Embora a língua portuguesa seja a 6ª mais falada nativamente no mundo, na Wikipédia nosso idioma está em 18º lugar (com um milhão e sessenta e cinco mil verbetes). A wikipédia lusófona reúne atualmente onze mil editores ativos.

A celebração do DMLP em 2021
Lançaremos neste próximo Dia Mundial da Língua Portuguesa, 5 de maio de 2021, uma iniciativa que se inicia nessa data e durante um ano, até a próxima, pretende fomentar a criação de novos verbetes, bem como proporcionar a melhoria daqueles já existentes, com foco em obras literárias num primeiro momento. Além de livros e autores, também entidades e outros temas ligados à cultura serão estimulados.

O projeto inicia com a realização de uma EDITATONA (maratona de edição), realizada via plataforma Zoom das 15h às 18h (hora de Brasília), mediante inscrição prévia, totalmente gratuita. A ideia é estimular um grupo de colaboradores voluntários a se cadastrarem e aprenderem a editar verbetes existentes, para depois poderem criar verbetes novos.

Estamos mobilizando interessados em Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, e Timor-Leste, e também professores de português em países estrangeiros, da Europa, EUA, China etc.

Entendemos que esta é também uma interessante oportunidade para as editoras checarem qual é a sua presença na Wikipédia, pesquisando quais obras e autores estão presentes e qual a qualidade e profundidade das informações ali publicadas.

Cada verbete na Wikipédia é um corpo vivo, que pode ser editado e complementado por qualquer colaborador inscrito. Contradições e dilemas são resolvidos com uma experiente gestão coletiva.

COMO PARTICIPAR
As inscrições devem ser feitas em bit.ly/3drcvkY 

Você pode ver as editoras e entidades que já estão a apoiar a iniciativa em w.wiki/3CHs (nesta página tem o resumo da atividade e a relação das editoras e entidades que já estão a apoiar o projeto).

Faça o download aqui do documento com todas as instruções: Editatona Wikipédia FCLP – release

Neste nosso site poderão encontrar mais informações: http://dmlp.utopia.com.br 

Pulso da Palavra

PULSO da Palavra_Capa PROMO

Uma publicação potente, com textos e imagens de enorme qualidade, variedade de estilos e de relevância dos conteúdos, que entrará para a História como um importante documento de reflexão.

 

“Pulso da Palavra” reúne produções poéticas de professores e de poetas brasileiros e portugueses que, além de apresentarem seus exercícios poéticos (seus poemas), articulam à poesia outras possibilidades de mediações.

Organizada por Eliane Testa, da Universidade Federal do Tocantins -UFT/UFNT, e Wagner Merije, da Universidade de Coimbra – UC, que também são autores, a publicação conta com as participações de Augusto Niemar, Clarissa Macedo, Maria João Cantinho, Roberto Amaral e Telma Scherer. O prefácio é assinado por Ana Clara Medeiros.

O título, segundo Eliane Testa, estabelece um diálogo com um verso de Vladímir Maiakóvski (1893-1930) “Sei o pulso das palavras”, tomado como fio condutor dos diferentes atravessamentos que a poesia convoca pela potência da “palavra”, pelo seu pulsar atemporal, e de um ponto de vista da linguagem, a palavra poética é sempre inaugural. “Ademais”, completa ela, “este título confere ainda uma singela homenagem àquele que é considerado um dos maiores poetas de todos os tempos”.

Em suas 176 páginas este livro traz à luz movimentos que vertem relações entre a criação e a crítica. São práticas artísticas e linguísticas que nos deslocam para pensar/viver as possibilidades de que um mesmo sujeito é capaz de desdobrar frente a um mundo tornado e contemplado por diversas camadas de experiências de si e/ou de eu-Outros.

É justamente pelo “pulso da palavra” que este volume se debruça, sobretudo, com ímpeto à voz poética, à partilha das “palavras” dos textos e dos poemas numa contemplação da linguagem que se apresenta por vieses distintos: dialeticamente nos ensaios e tensionalmente no texto de poesia. Mas podemos pensar que há desdobramentos para contemplação da língua, em um e outro texto, há configurações de imbricamentos para os diferentes momentos deste livro com vocação para digital (e-book) sem abrir mão de suas qualidades para ser contemplado impresso.

Há tensões e resistências, “oscilações e tremores” (para falarmos em termos de Giorgio Agamben, 2018), continentes nos textos que ora se apresentam, nesta obra, que fazem das palavras, da linguagem devir-fluxos, para (re)ativar um turbilhão de possibilidades de leituras e de reflexões acerca da poesia. E, nesta coletânea de textos, o éthos é a possibilidade da pulsação da linguagem e de suas transreverberações por meios das práticas textuais, nas quais as palavras ocupam o seu direito ao anti(silêncio) à ausência-presença, com seus elos à (re)existências.

Nas palavras de Ana Clara Medeiros, “a palavra galopa, corajosa, neste livro, entre o exercício crítico e o fazer artístico. Por sete veredas, revelam-se professores que são poetas, críticos que são heterônimos, jornalistas que encontram seu lugar no poema, artistas que pintam versos. Facetas múltiplas de quem opera com a palavra como coisa que pulsa: poesia, nossa vida verdadeira”.

Por isso, convidamos a leitora e o leitor a conhecer os diferentes textos que compõe este laboratório coletivo animados pelos “pulsos da palavra”.

O e-book encontra-se disponível para o público geral através de download gratuito aqui:  PULSO_DA_PALAVRA_E-book_FINAL

Ajude a divulgar este projeto entre seus amigos e suas redes de contatos. Partilhe! Que o conhecimento circule livre e acessível para tod&s.

Boas leituras!!

DADOS DO LIVRO

Título: Pulso da Palavra

Organizadores: Eliane Testa, Wagner Merije

Editora: Aquarela Brasileira Livros

Número de páginas: 176

ISBN: 978-65-86867-06-0

Web: www.aquarelabrasileira.com.br/pulso-da-palavra

 

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Literatura, cinema, música e artes na FNAC

Encontro entre o escritor Paulo Branco Lima e o cineasta António Ferreira (Esquece tudo o que te disse, Embargo, Pedro e Inês – este último o filme português mais visto em 2018) na Loja Fnac do Fórum de Coimbra, Portugal, no âmbito da Cultura Fnac – Pocket Books.

Apresentação dos dois romances de Paulo Branco Lima, Origem e Ruína (2ª edição) e Peregrinação Crioula.
Encontro moderado por Wagner Merije, da editora Aquarela Brasileira Livros, e com a participação especial do cantautor Hélder Grau Santos.

Numa conversa animada, aborda-se a conexão entre cinema e literatura, as relações Portugal-Brasil-África, o conceito dos Descobrimentos como origem do capitalismo moderno, o sistema opressivo da colonização e o impacto da perspetiva pós-colonialista.

 Paulo Branco Lima é licenciado em Jornalismo pela Universidade de Coimbra e Mestre em Literatura de Língua Portuguesa (UC). Com o selo da Aquarela Brasileira Livros, publicou as obras de ficção Origem e Ruína e Peregrinação Crioula, esta última selecionada para a edição de 2020 do Prêmio Oceanos. Entre inúmeras colaborações destacam-se os seus artigos publicados na Revista de Estudos Literários (Centro de Literatura Portuguesa) e nas publicações angolanas O Chá e Jornal Cultura. O seu trabalho foi destacado por vários veículos de comunicação em Portugal e África. Atualmente exerce funções de produtor executivo no equipamento cultural Convento São Francisco, em Coimbra.

António Ferreira estreou-se em Cannes no ano 2000, com o filme “Respirar Debaixo d’Água”. Autor de “Pedro e Inês” que foi o filme português mais visto em 2018, já realizou três longas metragens – “Embargo” uma adaptação de José Saramago e “Esquece Tudo o que te Disse”. Dirige a produtora Persona Non Grata Pictures sediada em Portugal e no Brasil.

DADOS DOS LIVROS
Título: Peregrinação Crioula
Autor: Paulo Branco Lima
Editora: Aquarela Brasileira Livros
Gênero: Romance
Formato: 14 x 21 cm
Número de páginas: 172
ISBN: 978-85-92552-12-1
Depósito legal: 455407/19
Web: www.aquarelabrasileira.com.br/peregrinacao-crioula

Título: Origem e Ruína
Autor: Paulo Branco Lima
Editora: Aquarela Brasileira Livros
Gênero: Romance
Formato: 14 x 21 cm
Número de páginas: 140
ISBN: 978-85-92552-12-1
DL: 460652/19
Web: www.aquarelabrasileira.com.br/origem-e-ruina

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Coimbra Música Conversas Miriam Jorge

Bem-vindos, bem-vindas ao Coimbra Música & Conversas, um encontro para falarmos sobre música, formação musical, apoio à cultura e sobrevivência artística em tempos de pandemia. Em meio às conversas, improvisos musicais com cada convidado ou convidada. Uma oportunidade de conhecer e valorizar os artistas da cidade, além de manifestar nosso apoio em tempos de pandemia a quem tanto contribui para que nossos dias tenham arte e mais cores.

A convidada de hoje é Miriam Jorge, cantora de voz cristalina, ex-integrante das Mondeguinas, advogada, praticante e facilitadora de Yoga, fundadora de várias associações e intérprete de canções de conexão espiritual junto ao grupo AMA Folk.

Nesta conversa com sorrisos e luz, Miriam conta sobre a importância da música na sua vida, da música como conexão e cura, como caminho de transformação, do seu envolvimento com a tuna acadêmica Mondeguinas e do potencial transformador do grupo, aborda a pesquisa de músicas tradicionais portuguesas e as viagens para as apresentações musicais.

Também fala de sua ligação profunda com a Yoga como caminho de vida, dos workshops que ministra, das mudanças com a pandemia, entre outros assuntos.

Nos improvisos, ela toca uma composição original e entoa mantras para ajudar-nos a respirar melhor e purificar nossos corações. Como ela própria diz, “tudo é vibração!”

Uma conversa transformadora e cheia de mensagens de amor.

O projeto Coimbra Música & Conversas é uma realização da Aquarela Brasileira Multimedia para o Ciclo Orphika 2020 da Universidade de Coimbra.

O mediador convidado para esta série é Wagner Merije, doutorando na FLUC, jornalista, poeta, escritor, editor, compositor, gestor cultural e criador multimedia.

Acompanhe a série de conversas no link
www.aquarelabrasileira.com.br/coimbra-musica-conversas-serie

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O Cotovelo Kovid

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O Kotovelo Covid, novo lançamento da Aquarela Brasileira Livros, emociona, encanta e ensina crianças e famílias

Para as crianças, uma boa história pode marcá-las para sempre. Os bons livros têm a capacidade de emocionar, encantar e ensinar. O Cotovelo Kovid é um desses livros perfeitos para os miúdos de todas as idades, pois apresenta uma história cheia de imaginação que toca o coração e ajuda crianças, mães, pais, familiares, professoras e professores a lidar com as dificuldades de forma lúdica.

Divertido e imaginativo, conta as aventuras de um cotovelo muito amigo, que está sempre pronto para brincar e nos proteger. Ficou curioso/a? Pois prepare-se para se apaixonar por uma turminha cheia de amor e consciência.

Em suas páginas coloridas o livro propõe uma conversa interessante sobre os tempos de pandemia, os cuidados com a saúde e a proteção de cada um e do coletivo.

Algumas das opiniões que nos chegam traduzem o encanto que gera esta obra elaborada com sensibilidade e amor:

Amei!!! Linguagem instigante, que propicia a imaginação e permite a expressividade. Abordagens que trazem para o universo infantil questões que mudaram abruptamente hábitos sociais. O distanciamento (para as crianças, as festinhas de aniversário são verdadeiros acontecimentos), a ansiedade, a necessidade de atividades físicas, o cuidado diário,  as perdas de entes queridos, dentre outras situações que podem gerar tantas dúvidas e inquietações, são tratadas de forma leve… Parabéns pela sensibilidade, por possibilitar aos pequenos uma alternativa de companhia, sendo esta, parte do próprio corpo. Imagino o impacto positivo nas vidas das famílias, como O Cotovelo Kovid trará auxílio aos adultos nas tentativas de explicações. As ilustrações, tão delicadas e perfeitas! Encantada também com a descrição dos envolvidos. Gratidão! Viajei com o livro!
Andrea Gomes – pedagoga (Brasil)

Fantástico!
Joana Vila Nova – professora Jardim de Infância da Universidade de Coimbra, mãe (Portugal)

Além de ser um tema atual, o livro dá indicações sobre as regras a cumprir na situação com que infelizmente nos vemos confrontados. Por outro lado uma das disciplinas do currículo chama-se Cidadania e Desenvolvimento e um dos temas a trabalhar prende-se com os riscos em geral e desta pandemia em particular, pelo que poderá servir de base de trabalho para explorar esse tema. Nesse sentido gostaria de lhe pedir autorização para poder divulgá-lo junto aos alunos da turma e até da escola. Cumprimentos,
Alfredo Martins – educador, coordenador de Português (Portugal)

Ahhh que ideia linda! É isso aí, transformar o caos em organização criativa.
Parabéns! Adorei! Dora, já estreando na literatura.
Graziela Andrade – mãe, escritora, professora, artista plástica (Brasil)

O livro está muito legal, parabéns, o texto é muito gostoso. Uma delícia fazer dobradinha com os filhos.
José Santos – escritor, pai (Brasil)

Sensacional! Lindo! Delicado! Belo!
Rômulo Garcias – ilustrador, escritor, pai (Brasil)

Com este primeiro lançamento infantil, a Aquarela Brasileira Livros vem, com respeito às crianças e aos jovens, aos autores e ilustradores, contribuir para a formação, o ensino e o entretenimento de seu público infanto-juvenil. Acreditamos no futuro com mais cuidados, cores, pluralidade, e a educação é a base de tudo. Empenhamos em produzir obras que respeitem a sensibilidade de nossos leitores e leitoras, desde a mais tenra idade, que estimulem o pensamento crítico, o debate, a criatividade e o interesse pela literatura e pela diversidade, com o apoio de professoras e professores e os estudantes.

SOBRE OS AUTORES
Wagner Merije é jornalista, escritor, editor e criador multimedia. Gosta de flores e de cores, de crianças, de gente grande e da natureza. É doutorando na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (Portugal). Conheça seus trabalhos em www.merije.com.br

Dora Merije Scatolini Araújo é uma menina criativa e divertida que adora desenhar, criar histórias e dançar. Nasceu em 2014 e é do signo de gêmeos. Seus desenhos foram bem aproveitados pela criativa Laís.

Laís Coutinho Fonseca é formada em Engenharia e ilustradora em tempo livre. Sua satisfação é alegrar os outros através de sua arte.

DADOS DO LIVRO
Título: O Cotovelo Kovid
Autores: Wagner Merije e Dora Merije
Ilustrações: Laís Coutinho Fonseca
Editora: Aquarela Brasileira Livros
Gênero: Literatura Infanto-Juvenil
Formato: 20 x 20 cm
Número de páginas: 24
ISBN: 978-65-86867-03-9
Depósito legal: 472975/20
Web: www.aquarelabrasileira.com.br/o-cotovelo-kovid
Encomendas: faleaquarela@gmail.com

 

Aquarela Brasileira Livros

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Coimbra Música Conversas João Silva Jorri

Bem-vindos, bem-vindas ao Coimbra Música & Conversas, um encontro para falarmos sobre música, formação musical, apoio à cultura e sobrevivência artística em tempos de pandemia. Em meio às conversas, improvisos musicais com cada convidado ou convidada. Uma oportunidade de conhecer e valorizar os artistas da cidade, além de manifestar nosso apoio em tempos de pandemia a quem tanto contribui para que nossos dias tenham arte e mais cores.

O convidado de hoje é João Silva, também conhecido como Jorri. É músico, compositor, produtor, membro fundador da banda “a Jigsaw”, coordenador e fundador da casa de criação Blue House.

Nessa conversa franca, o articulador da cena do novo rock de Coimbra fala da guitarra e da cultura de Coimbra, da importância da cidade em sua trajetória, bem como do mundo da música por trás dos palcos e nos palcos, das composições para teatro e cinema, o trabalho empresarial com 80 músicos, sobre as profissões artísticas e técnicas e os diálogos com os vários agentes da cultura.

As mudanças enormes que estão a ocorrer no showbusiness com a pandemia também passam por sua análise, entre outros assuntos.

Em meio a esta boa troca de ideias, João Silva também toca sua Auto Harp , um instrumento de timbres belos e peculiares.

Uma conversa animada com temas para todos que se interessam pela música e pelo mundo dos espetáculos.

O projeto Coimbra Música & Conversas é uma realização da Aquarela Brasileira Multimedia para o Ciclo Orphika 2020 da Universidade de Coimbra.

O mediador convidado para esta série é Wagner Merije, doutorando na FLUC, jornalista, poeta, escritor, editor, compositor, gestor cultural e criador multimedia.

Acompanhe a série de conversas no link

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Festivais Literários na economia da cultura

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A Frente Cultural do Dia Mundial da Língua Portuguesa vem por meio deste convidar-te para participar do Webinário

Festivais Literários na economia da cultura

A conversa contará com representantes de festivais no Brasil, em Portugal e na África.

Data: 18/11/2020

18h30 (Hora de Brasília) / 21h30 (Hora de Lisboa)

A moderação está a cargo de Wagner Merije

 

Wagner Merije é jornalista, poeta, escritor, editor, gestor cultural e doutorando na Universidade de Coimbra. Entre seus livros estão O Cotovelo Kovid (2020), Psyche & Hamlet vão para Hodiohill (2019) e Mobimento – Educação e Comunicação Mobile (2012) – finalista do Prêmio Jabuti 2013. Editou obras de Fernando Pessoa, Camões, Camilo Pessanha, João José Cochofel, entre outros.

Romancista, historiadora e tradutora, Ana Filomena Amaral natural de Avintes, Vila Nova de Gaia, é mes­tre em História Económica e Social Con­temporânea pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, possui o cur­so de pós-graduação em Ciências Docu­mentais/Biblioteconomia, e uma larga experiência como intérprete e tradutora de várias línguas europeias, mantendo particular contacto com a língua alemã. Ana Filomena Amaral é autora de 13 obras, entre ficção e investigação histórica. “Gelos” é o segundo volume da trilogia “Mãe Nossa”, iniciada com “O Diretor” dedicada à Terra, que se completará com “Desertos”. Participou em vários festivais literários internacionais: Bookworm, Pequim, 4ª edição do Festival literário EU/China, Pequim, em representação de Portugal, Jaipur Literature Festival em janeiro de 2020, entre outros.

Afonso Borges é gestor cultural, escritor e jornalista.  Criou, em 1986, o projeto “Sempre Um Papo” e, em 2012, o “Fliaraxá (Festival Literário de Araxá), nos quais também é Curador. É comentarista da Rádio BandNews Belo Horizonte, com o programa “Mondolivro” e colunista no portal do jornal “O Globo”. Tem publicados 6 livros, entre eles, o infantil “O Menino, o Assovio e a Encruzilhada” (Sesi-SP Editora) e de contos, “Olhos de Carvão” (Record). É curador do Portal Mondolivro onde reúne toda a sua produção intelectual e profissional.

Filinto Elísio é poeta, novelista, colunista e ensaísta cabo-verdiano. Autor de livros de poesia, crónica e ficção, é membro e cofundador da Academia Cabo-verdiana de Letras. É editor na Rosa de Porcelana e organizador do Festival de Literatura-mundo do Sal.

Mais informações: http://dmlp.utopia.com.br

Os webnários já realizados podem ser vistos no link www.youtube.com/c/FrenteCulturaldaLínguaPortuguesa

 

Apoio: Aquarela Brasileira Multimedia

www.aquarelabrasileira.com.br

Coimbra Música Conversas Série

Coimbra Música & Conversas_FINAL

Série de conversas sobre música, formação musical, apoio à cultura e sobrevivência artística em tempos de pandemia, entremeadas por improvisos musicais.

Uma oportunidade de conhecer e valorizar os artistas da cidade, além de manifestar nosso apoio em tempos de pandemia a quem tanto contribui para que nossos dias tenham arte e mais cores.

Quando: 10, 17 e 24 novembro e 01 de dezembro/2020

O projeto Coimbra Música & Conversas é uma realização da Aquarela Brasileira Multimedia para o Ciclo Orphika 2020 da Universidade de Coimbra.

O mediador convidado para esta série é Wagner Merije, doutorando na FLUC, jornalista, poeta, escritor, editor, compositor, gestor cultural e criador multimedia.

Ao final, todas as conversas estarão reunidas no link
www.quarelabrasileira.com.br/coimbra-musica-conversas-serie

Conversa com João Silva_Jorri
www.aquarelabrasileira.com.br/coimbra-musica-conversas-joao-silva-jorri

Conversa com Carlos Mendes_Kaló
www.aquarelabrasileira.com.br/coimbra-musica-conversas-carlos-mendes-kalo

Conversa com Miriam Jorge
www.aquarelabrasileira.com.br/coimbra-musica-conversas-miriam-jorge

Conversa com Júlio Martins_Risko
www.aquarelabrasileira.com.br/coimbra-musica-conversas-julio-martins-risko

Apoiem os artistas! Cultura é segura!