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Aquarela Brasileira convida

Convidamos a todos para esses lançamentos que prometem ser belos encontros!

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Projeto Representa Corisco na Virada Cultural 2017 São Paulo

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Na Virada Cultural 2017 de São Paulo vai ter videomapping com o Projeto Representa Corisco, do VJ Eletroiman, no Centro, no Vale do Anhangabaú, mais precisamente na Igreja Santo Antônio / Patriarca.

O espetáculo de luzes e cores acontece do dia 20/05/2017, a partir das 20h, até o dia 21 clarear.

Coloque na sua agenda e prepare-se para se surpreender!!!!

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O Projeto Representa Corisco está em desenvolvimento desde 2003 e tem como objetivo propor reflexões críticas sobre as relações políticas e sociais nas grandes metrópoles contemporâneas. O projeto se caracteriza por uma narrativa audiovisual baseada em conceitos da cultura popular brasileira e ícones visuais relacionados com o universo do cangaço e um dos seus personagens: Corisco.
Evocar Corisco e o cangaço tem o intento de desenvolver uma ação política dentro do contexto contemporâneo e reinterpretar um passado recente, um universo de poesia e sobrevivência em um cenário desfavorável, como o da Caatinga.
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VJ Eletroiman
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Ricardo Cançado, aka VJ Eletroiman, formado em Comunicação (PUC-MG) e Artes Plásticas (UEMG), participou de diversos festivais em todo mundo: SIGNAL (PRAGA), DGTL (ES‏), Festival Primavera Sound (ES‏), LPM (IT), FIMG (ES‏), Festival Loop (ES‏), FILE (BR), Vision-R (FRA), ROBOT (IT‏), FADE (ES‏), Rio Mapping Festival (BR), Mapping Festival (SUI), VJ Torna (HUN), VJ festival (ALE), etc.

Além de seu trabalho artístico VJ Eletroiman também organiza o Festival Visual Brasil, www.festivalvisualbrasil.com e é realizador do projeto Videoteka, http://videoteka.telenoika.net. Colabora com os coletivos TELENOIKA, http://telenoika.net/, FOLCORE, http://folcore.org/ e United VJs.

VJ Eletroiman é vencedor do VJ Contest 2014 no Mapping Festival de Genebra e 2º lugar no Art Vision VJing Competition 2015 e na Categoria Mapping Modern 2016 no realizado em Moscou. Também é nove vezes primeiro colocado no VJ Torna (campeonato mundial de VJs): Istambul 2014, Capetown 2013, México 2013, Roma 2013, 2012 e 2011.

Formação
Graduado en el Programa de Estudios Independientes (PEI-MACBA) – Barcelona 2009
Graduado en el Master en Motion Graphics – Escuela BAU – Barcelona 2007
Graduado en el Curso de Especialización en 3D Studio Max en la Escuela 9 Zeros – Barcelona – 2007
Graduado en Artes Plásticas – Escuela Guignard – Brasil– Dez -2005.
Pos-graduado en Artes Plásticas y Contemporaneidad – Escuela Guignard – Brasil – JUN -2005.
Pos-graduado en Cine y Audiovisual Contemporáneo – Especialización en Dirección de Fotografía – PUC MG – Brasil – DEZ 2003.
Graduado en Comunicación – Especialización en Publicidad – PUC MG – Brasil – DEZ 2002.
Graduado en el Curso de Comunicación Visual – INAP (Instituto de Arte y Proyecto) – BH – Brasil – 1999 – JUN 2001.

Realização
Prefeitura da cidade de São Paulo
Secretaria Municipal de Cultura

 Produção
Aquarela Brasileira
Faça contato: faleaquarela@gmail.com

São Paulo em palavras

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São Paulo em Palavras, novo título da Aquarela Brasileira Livros, apresenta uma metrópole multifacetada na visão de 26 autores

São Paulo em conto, prosa e verso pelas palavras de Alessandro Buzo, Alex Richard, Amara Moira, Ana Maria González, Andrea Pelagagi, Bruno Brum, Brunno Almedia Maia, Daniel Arruda, Dennis de Oliveira, Erika Balbino, Fábio Bardella, Gu Tramontin, Janaina Abreu, Jenyffer Nascimento, João Diniz, Jonas Worcman, José Santos, Lívia Prado, Paulo Rafael, Pedro Gabriel, Roberta Scatolini, Selma Maria + Nina Anderson, Vanessa Farias, Wagner Merije e do saudoso Mário de Andrade.

Para celebrar a cidade, um grupo de escritores foi reunido pelo editor e artista múltiplo Wagner Merije para criar uma obra única e coletiva que mostrasse a relação de cada autor com a metrópole. O resultado é a antologia São Paulo em Palavras, compêndio de 160 páginas à venda por R$ 35,00.

“…A ideia é descortinar e mostrar a capital revista por paulistanos e paulistas, por brasileiros de outras partes do país e de fora dele, por gente das periferias e universidades, com formações diversas e atuações em vários movimentos e que vivem a cidade com intensidade…”, afirma Merije, organizador do livro.

No título, cada autor apresenta suas criações em seis páginas. Amor, amizade, tensão, delírio, autoconhecimento e mapas sentimentais que trazem à tona lugares, personagens, momentos históricos e suas relações afetivas sobre esta instigante cidade que completa 463 anos.

“…Em quase meio século de existência, São Paulo se tornou uma metrópole superlativa em tudo, inclusive na diversidade. Por motivos assim, é muito válido dedicar uma obra artística de percepções múltiplas para a pauliceia. A concepção grega de percepção incluía a provocação do reconhecimento, de admitir que cada coisa tem alma, paixões, amor, fascinação capaz de provocar uma reciprocidade afetiva no sujeito percebedor. São representações abertas sobre São Paulo a propor o diálogo e a interação…”, complementa Merije, no prólogo do livro.

O título tem a orelha assinada por Alexandre Staut, escritor, editor, criador da revista São Paulo Review.

O lançamento (inicial) acontece no dia do aniversário da cidade, 25 de janeiro (quarta-feira), das 17h às 19h, no Sesc Pinheiros, com direito a sarau com participação de vários escritores e microfone aberto para o público.

 

Dados técnicos do livro
Titulo: São Paulo em Palavras

Gênero: miscelânea de escritos brasileiros

Formato: 14×21 cm

Número de páginas: 160

ISBN: 978-85-9255-203-9

Orelhas: Alexandre Staut

Editora: Aquarela Brasileira Livros

Preço: R$ 35,00

Encomendas: faleaquarela@gmail.com

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Leia o PRÓLOGO escrito por Wagner Merije

 

São Paulo em palavras, sentidos, percepções, funções e improvisos

De que é feita uma cidade? Existem quantas Sampas? Como cada pessoa vê a cidade de São Paulo? Fascinante, agitada, bonita, acolhedora? Por meio das lentes dos criadores ela vai sendo revelada: cidade poderosa, criativa, pulsante, rebelde, congestionada, violenta, onde acontecem coisas que influenciam o Brasil e o mundo.

Em quase meio século de existência São Paulo se tornou uma metrópole superlativa em tudo, inclusive na diversidade. Por motivos assim, vale muito a pena descobrir esta cidade global, repleta de conhecimento, tendências, cheiros e cores.

Mas este não é um guia turístico. É muito mais do que isso. Esta é uma obra artística de percepções. A concepção grega de percepção incluía a provocação do reconhecimento, de admitir que cada coisa tem alma, paixões, amor, fascinação capaz de provocar uma reciprocidade afetiva no sujeito percebedor. São representações abertas sobre São Paulo a propor o diálogo e a interação.

Um texto semiótico é um corpo de ideias, um discurso, um recorte ético sobre valores, um mapa. Não são somente os textos (e as imagens) que concentram os significados, mas o campo de relação que pode existir entre eles. O processo de criação, individual e coletivo, nesse caso, é riquíssimo de dados que aparecem, no todo, aqui.

Não há fatos eternos, como não há verdades absolutas. Cada pessoa tem uma cidade em mente feita exclusivamente de diferenças. Uma cidade sem figuras e sem forma preenchida pelas cidades particulares. Esta obra também é um documento histórico, para o hoje e o amanhã, uma tentativa de contar e compreender uma cidade que são muitas. Uma cidade-estado-nação. Na sensível possibilidade de inverter a ordem do mundo está também a oportunidade da reciprocidade e do diálogo que a arte oferece.

Este livro – uma obra coletiva, uma ação entre amigos para viabilizar a fluidez e a fruição de ideias – revitaliza a cidade e a todos. Neste mergulhar em Sampa, o essencial não é mais a cidade, mas as relações corpo/espaço/arquitetura em experiências que envolvem os vários sentidos.

A literatura é uma manifestação de enfrentamento do paradoxo inexplicável da vida. Experimente, aguce seus sentidos e viva a cidade! A ideia é que a leitura seja um passeio divertido, afetivo e informativo por essa imensidão.

Por essas e outras, é preciso celebrar!

Com este volume, o primeiro da série Em palavras, inauguramos uma coleção de percepções sobre cidades, estados e países.

A viagem promete ser boa e animada.

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 Leia as ORELHAS escritas por Alexandre Staut

 

Logo que soube desta coletânea de escritores e sua relação com São Paulo, procurei ver se o volume trazia a diversidade que dá forma à cidade múltipla, que se multiplica e transforma a cada dia.

Abri o livro e encontrei Alessandro Buzo, nascido e criado no Itaim Paulista, extremo da Zona Leste da capital, e seus textos que merecem ser lidos em voz alta, em cima de palanque, de preferência com megafone. Idealizador e apresentador do Sarau Suburbano, um dos mais importantes da cidade, e codiretor do filme Profissão MC, Buzo nos mostra a jornada do herói invisível, equilibrando-se nos trilhos dos trens abarrotados da capital.

Da periferia também vem Jenyffer Nascimento. Feminista, poeta, escritora, integrante de coletivos que discutem gênero envolvendo mulheres negras. Sua voz parece se juntar em uníssono à de Buzo. Mas, como a cidade se multiplica em cada esquina, os ecos de ambos se reverberam na voz de Amara Moira. Ela escreve em sua minibiografia: “travesti, prostituta, feminista e doutoranda em teoria literária pela Unicamp”.

Da universidade também vem uma das pessoas mais cultas e inteligentes que conheço, Brunno Almeida Maia, pesquisador em Filosofia pela Unifesp, autor de peças de teatro, que estuda relações da moda enquanto vestimenta com a literatura.

Das periferias e universidades, passamos em sobrevoo pelo delicioso Bixiga, no centrão de São Paulo, onde Dennis de Oliveira busca a praia na cidade de concreto. A migração e imigração não podiam deixar de aparecer neste livro. Parafraseando Camilo Castelo Branco, a cidade que tem da ave a meiguice e do tigre a insustentável sofreguidão, é olhada com ternura pela mineira Andréa Pelagagi e de forma cativante nos desenhos de Pedro Gabriel. Ele nasceu em N’Djamena, capital do Chade (África) e hoje vive na capital paulista. Aqueles que vieram de fora para dar vida à cidade grande ainda aparecem numa receita de arrumadinho de carne seca; em haikais da rua Glória, no bairro da Liberdade; nas vielas da Vila Carrão; ou no bairro do Limão, tudo reunido nas palavras de José Santos.

Para fechar com chave de ouro o recorte de São Paulo pensado pelo artista múltiplo Wagner Merije, não podia faltar o trânsito diário e a garoa que já foi marca da cidade. Eles aparecem de forma poética no trabalho da produtora cultural Roberta Scatolini.

Mário de Andrade, pai de todos nós, que em tempos longínquos cantou a pauliceia em prosa e verso, também comparece neste retrato da cidade de rios não mais navegáveis, a cidade dos Borbas-Gatos, de descaminhos, de arroubos, de lutas, de setas e cantigas, de Brecheret, como diz o poeta. Uma cidade que ao mesmo tempo fere e cura a ferida.

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Conheça um pouco da biografia de cada autor

ALESSANDRO BUZO tem 44 anos, nascido e criado no Itaim Paulista, extremo da zona leste de São Paulo. Em 2000, lançou de forma independente o livro O Trem – Baseado em Fatos Reais. A partir daí mudou sua trajetória. Hoje, é autor de doze livros, entre eles Guerreira, Hip Hop – Dentro do Movimento, Favela Toma Conta 1 e 2 e Ruas de Fogo. Organizou dez coletâneas literárias, seis volumes da coleção Pelas Periferias do Brasil e quatro volumes da coleção Poetas do Sarau Suburbano. Idealizador e apresentador do Sarau Suburbano, às segundas-feira na Livraria Suburbano Convicto (Bixiga, São Paulo) e uma vez por mês no bar Cartola em São Sebastião, litoral norte de SP. Diretor (com Toni Nogueira) do filme Profissão MC (ficção, 2009, 52 min), disponível no YouTube (www.youtube.com/alessandrobuzo). Apresentou o quadro Buzão – Circular Periférico por três anos no Programa Manos e Minas da TV Cultura (2008/11). De setembro de 2011 a setembro de 2014 apresentou o quadro SP Cultura, no Jornal SPTV 1ª edição, da Rede Globo, sobre a cultura da periferia. Em seu canal no Youtube exibe o programa Suburbano Entrevista, com personalidades do universo cultural brasileiro. Organiza desde 2004 o evento Favela Toma Conta, até aqui foram 30 edições realizadas. Pai do Evandro Borges (16 anos) e casado há 17 anos com Marilda Borges, que é sua produtora e fotógrafa.

ALEX RICHARD MARTINS, nascido em 1986 na cidade de São Paulo, morou em Sampa até 1993. Desde então reside em Arujá – SP, mas nunca perdeu a ligação com a cidade. Cursou a faculdade de Ciências Biológicas na Universidade Camilo Castelo Branco – Unicastelo – (Zona Leste) e é pós-graduado em Gestão Pública de Controle e Educação Ambiental pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Trabalhou por alguns anos em escolas municipais da região da Freguesia do Ó, Brasilândia (Zona Norte) e Guaianases (Zona Leste). Pai do peralta e risonho Pablo Rian. Ativista de causas diversas, militando em movimentos ambientais, sociais e culturais, é professor na rede pública estadual e educador ambiental. Idealizador e apresentador do Sarau do Ernesto, que acontece mensalmente desde 2013 no bairro Parque Rodrigo Barreto em Arujá, nas escolas em que leciona e em outros espaços da cidade. Tem textos publicados em antologias como Poetas do Sarau Suburbano vol. 3 (Edicon, 2015), Poetas do Sarau Suburbano vol. 4 (Aquarela Brasileira Livros, 2016), Pelas Periferias do Brasil vol. 6 (Aquarela Brasileira Livros, 2016), entre outras.

AMARA MOIRA é travesti, prostituta, doutoranda em teoria literária pela Unicamp, feminista e militante dos direitos de LGBTQIAs e de profissionais do sexo. Além disso, ela é autora do livro “E Se Eu Fosse Puta” (hoo editora, 2016), em que descreve as suas experiências na prostituição por uma perspectiva feminista ao mesmo tempo que literária, buscando apresentar ao leitor em detalhe a vida a que temos direito enquanto travestis, enquanto prostitutas.

ANA MARIA MENDEZ GONZÁLEZ na faculdade de Letras descobriu a linguagem e a força das metáforas. Daí ao mundo das imagens, da fotografia e do cinema, foi um pulo. Mais unzinho e viu que tudo de mais importante estava na Arte. Sua mania de pesquisa ajudou. Acha maravilhoso poder escrever palavras em parágrafos, com vírgulas e pontos. Incrível que tudo isso junto possa formar textos, expressando significados, sentidos e imaginação.

ANDRÉA PELAGAGI, 35 anos, nascida em Minas Gerais, vive há mais de dez anos na cidade de São Paulo, onde trabalha como consultora de marketing e gerente de projetos. Formada pela universidade de Brasília em Relações Internacionais e Ciência Política, é corredora amadora, apaixonada por viagens e livros, e por enxergar poesia além dos versos. Teve seu primeiro livro solo de poemas publicado em 2013 – ao Ocaso. Publicou dois livros infantojuvenis – (Im)previsível e As Amigas que fiz e, teve seu conto O sorriso de Okan selecionado pelo Prêmio Sesc de Literatura (Categoria Monteiro Lobato de Contos Infantis). Em 2016 participou da Feira do Livro de Lisboa e do Fliaraxá, lançando seu primeiro livro de crônicas – Soprando meu dente de leão.

BRUNO BRUM nasceu em Belo Horizonte, em janeiro de 1981. É poeta e designer gráfico. Publicou os livros Mínima Ideia (2004), Cada (2007), Mastodontes na Sala de Espera (2011, vencedor do Prêmio Governo de Minas Gerais de Literatura 2010, na categoria Poesia) e 20 Sucessos (2016, em parceria com Fabiano Calixto).

BRUNNO ALMEIDA MAIAPesquisador em Filosofia pela UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo) é autor dos livros O Teatro de Brunno Almeida Maia (Editora Giostri, 2014) e Moda Vestimenta Corpo (Editora Estação das Letras e Cores, 2015).

DANIEL ARRUDA é músico, fotógrafo e autor dos livros Observatório (poemas) e A Saga Dos Rodrigues (contos).

DENNIS DE OLIVEIRA é jornalista e escritor. Nascido na Bela Vista, em 1963, morou no bairro paulistano de 1985 a 1988 e de 2010 a 2014. Neste mesmo bairro nasceu a sua filha, Camila Oliveira, em 1987, hoje farmacêutica. Doutor em Ciências da Comunicação pela USP, professor do curso de Jornalismo e dos programas de Pós Graduação em Integração da América Latina (Prolam) e Mudança Social e Participação Política (Promuspp), todos da USP. Autor dos livros Globalização e racismo (2001), Racismo no século XXI (2016) e Jornalismo e emancipação (no prelo). É colaborador da revista Fórum (www.revistaforum.com.br). Mantém um blog de crônicas e poesias intitulado Escrevo o que quero (http://dennisoliveira.wordpreess.com). Atua como consultor em projetos culturais em instituições governamentais e não governamentais. É membro da Rede Antirracista Quilombação, coletivo fundado em 2013 que reúne ativistas que lutam contra a discriminação racial em vários países da América Latina.

Paulistana, e apaixonada por capoeira, ERIKA BALBINO é diretora da empresa Baobá Comunicação, Cultura e Conteúdo. Formada em cinema e roteiro pela FAAP – Fundação Armando Álvares Penteado, possui especialização em Mídia, Informação e Cultura pelo Celacc – Centro de Estudos Latino-Americanos da USP, com produção de artigo científico sobre O Corpo do Negro como Mídia. Em 2014, publicou o seu primeiro livro infantojuvenil Num Tronco de Iroko vi a Iúna Cantar (Editora Peirópolis), que aborda a capoeira e personagens das culturas indígena, cabocla e negra do Brasil, recebendo excelente repercussão do público e da mídia e realizando inúmeras apresentações em escolas e centros culturais e comunitários. O texto apresentado nessa edição faz parte de seu próximo livro, O Osso – Poder e Permissão, a ser lançado em 2017

FÁBIO BARDELLA vive em São Paulo. Formado em Jornalismo, atua como diretor, montador e fotógrafo audiovisual. Atualmente está difundindo seu selo de criação “RealqualqueR”. Na área de produção, integrou os projetos As melhores coisas do mundo (Gullane Filmes, 2010), Vips (O2 Filmes, 2011) e fdp (Pródigo filmes/HBO, 2012). Como fotógrafo assinou os documentários The Best of Lambada (Yuri Amaral, 2013), Escola das Águas (Juliana Vicenti, 2013, Canal Futura) e Praia do Flamengo, 132 (Vandré Fernandes, 2017). Como fotógrafo adicional assinou os longa-metragens Tudo por Amor ao Cinema (Aurélio Michiles, 2014), Anna K (José Roberto Aguillar , 2014), e a série História da Alimentação no Brasil (Eugênio Puppo, 2017).
Dirigiu os curtas Estação Bahia (2012) e Armazém do Limoeiro (2016). Dirigiu e fotografou os longas Osvaldão (doc, 2014) e Através (Fic, 2015), filmes que entraram em circuito comercial em São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, BH, Brasília e outras capitais.

GU TRAMONTIN nasceu em São Paulo no ano de 1974. É cirurgião-dentista especializado em cirurgia e traumatologia buco-maxilo-faciais. Apaixonado pela palavra escrita, se vê desde a adolescência compondo e escrevendo poesias, contos, crônicas e letras para músicas por necessidade de comunicação consigo mesmo, diluindo o cotidiano através de sua ótica peculiar. Gravado pela cantora Vanessa Farias, com textos no site da Polinesia tees, tem amplo trabalho inédito e apresenta aqui, pela primeira vez, algumas de suas poesias ao público.

JANAINA ABREU nasceu no bairro da Bela Vista, na região central da cidade de São Paulo, mas seu coração é da zona leste. Comunicadora social e especialista em marketing, integra a luta na defesa dos direitos humanos de crianças e adolescentes. É sócia-colaboradora do Centro de Educação, Direitos Humanos e Defesa da Criança, Adolescente e Juventude Paulo Freire (Cedheca Paulo Freire) e integrante do Comitê Estadual dos Direitos Humanos de São Paulo. Organizadora do livro O Melhor do Almanaque Brasil (Ed. Positivo, 2004) e do e-book Salvar o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) (Ed. Instituto Paulo Freire, 2015). Coordena o setor de Comunicação no Instituto Paulo Freire. É também grande amiga de Alex Nascimento, artista gráfico, autor da imagem que ilustra este texto, parceiro de tantos anos e muitos momentos especiais.

JONAS WORCMAN é poeta e contador de histórias. Autor de três livros e finalista do Jabuti 2015. Criador e coordenador do projeto Kombiblioteca, que resultou em um documentário e um projeto de memória sobre a memória dos saraus das periferias de São Paulo. Estuda e trabalha no Museu da Pessoa. Viajante e aprendiz das curas indígenas ancestrais. Atua há 3 anos com o Thetahealing, é iniciado no Magnified Healing e Reiki I e II. É criador do Poetarot, tendo feito mais de 500 sessões pelo Brasil.

JOSÉ SANTOS começou a escrever seus primeiros poemas por volta dos 15 anos, mas só se tornou escritor muito tempo depois. Foi balconista de livraria, trabalhou num canal de TV e num museu, sem nunca abandonar a paixão pela escrita. Já tinha mais de 40 anos quando publicou seu primeiro livro para crianças e jovens, e, a partir daí, não parou mais. Seus livros tratam de assuntos variados como animais em extinção, folclore, astronomia, cultura portuguesa, esporte e até assombrações. Os textos da antologia foram retirados do livro inédito Escrevendo em cima de um mapa. Vencedor do Prêmio Jabuti 2016 com o livro A Divina Jogada (com Eloar Guazzelli, Editora Nós).

JENYFFER NASCIMENTO é feminista, poeta e escritora. Atua no movimento cultural de saraus nas periferias de São Paulo há 10 anos. Publicou nas antologias Pretextos de Mulheres Negras, Sarau do Binho (2013 e 2015), Sarau Preto no Branco (2014),  Memorial Matuto (2015), Pretumel de Chama e Gozo (Organização Cuti e Akins Kintê – 2016), Brasil Periférica (Chile 2016) e em 2014 publicou o livro Terra Fértil, seu  primeiro trabalho autoral, organizado pelo coletivo MJIBA. É integrante dos coletivos Fala Guerreira, Periferia Segue Sangrando e Núcleo de Mulheres Negras da zona sul, todos ligados à discussão de gênero envolvendo as mulheres negras e periféricas.

JOÃO DINIZ é arquiteto dedicado a projetos de edificações e urbanos e também atua na áreas de design, escultura, desenho, fotografia, música, cinema, literatura e ensino. Publicou livros com sua arquitetura, fotografia, e dvds e cds musicais à frente do coletivo Pterodata. Com sua poesia lançou os livros Arte de Obra (Ed. Manuscritos 2010), Ábaco e Aforismos Experimentais (Ed. Asa de Papel 2011 e 2014). Participou de livros coletivos de poesia, dentre eles Trinta Anos Luz (Aquarela Brasileira Livros, 2016). Unindo fotografia e poesia urbana publicou os livros Visible Cities, Polskantor e Budapest Rhapsody (transBooks 2007, 2013, 2016). Seu trabalho pode ser conhecido em vários links na Internet, dentre eles www.joaodiniz.com.br

LÍVIA PRADO é internacionalista, historiadora ou tradutora, conforme a necessidade e a lua. Mineira na certidão, leva sete anos tentando comer São Paulo. A indigestão vira às vezes palavra.

PAULO RAFAEL é historiador, educador e autor do livro infanto- juvenil O Mundo cá tem fronteira: Uma Aventura Brasil – Cabo Verde e do texto O Garoto Régulus – Uma homenagem a Paulo Freire. Nasceu em São Paulo, no bairro da Mooca em 25 de janeiro. Trabalhou como educador na Secretaria de Estado da Criança, na Rádio Heliópolis e no Instituto Caboverdeano de Menores, em Cabo Verde – África. Desenvolveu pesquisa para os documentários Ermelino é Luz e Um dia de Samba, de Pedro Dantas. Jogou futebol na várzea, é corinthiano de coração e tem dois netos queridos.

PEDRO GABRIEL nasceu em N’Djamena, capital do Chade (África), em 1984. Filho de pai suíço e mãe brasileira,chegou ao Brasil aos 12 anos. É formado em publicidade e propaganda pela ESPM-RJ e autor de 3 livros. São eles: Eu me chamo Antônio (2013), Segundo (2014) e Ilustre Poesia (2016). Todos publicados pela editora Intrínseca. Ficou conhecido nacionalmente pelos versos desenhados em guardanapos no balcão do Café Lamas, no Rio de Janeiro, postados nas suas redes sociais – que somam mais de 1 milhão de seguidores. Hoje, mora em São Paulo. As artes cedidas para este livro fazem parte de uma busca por uma nova identidade poética, onde a concisão e a sensibilidade, tanto dos traços quanto das palavras, convidam o leitor a passear por infinitos caminhos de reflexão.

ROBERTA SCATOLINI é educadora popular, atriz, psicóloga e mestre em Educação pela PUC/SP com uma pesquisa sobre o Teatro do Oprimido e a corporeidade dos educadores. Acredita que a arte e a cultura são fundamentais para a práxis libertadora.

Nasci SELMA MAR-ia quando na minha cidade já não tinha MAR. Fui procurar esse MAR dentro de mim, no meu MAR de palavras que criei para ser poeta. Vi que essa MAR- ia para a MAR-ginal. Gosto das MAR-gens, da peri-fe-RIA, no invisível das pessoas que nestes lugares vivem. Por quê? Deve ser porque SP tem seu mar na marginal. Minha poesia nasce dessa MAR-ia. As ilustrações, feitas pela Nina, fazem parte do livro Um pequeno tratado de brinquedos para meninos quietos da cidade, lançado pela Editora Peirópolis. Tem mais no site selmaria.wixsite.com/selmaria

NINA ANDERSON é ilustradora. Publica livros desde os dezoito anos e hoje já soma nove títulos. Viajou três vezes para a Europa e aprendeu a falar fluentemente inglês, francês e italiano. Morou em Bologna – Itália, sede da feira internacional de livros infantis, onde fez cursos de Ilustração na Accademia di Belle Arti di Bologna e Teatro com Serge Nicolaï,  ator da Companhia Théatre du Soleil em Modena – Itália. É professora e palestrante em oficinas de arte para crianças e professores em espaços diversos. Foi aluna dos ilustradores Odilon Moraes e Fernando Vilela, no Tomie Ohtake, da ilustradora Laura Teixeira, no B_arco – São Paulo, e da artista plástica Aline Van Langendonck, no Instituto Rodrigo Mendes. Apresenta o espetáculo infantil Lesma Mesma, baseado no livro com o mesmo título.

VANESSA FARIAS  é escritora, jornalista, cantora e compositora. Participa desde 2014 de ateliês de criação literária ministrados pelos escritores Luís Brás e Nanete Neves. Participou da antologia Um circo de percalços falsos – guia para a bibliotecária das galáxias, pelo coletivo As lontras daquela hora. Também lançou um EP autoral intitulado Daqui pra frente (Independente, 2015).

WAGNER MERIJE gosta de criar e inventar coisas desde pequeno. É poeta, escritor, jornalista (PUC-MG), curador, gestor cultural e compositor. Tem trabalhos lançados no Brasil e no exterior. Publicou os livros Cidade em transe (2015), Viagem a Minas Gerais (2013), Torpedos (2012), Mobimento – Educação e Comunicação Mobile (2012) – finalista do Prêmio Jabuti 2013, e Turnê do Encantamento (2009), lançados em alguns dos principais eventos literários do país. Sua escrita também está em antologias e em outras mídias. Trabalhou para jornais, revistas, TVs e rádios no Brasil e no exterior, tais como Folha de São Paulo/Ilustrada, O Tempo, TV Minas, TV Sesc, Rádio Inconfidência, dentre outros veículos. Criou e coordena o projeto MVMob – Minha Vida Mobile, que capacita estudantes e educadores para a apropriação criativa dos celulares. Tem músicas em discos, filmes, séries e programas de TV. Recebeu os prêmios Sesc Sated (2003), Prêmio Tim da Música Brasileira (2005), Rumos Itaú Cultural (2008), Inovação Educativa Fundação Telefônica – OEI (2011), Prêmio da Música Brasileira (2013)­­­­. Em 2014 foi homenageado pelo Salão Nacional de Poesia Psiu Poético. É de BH, já morou em Londres e desde 2005 habita SP. Mantém o site www.merije.com.br

MÁRIO raul DE moraes ANDRADE (1893 – 1945) publicou Pauliceia Desvairada em 1922 (de onde estes poemas foram retirados). Romancista, cronista, ensaísta, musicógrafo, crítico, jornalista, professor, pesquisador, conferencista, poeta e contista. Estreou em 1917 com um indeciso livrinho de poemas – Há uma gota de sangue em cada poema. Mas cinco anos depois publicou Pauliceia Desvairada, marco dos mais importantes na história da poesia brasileira, autêntico estopim deflagrador de novas correntes estéticas. É autor também de Macunaíma, Amar, Verbo Intransitivo, Clã do Jabuti e dos volumes de contos Primeiro Andar, Belazarte, Contos Novos, entre outros.

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Um lançamento da Aquarela Brasileira Livros

Livros são Incríveis! A gente ama!

Aquarela Brasileira Livros é uma editora contemporânea, criativa e ousada. Trabalhamos com autores que amam escrever e também com quem tem histórias incríveis para contar.

faleaquarela@gmail.com

 

Akademia dos Párias em São Paulo

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Poetas do Maranhão vão destilar poesia na Casa das Rosas no dia 07/12/2016, no lançamento do livro “A poesia atravessa a Rua”, em comemoração aos 30 anos do grupo de poetas que nos anos 80 se reuniu e agitou São Luís com livros, saraus, revistas e muita festa.

Participação de Paulo  Roberto Gomes, Raimundo Garrone, Marcello Chalvinski, Ademar Danilo, Celso Borges, Fernando Abreu e ZéMaria Medeiros, entre outros.

Serviço

Poetas do Maranhão vão destilar poesia na Casa das Rosas no dia 07/12/2016,

Evento: Lançamento do livro “A poesia atravessa a Rua” com Sarau

Data: 07/12/16

Local: Casa das Rosas – Avenida Paulista

Horário: Das 19h às 21h

A produção do lançamento em São Paulo é da Aquarela Brasileira

Aquarela Brasileira na Pátio 42: Mercado + Arte

Pátio 42_logoNo sábado, 27/08/2016, a Aquarela Brasileira participa do evento Pátio 42.

Estaremos lá com nosso stand com livros, camisetas, DVDs, CDs e outros presentes artísticos bacanas.

A programação conta com feira de arte impressa + mesa de conversa + música + comidinhas – ENTRADA GRATUITA!

No Pátio 42 sempre há um debate com 4 palestrantes sobre 2 temas. A mesa deste sábado será sobre mercado e arte e terá a participação de Adriana Terra (Red Bull Station), Alexandre Sato (coletivo oitentaedois), Madô Lopez (Vadia Project) e João Varella (Lote 42). Começa às 16h20 e a participação é gratuita.

A discotecagem do Pátio 42 será de Debora Mello, do Coletivo Trama, que dá mais visibilidade feminina na música. Serão ritmos livres, do afro ao leste europeu, de orgânicos ácidos à música eletrônica, do folclórico ao espacial.

O Pátio 42 rola sempre no 4º sábado de cada mês na Unibes Cultural, que fica na Rua Oscar Freire 2.500 (vizinha do metrô Sumaré), na cidade de São Paulo.

Cidade em transe: lançamento no Maranhão

O lançamento do livro “Cidade em transe” (Aquarela Brasileira Livros, 2014), de Wagner Merije, em São Luís, capital do Maranhão, foi um sucesso de crítica e público.

Os dois principais jornais do estado (O Estado do Maranhão e O Imparcial) deram página inteira para o livro e o autor e as vendas foram bem expressivas.

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Lançamentos do livro “Poetas do Sarau Suburbano vol. 4″

Com uma turma boa e animada de poetas participantes, já começou a temporada de lançamentos do livro “Poetas do Sarau Suburbano vol. 4″, editado em parceria da Aquarela Brasileira Livros com Suburbano Convicto Edições.

Confira os cartazes e participe:
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Poetas do Sarau Suburbano vol. 4

Este livro reúne poetas de várias partes de São Paulo, do Brasil e até de outro país. Isso é (r) evolução, escritores da periferia falando para o mundo.
O Sarau Suburbano é um time que só tem Camisa 10, a Sociedade dos Poetas Vivos, um exército das letras. Tudo isso faz do Sarau Suburbano um dos mais importantes da cena de saraus da cidade de São Paulo e certamente o que acontece em maior número de vezes durante o ano.
Leia, conheça, participe, divulgue e viva a poesia com a gente.

 

Poetas do Sarau Suburbano vol 4_capa

 

….. Prefácio por Wagner Merije ……

A riqueza e a diversidade do Brasil por meio da poesia

A poesia não é da Academia Brasileira de Letras nem da Biblioteca Nacional. A poesia não é da Câmara Brasileira do Livro nem das editoras. A poesia não é da imprensa nem é propriedade privada. A poesia, que está viva, muito viva, é de todo mundo. A literatura (e a poesia aí se inclui) é uma riqueza da coletividade e da humanidade.
Nas periferias e nos saraus, as poetas e os poetas, especialmente os que fogem ao padrão dos escritores tradicionais (em sua maioria, branco, homem, classe média ou alta) estão projetando a voz e batendo no peito com poesia da melhor qualidade. Além da qualidade lírica, estão cada dia melhores nos quesitos interpretação e performance.
O Sarau Suburbano, autêntico em seu nome, é orgulhoso de ser sarau democrático, semanal, onde os manos e as minas de todas as idades comandam e brilham; é ativo centro de troca de ideias; é escola de versos e de vida; é quilombo de resistência; é tudo isso e muito mais, dentro de um lugar sagrado como uma livraria. É bonito ver os poetas emocionando os freqüentadores assíduos e os visitantes casuais. A lírica é forte, verdadeira, se sente na pele e na alma.
Nesta antologia, já a quarta – e isso é motivo para comemorarmos – temos uma amostragem da poesia chapa quente, como diz o Buzo, que representa os suburbanos convictos. São poetas de vários lugares, bairros, cidades, estados e países – sim, porque nóis é internacional. Trabalhadores e criativos, cada um tem um corre diferente: tem educador, estudante, mestrando, rapper, sambista, biólogo, cientista social, interno da Fundação Casa, aposentado, atriz, ativista, instrutora de informática, cartunista, jornalista, desenvolvedor de games, artista plástico, benzedeira, mãe, pai, avó, avô, filho, filha. É vibrante, é a riqueza e a diversidade do Brasil que clama por e mais oportunidades para todos, especialmente para os jovens e crianças da periferia. E essas vozes, que representam milhares de outras, se erguem também por democracia e justiça. Porque sem isso, fica difícil viver.
O incrível dessa história é que tem muito para ser dito. Poderíamos conversar por dias a fio a respeito da agitação dos saraus, do fazer poético e da força transformadora da poesia, mas é hora de ler as poetas e os poetas do Sarau Suburbano.
Evoé! Ogunhê! Que este livro tenha uma linda jornada e que toque os corações de todos por aí.

 

Dados técnicos do livro
Titulo: Poetas do Sarau Suburbano vol. 4

Gênero: miscelânea de escritos brasileiros

Formato: 14×21 cm

Número de páginas: 72

ISBN: 978-85-92552-00-8

Editora: Aquarela Brasileira Livros / Suburbano Convicto Edições

Preço: R$ 30,00

 

Encomendas: www.aquarelabrasileira.com.br

Ontem, videoclipe da cantora Van

Videoclipe da música “Ontem” – cantora Van

A música faz parte do primeiro EP da cantora, batizado “Daqui pra frente”.

Informações técnicas

Artista: Van (Vanessa Farias)
Álbum: Daqui pra frente (EP)
Direção:  Merije / Vanessa Farias
Roteiro: Vanessa Farias / Merije
Câmera: Merije
Edição: Léo Teixeira
Styling: Letícia Grossi
Assistente de produção: Antonio Pereira

Produção: Aquarela Brasileira / Van Music

Ouça Van em: http://www.soundcloud.com/vanmusicofial
Facebook:  http://www.facebook.com/vanmusic.oficial

Van_Cd com guitarra

Cidade em transe o livro

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É com muito orgulho e alegria que a Aquarela Brasileira livros apresenta seu primeiro lançamento, o livro Cidade em transe, do escritor Wagner Merije.

Intenso, emocionante e surpreendente, o livro tem a cidade de São Paulo e suas manifestações sociais tomadas como eixo da narrativa.

Acompanhe essa saga em www.cidadeemtranse.com.br

 

…… SOBRE O AUTOR (Orelha do livro) ……

Cada um pode viver vários personagens e Wagner Merije recorre ao jornalista, ao poeta, ao músico e ao fotógrafo que tem dentro dele para contar essa história. Natural de Belo Horizonte/MG, na selva de concreto da paulicéia desvairada o escritor plantou raízes. Inovador, intelectualmente inquieto, Merije tem trabalhos lançados no Brasil e no exterior, parcerias com grandes artistas e alguns prêmios na bagagem. É autor dos livros “Viagem a Minas Gerais” (2013), “Torpedos” (2012), “Mobimento – Educação e Comunicação Mobile” (2012) – finalista do Prêmio Jabuti 2013 – e “Turnê do Encantamento” (2009), entre outras publicações. É compositor e produtor musical e trabalhou como jornalista, apresentador e roteirista para veículos no Brasil e no exterior. Criou o projeto MVMob – Minha Vida Mobile. Pai da Dora, ele adora viajar.
Saiba mais: www.merije.com.br

 

Dados técnicos do livro
Autor: Wagner Merije
Editora: aquarela brasileira livros
Gênero: Romance
Formato: 14×21 cm
Número de páginas: 252
ISBN: 978-85-918440-0-5
Preço: R$ 35,00

 

CONTATOS COM O AUTOR, ENTREVISTAS, ENCOMENDAS

 faleaquarela@gmail.com