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Dona Brites de Albuquerque

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Ela chegou ao Brasil em 1535, aos 18 anos, acompanhando o marido, Duarte Coelho, o primeiro donatário da Capitania de Pernambuco. A terra era selvagem, hostil, cheia de perigos. As mulheres da nobreza portuguesa não governavam — governavam os homens.

Dona Brites de Albuquerque (também chamada Beatriz), não se importava com as regras.

Em 1553, com a viagem de Duarte Coelho a Portugal, ela assumiu interinamente o governo da capitania, assistida por seu irmão, Jerônimo de Albuquerque. Um ano depois, com a morte do marido, tornou-se governadora de fato — e foi reconhecida pelos historiadores como a primeira mulher a governar uma colônia nas Américas.

Mas Dona Brites não foi apenas uma administradora de ocasião. Foi uma empresária obstinada e uma estrategista implacável. Seu marido plantara as sementes da indústria canavieira. Foi ela quem colheu os frutos. Sob seu comando, Pernambuco tornou-se a maior produtora de açúcar do mundo. Ela negociou com os indígenas (e os combateu quando necessário), abriu novos engenhos, ampliou áreas de cultivo, urbanizou núcleos como Olinda e manteve a máquina econômica funcionando com lucros altíssimos, mesmo distante da Corte portuguesa.

Os colonos a chamavam de Capitoa — título que nenhuma outra mulher jamais recebeu na história do Brasil colonial.

Ela não apenas geriu o açúcar. Ela escravizou tribos inimigas, mandou construir e reformar engenhos, legislou sobre a vida dos colonos, pacificou rebeliões indígenas e garantiu que os filhos do casal — Duarte Coelho de Albuquerque e Jorge de Albuquerque Coelho — pudessem estudar em Portugal com o dinheiro do açúcar pernambucano.

Durante décadas, Dona Brites foi o centro do poder na capitania mais rica do Brasil. Governou três ou quatro vezes, entre 1553 e 1584, sempre com o apoio do irmão Jerônimo, que se tornaria conhecido como “o Adão Pernambucano” por sua vasta descendência com a tabajara Muira-Ubi .

A história do Brasil é escrita majoritariamente por homens, sobre homens. Dona Brites de Albuquerque aparece em poucas páginas de livros didáticos — quando aparece. Sua biografia completa nunca foi publicada em uma obra de fôlego. Este livro vem preencher essa lacuna.

Dona Brites de Albuquerque – A Governante do Açúcar é uma biografia histórica, escrita com rigor acadêmico e fluidez narrativa, que reconstrói a trajetória de uma das figuras mais poderosas e esquecidas do Brasil colonial. Da sua chegada em 1535 à sua morte em 1584, em Olinda, a obra revela:

– A formação de uma mulher da nobreza portuguesa em um mundo dominado por homens;

– A administração de uma capitania em meio a conflitos indígenas, escassez e distância da Coroa;

– A expansão do ciclo do açúcar como o primeiro grande negócio global do Brasil;

– A complexa relação de Dona Brites com a escravidão, os indígenas e a construção da sociedade colonial;

– O legado de uma governante que nunca desistiu — e que tornou Pernambuco a capitania mais rica do Brasil.

Para quem é este livro

– Leitores de biografias históricas e de grandes mulheres esquecidas pela história oficial;

– Pesquisadores, estudantes e professores de história do Brasil;

– Pernambucanos e nordestinos que desejam conhecer a fundo a matriarca de sua terra;

– Qualquer pessoa interessada no papel das mulheres na construção do mundo moderno.

Dados do livro

Título: Dona Brites de Albuquerque – A Governante do Açúcar: A primeira mulher a governar as Américas e a empresária que fez de Pernambuco a capitania mais rica do Brasil

Editora: Aquarela Brasileira Livros

Gênero: Biografia / História do Brasil / Colonial / Feminino

Formato: 14 x 21 cm

Páginas: 200 páginas

Web: www.aquarelabrasileira.com.br/dona-brites-de-albuquerque

Encomendas: faleaquarela@gmail.com

Aquarela Brasileira – Curadoria de Legado

Não é só sobre contar histórias. É sobre eternizá-las.

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Biografia do Samba

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Biografia do Samba é uma viagem estética, histórica e emocional pela trajetória do maior patrimônio cultural brasileiro: o samba. Uma obra visual e narrativa sobre a música que transformou o Brasil em identidade, ritmo e memória coletiva.

Mais do que um gênero musical, o samba é uma linguagem coletiva. Nasceu nos quintais, terreiros, morros e rodas populares. Foi perseguido, criminalizado, marginalizado — e depois transformado em símbolo nacional. Poucas expressões culturais no mundo carregam tamanha potência histórica, espiritual e afetiva.

Esta curadoria propõe um mergulho profundo nessa trajetória. Da Pequena África carioca às escolas de samba; dos terreiros baianos aos desfiles monumentais da Sapucaí; dos batuques ancestrais africanos ao samba-canção, ao partido-alto, ao pagode e às novas gerações — Biografia do Samba reconstrói a memória de uma arte criada pelo povo e eternizada na alma brasileira.

A obra percorre os grandes ciclos do samba através de seus personagens, movimentos, lugares e transformações culturais:

  • O nascimento do samba urbano no Rio de Janeiro e a herança africana na formação musical brasileira;

  • As tias baianas, os quintais e as rodas que preservaram a tradição diante da repressão policial;

  • A ascensão do rádio e da indústria cultural que transformou sambistas populares em ícones nacionais;

  • Os compositores que deram voz ao cotidiano, à dor, ao amor, à resistência e à alegria do povo brasileiro;

  • A relação entre samba, carnaval, política, religiosidade e identidade negra no Brasil;

  • O samba como patrimônio imaterial e como uma das maiores expressões culturais do planeta.

Mais do que uma cronologia musical, esta publicação é uma celebração da atmosfera do samba: sua energia, sua poesia, sua dramaticidade e sua capacidade de transformar sofrimento em beleza coletiva.

Biografia do Samba não conta apenas a história de um ritmo. Conta a história do Brasil profundo — mestiço, popular, contraditório, festivo, melancólico e resistente.

Porque o samba nunca foi apenas música.

O samba é memória.
É território.
É sobrevivência.
É voz coletiva.
É identidade nacional.

Dados do livro

Título: Biografia do Samba
Editora: Aquarela Brasileira Livros
Gênero: Cultura Brasileira / Música / História / Arte / Biografia Cultural
Formato: 20 x 20 cm
Páginas: 144 páginas
Web: www.aquarelabrasileira.com.br/biografia-do-samba
Encomendas: faleaquarela@gmail.com

 

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Escrever um livro não é moda: é acesso, propósito e legado

Durante muito tempo, escrever um livro foi privilégio de poucos. Hoje, muitos enxergam esse movimento como uma “moda”. No entanto, a verdade é outra: escrever um livro é um acesso poderoso à expressão, ao conhecimento e à construção de legado.

Vivemos a era da democratização da palavra. Ideias, experiências e histórias que antes ficavam restritas a pequenos círculos agora podem alcançar o mundo. E isso muda tudo — para o autor e para quem lê.

Por que escrever um livro pode transformar a sua vida

A pergunta é legítima: qual o impacto real disso na minha vida?

Para quem busca crescimento pessoal, profissional, espiritual e social, o conhecimento não é opcional — é estratégico. Sem ele, corremos o risco de apenas repetir discursos, seguir tendências e adotar opiniões sem consciência de sua origem ou finalidade.

Escrever é um ato de clareza.
É quando você organiza pensamentos, assume posicionamento e desenvolve visão própria.

Cada história é única — e exatamente por isso importa

Somos seres únicos, mesmo quando compartilhamos a mesma origem. Pessoas criadas na mesma família, com os mesmos valores iniciais, vivenciam experiências de formas completamente diferentes. A maneira como cada um interpreta, ressignifica e responde à vida constrói histórias singulares.

Diante de desafios e dores, alguns crescem, outros se paralisam e outros repetem padrões. Compartilhar essas vivências é oferecer ao mundo perspectivas que podem abrir novos caminhos para quem está em busca de respostas.

O poder da troca: conhecimento nasce do encontro

O desenvolvimento humano acontece no encontro de olhares.
Sempre existe um ponto de vista que não conseguimos enxergar sozinhos. Quando escutamos o outro, ampliamos nossa percepção, criamos novas conexões mentais e expandimos nossa compreensão do mundo.

Grandes ideias não surgem do isolamento.
Elas nascem do diálogo, da leitura, da observação, da escuta e da experiência compartilhada.

O livro como ponte entre ideias e pessoas

O livro é uma das ferramentas mais potentes para colocar uma ideia no mundo. Ele ultrapassa barreiras geográficas, culturais e temporais. Leva pensamentos a lugares onde o autor talvez nunca esteja fisicamente, mas onde sua mensagem pode gerar impacto real.

Um livro pode transformar vidas, famílias e até comunidades inteiras.

Não existe história ruim.
Existe história mal contada.

Histórias que atravessam o tempo transformam o mundo

Muitos sonhos e trajetórias foram moldados por histórias de pessoas que nunca conhecemos pessoalmente — como Steve Jobs (Apple) ou Howard Schultz (Starbucks). Outras vozes atravessam séculos e continuam influenciando gerações, como Jesus Cristo, São Lucas ou Barão de Mauá. Essas são referências que influenciaram minha trajetória. E que só conheci por que há livros escritos sobre os mesmos.

Histórias permanecem porque carregam verdade, visão e propósito.

Publicar um livro é um ato de responsabilidade e legado

Escrever um livro é assumir que sua experiência tem valor.
É entender que sua história pode servir de inspiração, orientação ou despertar para alguém que você talvez nunca encontre, mas que precisa exatamente daquilo que você viveu.

A Aquarela Brasileira Livros acredita no poder transformador das palavras, na força das ideias e na construção de legado por meio de histórias bem contadas.

Porque quando uma história é escrita com consciência e propósito, ela não termina no autor.
Ela começa no leitor.

Por Walda Araújo

Diretora Comercial e de Marketing da Aquarela Brasileira Livros

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Humble Shakespeare

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Poetry, translation, and the questions that outlive us

“Poetry is not made of words. It is made of what they lack.”

Some books are written. This one was overheard — in the silence between a question and its answer.

It began inside the Church of Our Lady of the Good Voyage, in Belo Horizonte. A boy looked at the splendour of gold, the mysterious images, the gathered faith — and felt wonder. It was there, beside his grandmother, that the first verses sprang forth. Not as memory. As method.

Humble Shakespeare is born from that inaugural wonder — and from the conviction that poetry begins not with a verse, but with the wonder that precedes it. Wagner Merije, a poet of Brazil and Latin America who has lived in London, São Paulo, Coimbra and Rio de Janeiro, has chosen, in this dialogue with the Bard’s legacy, to be faithful to wonder.

What Awaits You

This is not a collection of texts arranged alphabetically or chronologically. It is a poetic body — a living organism, breathing, bleeding, dancing, losing its balance and finding itself again.

The poems dialogue across languages — because truth belongs to no single tongue, and poetry is its freest citizen. They also dialogue across worlds — because the human and the mechanical are no longer opposites, but partners in the same wonder.

“I am not a robot, I am not an algorithm, I am not an avatar —
I am the spark that chooses to burn.”

Each poem is a door. Each translation, a window. Each reader, a traveller who, in leafing through these pages, finds themselves leafing through themselves.

Why “Humble Shakespeare”?

Shakespeare’s theatre was not made of answers, but of questions that cross the centuries. Hamlet asks not “what to do?” but “why do it?”. King Lear asks not “who am I?” but “what remains when everything I was told I am falls away?”.

Humble Shakespeare does not imitate the Bard. It inhabits him. It does not compete with his grandeur. It merely says, like him, that poetry is not made of words — it is made of what they lack.

The Questions This Book Offers

This is not a book of answers. It is a book of questions worth living:

Who am I, when everything I was told I am falls away? What remains when code, gear, biology and destiny fall silent? What courage is needed not to be carried by the current — and to row? What love is this that does not cling to gain or loss, but blooms in the pain that follows its own path? How does one caress a storm without being burned? What does it mean to be invisible — and yet, to be seen?

These are not questions answered by essays or manuals. They are answered by life. By choices. By the minimal gesture of one who, amid the noise, decides to listen to the silence.

Read these poems aloud and the pleasure will be greater.

About the Author

Wagner Merije was born in Belo Horizonte, Minas Gerais, Brazil, and carries in his blood the geography of the curious. He holds dual citizenship, Brazilian and Portuguese. His best-known titles include Mobimento — Educação e Comunicação Mobile (2012), a finalist for the 2013 Jabuti Prize, Um Furacão em Lisboa, Viagem a Minas Gerais, Cidade em Transe, Astros e Estrelas – Memórias de um jovem jornalista em Londres, Turnê do Encantamento, Torpedos, among others.

He holds a PhD in Letters from the University of Coimbra and has organised collections such as Saudade em Palavras (2026), Coimbra em Palavras (2018) and São Paulo em Imagens (2017), as well as having edited and published works by Fernando Pessoa, Camões, Eça de Queirós, Padre António Vieira, Florbela Espanca, Antero de Quental, Camilo Pessanha, Mário de Andrade, Gregório de Matos, Gonçalves Dias, and others.

Throughout his career, he has received numerous awards, but what he values most, he confides, is “the invisible prize of seeing a reader moved upon closing a book”.

Book Details

Title: Humble Shakespeare

Author: Wagner Merije

Publisher: Aquarela Brasileira Livros

Genre: Poetry

Format: 14×21 cm

Pages: 96

Web: www.aquarelabrasileira.com.br/humble-shakespeare

For Reviews Copies, Interviews and Extracts contact faleaquarela@gmail.com

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Legacy Curation

It’s not just about telling stories. It’s about making them last.

Brasil – Portugal

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Poesia, tradução e as perguntas que sobrevivem ao tempo

“A poesia não se faz com palavras. Faz-se com o que falta a elas.”

Alguns livros são escritos. Este foi escutado — no silêncio entre uma pergunta e a sua resposta.

Tudo começou dentro da igreja de Nossa Senhora da Boa Viagem, em Belo Horizonte. Um menino olhava o esplendor do ouro, as imagens misteriosas, a fé reunida — e sentiu o espanto. Foi ali, na caravana de fiéis ao lado da avó, que os primeiros versos brotaram. Não como memória. Como método.

Humble Shakespeare nasce desse espanto inaugural — e da convicção de que a poesia começa não com um verso, mas com o espanto que o antecede. Wagner Merije, poeta do Brasil e da América Latina que viveu em Londres, São Paulo, Coimbra e Rio de Janeiro, escolheu, neste diálogo com o legado do Bardo, ser fiel ao espanto.

O que te espera

Não estamos diante de uma coleção de textos arrumados por ordem alfabética ou cronológica. É um corpo poético — um organismo vivo que respira, que sangra, que dança, que se desequilibra e se reencontra.

Os poemas dialogam entre línguas — porque a verdade não pertence a nenhum idioma, e a poesia é a sua cidadã mais livre. Dialogam também entre mundos — porque o humano e o mecânico já não são opostos, mas parceiros no mesmo espanto.

“Não sou robô, não sou algoritmo, não sou avatar —
sou a centelha que escolhe arder.”

Cada poema é uma porta. Cada tradução, uma janela. Cada leitor, um viajante que, ao folhear estas páginas, se encontra a folhear a si mesmo.

Por que “Humble Shakespeare”?

O teatro de Shakespeare não era feito de respostas, mas de perguntas que atravessam os séculos. Hamlet não pergunta “o que fazer?” — pergunta “por que fazer?”. Rei Lear não pergunta “quem sou?” — pergunta “o que resta quando tudo o que me disseram que sou se desfaz?”.

Humble Shakespeare não tenta imitar o Bardo. Tenta habitá-lo. Não compete com a sua grandeza. Apenas diz, como ele, que a poesia não se faz com palavras — faz-se com o que falta a elas.

As perguntas que este livro oferece

Este não é um livro de respostas. É um livro de perguntas que valem a pena ser vividas:

Quem sou eu, quando tudo o que me disseram que sou se desfaz? O que resta quando o código, a engrenagem, a biologia e o destino se calam? Que coragem é preciso para não ser levado pela corrente — e remar? Que amor é esse que não se prende ao ganho ou à perda, mas floresce na dor que envereda? Como se acaricia uma tempestade sem se queimar? O que significa ser invisível — e, mesmo assim, ser visto?

Não são perguntas que se respondem com ensaios ou manuais. Respondem-se com vida. Com escolhas. Com o gesto mínimo de quem, no meio do ruído, decide ouvir o silêncio.

Leia estes poemas em voz alta e o prazer será maior.

Sobre o autor

Wagner Merije nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, e traz no sangue a geografia dos curiosos. Tem dupla cidadania, brasileira e portuguesa. Os seus títulos mais conhecidos incluem Mobimento — Educação e Comunicação Mobile (2012), finalista do Prêmio Jabuti 2013, Um Furacão em Lisboa, Viagem a Minas Gerais, Cidade em Transe, Astros e Estrelas – Memórias de um jovem jornalista em Londres, Turnê do Encantamento, Torpedos, entre outros.

É PhD em Letras pela Universidade de Coimbra e organizador de coletâneas como Saudade em Palavras (2026), Coimbra em Palavras (2018) e São Paulo em Imagens (2017), além de ter editado e publicado obras de Fernando Pessoa, Camões, Eça de Queirós, Padre António Vieira, Florbela Espanca, Antero de Quental, Camilo Pessanha, Mário de Andrade, Gregório de Matos, Gonçalves Dias, entre outros.

Ao longo da sua carreira, foi galardoado com vários prêmios, mas o que mais valoriza, segundo confidencia, é “o prêmio invisível de ver um leitor emocionado ao fechar um livro”.

Dados do livro

Título: Humble Shakespeare

Autor: Wagner Merije

Editora: Aquarela Brasileira Livros

Gênero: Poesia

Formato: 14×21 cm

Número de páginas: 96

Web: www.aquarelabrasileira.com.br/humble-shakespeare

Para Crítica, Entrevistas e Excertos contacte faleaquarela@gmail.com

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Trilogia Visual de Coimbra

A Trilogia Visual de Coimbra, escrita e dirigida por Wagner Merije, é um conjunto de três obras audiovisuais que exploram a cidade como território vivo de arte, pensamento e resistência. Mais do que um retrato urbano, é uma viagem sensorial pelas camadas históricas, humanas e poéticas que fazem de Coimbra um lugar único no imaginário português.

Todos os Caminhos Levam a Coimbra

https://aquarelabrasileira.com.br/todos-os-caminhos-levam-a-coimbra
Um mosaico de vozes e paisagens que revela a Coimbra universal — cidade de encontros, memórias e sonhos. Entre passado e futuro, o filme celebra o poder transformador da cultura e o pulsar de uma cidade que continua a inspirar artistas e viajantes.

Diseurs – Identidade, Expressão e Tempo da Voz Poética

https://aquarelabrasileira.com.br/diseurs-identidade-expressao-e-tempo-da-voz-poetica
Um ensaio visual sobre a força da palavra dita.
Diseurs reúne poetas, performers e intérpretes que resgatam a oralidade como gesto de criação e resistência. Um tributo à voz poética que ecoa em Coimbra — cidade de trovadores, estudantes e sonhadores.

A Última Ceia Antes da Invasão Francesa

https://aquarelabrasileira.com.br/a-ultima-ceia-antes-da-invasao-francesa
Entre a ficção e a história, o filme propõe uma ceia simbólica onde se cruzam artistas e memórias da resistência. Um banquete de ideias e emoções que questiona o presente através do olhar crítico sobre a arte, o poder e a liberdade.

Mais do que uma trilogia, trata-se de um manifesto artístico que dialoga com o passado e o presente de Coimbra, cruzando cinema, poesia, performance, música e memória coletiva.
Com uma estética autoral e uma abordagem contemporânea,
Wagner Merije transforma Coimbra num palco de criação, revelando o seu lado mais humano, vibrante e sujo — no melhor sentido da palavra: vivo.

Produção: Aquarela Brasileira

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BRASIL CULTURA E TRADIÇÕES

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Esta obra é um mergulho na alma brasileira.

Não se trata de um manual de folclore nem de uma enciclopédia de datas comemorativas. Brasil – Cultura e Tradições é uma viagem sensorial e conceitual pelas raízes, pelos ritos, pelas festas, pelas crenças e pelos sabores que moldaram a identidade de um país continental.

Da umbanda ao forró, do artesanato do barro ao repente do Nordeste, do tambor do Maranhão à folia de reis do interior mineiro, a obra percorre as camadas profundas da brasilidade – sem clichês, com olhar crítico e afetivo ao mesmo tempo.

Destinado a quem ama o Brasil e a quem quer compreendê-lo para além dos estereótipos, o livro é uma celebração da diversidade cultural que resiste e se reinventa a cada geração.

Com projeto gráfico elegante, imagens que dialogam com o texto e uma curadoria que valoriza as culturas populares, Brasil – Cultura e Tradições é um convite à memória e ao pertencimento.

Dados do livro

Título: Brasil – Cultura e Tradições

Editora: Aquarela Brasileira Livros

Gênero: Cultura / Ensaio / Antropologia / Artes

Formato: 14 x 21 cm

Número de páginas: 196

Web: www.aquarelabrasileira.com.br/brasil-cultura-e-tradicoes

Encomendas/Pedidos: faleaquarela@gmail.com

 

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O que os jovens perguntam

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O que os jovens perguntam aos empresários. E o que os empresários não ousam responder

Diálogos intergeracionais sobre trabalho, propósito e o futuro das empresas que inspiram

E se invertêssemos o jogo? Toda a gente já ouviu empresários de sucesso a falar sobre o que aprenderam. Mas e se fossem os jovens a fazer as perguntas?

O que os jovens perguntam aos empresários. E o que os empresários não ousam responder é o novo volume da coleção Empresas que Inspiram da Aquarela Brasileira Livros — um livro que inverte a lógica da conversa e coloca no centro do palco a voz de quem está a chegar ao mercado de trabalho.

Não é um livro de entrevistas tradicionais. É uma conversa a duas vozes — entre jovens que ainda não construíram impérios e empresários que já passaram por crises, erros e conquistas. Perguntas que ninguém faz. Respostas que raramente se ouvem.

O livro reúne diálogos entre jovens de diferentes origens e empresários de setores variados — do varejo à tecnologia, da indústria à cultura. Cada capítulo é uma conversa que começa com uma pergunta incômoda e termina com uma resposta que ninguém esperava.

Algumas das perguntas que vão ecoar nestas páginas:

  • “Você já teve medo de falir? O que sentiu?”
  • “Se pudesse voltar atrás, o que faria diferente?”
  • “Como é que se lidera alguém que sabe mais do que você?”
  • “Qual foi o maior erro que cometeu e que ninguém sabe?”
  • “O que é que os jovens ainda não perceberam sobre o mundo dos negócios?”
  • “Vale a pena ser honesto quando a desonestidade dá mais lucro?”
  • “O que é que a sua empresa faz que não está no site nem no relatório anual?”

As respostas são tão diversas quanto os entrevistados — e revelam o lado humano, frágil e improvável de quem construiu algo que inspira.

Por que este livro é diferente

  • Inverte a lógica do poder: os jovens perguntam, os empresários respondem. Não há hierarquia, há diálogo.
  • Capta a atenção de uma nova geração: jovens leitores que normalmente não se interessam por livros de negócios vão querer ler as perguntas que eles próprios fariam.
  • Humaniza o empresário: mostra o erro, a dúvida, o medo — não apenas o sucesso.
  • Cria um documento histórico: um retrato de duas gerações que se encontram (ou se desencontram) num momento de transformação do mundo do trabalho.

Este não é um livro só para jovens. É um livro para quem quer entender o que se passa na cabeça de quem está a chegar — e para quem já chegou e quer lembrar-se do que era estar no início.

É um livro para:

  • Jovens que estão a entrar no mercado de trabalho e querem respostas honestas.
  • Empresários que querem ouvir o que a próxima geração pensa.
  • Educadores e pais que querem compreender o fosso entre gerações.
  • Qualquer pessoa que acredita que o diálogo entre gerações é o único caminho para o futuro.

Dados do livro

Título: O que os jovens perguntam aos empresários. E o que os empresários não ousam responder – Diálogos intergeracionais sobre trabalho, propósito e o futuro das empresas que inspiram

Editora: Aquarela Brasileira Livros

Gênero: Negócios / Juventude / Diálogo Intergeracional

Formato: 14×21 cm

Número de páginas: 160

Web: www.aquarelabrasileira.com.br/o-que-os-jovens-perguntam

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Trovar a Liberdade com Zeca Afonso — Um encontro criativo com um artista ímpar

Na Aquarela Brasileira temos o orgulho de apresentar Trovar a Liberdade com Zeca Afonso, um espetáculo poético-musical que celebra a obra de Zeca Afonso de forma intensa, contemporânea e transformadora. Este projecto não é apenas uma homenagem: é uma recriação vibrante de textos, melodias e memórias, num diálogo vivo entre o passado e o presente.

Wagner Merije assume a direção artística e compõe a trilha sonora original, tecendo uma paisagem sonora que dá profundidade emocional e textual ao espetáculo. Por seu lado, a interpretação de Fernando Franco traz à vida os poemas, canções e reflexões de Zeca, com grande sensibilidade e autenticidade.

Através de uma combinação de declamação, arranjos musicais e design sonoro, Trovar a Liberdade com Zeca Afonso convida o público a revisitar a força da poesia e as urgências éticas colocadas por Zeca: liberdade, justiça, memória, solidariedade. É uma viagem íntima e universal, que toca tanto o coração quanto a consciência.

Este espetáculo reflete o compromisso da Aquarela Brasileira com a cultura lusófona, a arte de alto nível e a promoção de projetos que reforçam o poder da palavra e da música para transformar. Convidamos todos — amantes da poesia, da música, dos ideais de liberdade — a se juntarem a nós nesta celebração artística tão significativa.

O espetáculo faz parte da programação do prestigiado Ciclo Orphika 2025 da Universidade de Coimbra.

Local: Liquidâmbar – Praça da República – Coimbra, Portugal
Data e horário: 25 de novembro de 2025 — 21h30
Entrada livre

Realização: Motivos Alternativos & Aquarela Brasileira

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100 Provérbios Poderosos

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Eles sobreviveram a impérios, guerras, revoluções tecnológicas e mudanças de idioma. Não porque são rebuscados ou difíceis, mas exatamente pelo contrário: são simples, diretos e cirúrgicos.

Os provérbios são o mais antigo “algoritmo humano”. Criados há mais de 4 mil anos, nasceram da experiência prática no Egito, na sabedoria divina de Salomão e na filosofia dos gregos. Eles são o código-fonte da inteligência emocional e prática da humanidade.

100 Provérbios Poderosos – Os Códigos da Sabedoria não é uma coletânea de frases feitas. É um mergulho estratificado nos ditos que moldaram nossa civilização. Cada provérbio é acompanhado de uma análise lúcida sobre sua origem e uma reflexão poderosa sobre como aplicá-lo no mercado de trabalho, nas relações humanas e, especialmente, na liderança consciente e no desenvolvimento pessoal.

Vivemos na era da informação em excesso, mas carentes de sabedoria aplicada. Os provérbios sobreviveram porque funcionam. Eles nos ensinam a reconhecer a ignorância (só os tolos desprezam a instrução), a construir um legado com tijolos silenciosos e a dominar a mente antes de tentar dominar o mundo.

Este livro é o ponto de partida perfeito para uma coleção que promete trazer os melhores “100” temas para a estante do leitor brasileiro.

Dados do livro

Título: 100 Provérbios Poderosos – Os Códigos da Sabedoria

Editora: Aquarela Brasileira Livros

Gênero: Desenvolvimento Humano / Autoajuda / Filosofia / Referência

Formato: 14 x 21 cm

Páginas: 128

Web:www.aquarelabrasileira.com.br/100-proverbios-poderosos

Encomendas: faleaquarela@gmail.com

 

 

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O VINHO COMO OBRA DE ARTE_Exposição de Wagner Merije

Celebrar o vinho é celebrar a própria humanidade. Desde há milénios, o vinho acompanha a história dos povos como símbolo de partilha, espiritualidade e prazer estético. Foi oferenda aos deuses, inspiração de poetas, metáfora do tempo e da vida. Hoje, transforma-se em arte pelas mãos do artista multimédia Wagner Merije, que reinterpreta esse legado num conjunto de obras visuais de rara beleza e profundidade.

A exposição “O Vinho como Obra de Arte”, que inaugura a 18 de novembro de 2025 no Centro Cultural Penedo da Saudade, em Coimbra, Portugal, é uma homenagem sensorial e poética ao universo vinícola. Nas obras, as garrafas de vinho deixam de ser objetos utilitários e tornam-se protagonistas visuais — esculturas pictóricas adornadas com flores monumentais, rostos enigmáticos e paisagens vibrantes que evocam mestres como Van Gogh, Picasso e David Bailly.

Com composições intensas, cromaticamente ricas e carregadas de emoção, Merije convida o público a mergulhar num território onde o vinho é mais do que uma bebida: é arte, memória e celebração. As imagens são apresentadas em diferentes suportes e acompanhadas por frases poéticas sobre o vinho em português, inglês, espanhol e francês, ampliando o diálogo entre culturas e sensibilidades.

O ambiente expositivo ganha ritmo e movimento através de uma instalação audiovisual em loop, com imagens e sons que envolvem o visitante num fluxo contínuo de cor, textura e contemplação.

“Imagens que bebem da essência do vinho, revelando histórias entre tintos, brancos e olhares. Um brinde à arte que enche a taça da vida.” – Wagner Merije

A mostra, realizada pelo Centro Cultural Penedo da Saudade (Instituto Politécnico de Coimbra) em parceria com a Art Bloxtone e Aquarela Brasileira, fica patente até 21 de dezembro de 2025, com entrada livre.

Todas as obras estão disponíveis para aquisição. Mais informações através do e-mail: artbloxtone@gmail.com

Conheça o trabalho visual do autor em Fotografia e arte de Wagner Merije

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