Arquivo da categoria: Exhibitions

Coimbra Cidade Livro Aberto

 

Oh! Safo_Foto Wagner Merije

Mostra fotográfica que revela um pouco de Coimbra através das imagens e suas entrelinhas.

Um descortinar de olhares sensíveis e visões particulares.

Participam Felipe Vieira, Marcela Uchoa, Mick Maxwell, Susana Eliane, Bruno Macêdo Mendonça, Ana Baptista, Wagner Merije

 

“O verdadeiro fotógrafo, como de resto qualquer artista, deve escolher o caminho com o coração e nele viajar incansalvemente, contemplando como pessoa inteira tudo o que é vivo. Absolutamente íntegro, sem propósito alcançar, sem submissão a regras e fórmulas, sem necessidade de parecer brilhante ou original, só assim autêntico e livre pode captar o espírito criador em movimento. Aquele que mergulha na viagem do ver tem que estar com as portas da percepção sempre abertas, sabe que diante do eterno precisa esquecer de si próprio. A criação é o que importa, caminho de conhecimento, poderosa arma de encontrar o mundo. O ato criativo é contínuo e sem fim, a prática sempre renovada de contemplar humaniza a visão, anula verdades, permite a inventividade, realça o eu interior. A recompensa é a experimentação mística do encontro com a beleza. O fotógrafo sente neste momento fulgaz algo parecido com o satori zen budista, um momento de revelação, um indefinido e maravilhoso prazer. Nessa respeitosa relação consigo mesmo, o fotógrafo cria algo de original com espontaneidade e fluência, o observador se confunde com a coisa observada, o vazio se instaura, o que estava contido volta a pulsar, o que antes era pressentimento agora é realização. A pureza do seu diálogo, por mais fotos que faça, por mais poeira que tire dos olhos, continuará andando solitário com sua câmera, mas ele também sabe que está aprendendo outra arte bem maior, a arte de não ser coisa alguma, de não ser mais que o nada, de dissolver a si próprio no vazio entre o céu e a terra.”

Fernando Pessoa

 

LOCAL: Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra

Entrada do Anfiteatro III – 4º Piso

DATA: De 05/04/2017 a 30/04/2018

 

21ª Semana Cultural da UC – Caminhos

Agradecimentos: Universidade de Coimbra, Equipa da Semana Cultural da UC, FLUC, colaboradores e amigos.

Idealização: Aquarela Brasileira Multimedia

Pequenos Grandes Caminhos

Pequenos Grandes Caminhos_Detalhe_20190321

Mostra de artes que tem como mote os caminhos que as crianças trilham com seus pais, avós e familiares para chegar à escola.

São representações visuais que mostram a diversidade de caminhos nas vidas de todos nós.

Uma criação conjunta das crianças do Jardim de Infância dos SASUC, com muito carinho e criatividade. Participam Leonor, Sofia, Madalena, Pilar, Joaquim, Clara, Júlia, Pedro, Mafalda, Maria Inês, Rita, Rebeca, Henrique, Guilherme, Maria Rita, Inês, Dora

Apresentada, primeiramente, no Hospital Pediátrico, permite-nos perceber o hospital para além de sua finalidade de acolhimento de doentes, mas também como um local de convívio de pessoas diversas, de encontros, de aprendizagem, de amor, de esperança, de cura pela arte.

Arte em espaços não convencionais, aberta ao público.

Valorização dos saberes e talentos das crianças.

Em seguida, as criações serão apresentadas nas dependências do Jardim de Infância do SASUC.

Local: Hospital Pediátrico da Universidade de Coimbra (Entrada pelas Consultas Externas) –Av. Dr. Afonso Romão, 3030

Período: De 21/03/2019 a 10/04/2019

Horário: 8h30 às 17h00

Informações: faleaquarela@gmail.com

21ª Semana Cultural da UC – Caminhos

Agradecimentos: Universidade de Coimbra, Equipa da Semana Cultural da UC, Equipa do JI SASUC, Joana Vila Nova, Raquel Maricato, Nuno Freitas, Odete Gonçalves, Equipa do Hospital Pediátrico do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), Dra Salomé Marques, Elisa Martins, Lucio Oliveira, colaboradores. e amigos.

Idealização: Aquarela Brasileira Multimedia

 

Pequenos Grandes Caminhos_Processo_20190225_155540

Projetar Caminhos… Andar Por Aí!

Apresentação
O atelier no JISASUC integra-se numa abordagem específica em que as famílias são chamadas como colaboradores ativos e presenciais na dinamização deste espaço e tempo. Destina-se a um momento em que as crianças em pequenos grupos exploram as dimensões das suas cem linguagens.
Este ano o mote para adultos e crianças foi “Projetar Caminhos…Andar Por Aí!”.

O Processo
“Fizemos desenhos sobre caminhos. Eu fiz um labirinto que é um caminho que tem muitos sítios por onde podemos passar. Eu já estava a pensar num labirinto, antes de fazer o esboço. É que eu lembrei-me de um labirinto que há no parque. Tem caminhos com portas, onde podemos passar, e outros que têm arbustos.
Fiz o labirinto da Rita que não acreditava em dragões, mas afinal apareceu o dragão e cuspiu fogo!” Rita, 5 anos

“Fiz o mapa da minha casa e depois fiz o caminho para a escola da mana e desenhei a escola da mana. Este é o caminho da escola da mana!” Leonor, 5 anos

“Fiz o caminho da água e dos peixes.
– E eu também. O caminho dos peixes é na água do mar.
– Os peixes vão passear no rio e encontram outros peixes e também pode encontrar tartarugas e polvos. Fizemos este caminho com lápis, canetas, arame e umas bolinhas de brinquedos.” Maria Inês e Mafalda, 4 anos
“Fiz o caminho dos pássaros e vi aqui um pássaro. O caminho dos pássaros é pelo céu: uns vão para ali que é para casa dos meus avós, para o outro lado é para casa dos outros avós, para baixo é para o chão e para cima é para o céu e para o espaço.
Utilizei lápis e uma folha para desenhar o esboço dos caminhos. Depois usei outros materiais…com rolos de papel e linha colorida, e outro com algodão. As asas foram de um papel brilhante azul e o bico também foi com esse material.” Rebeca, 5 anos

“No atelier eu fiz um caminho que era o dos pássaros. Não sei onde vai dar, mas é no céu e eu não sei onde vai dar. Quando os pássaros vão no caminho deles vão para os ninhos que são nas árvores.” Madalena, 4 anos
“Eu fiz o caminho das coisas que estão dentro da escola. Há mesas, cadeiras e tapetes. É um caminho divertido, porque os amigos também estão connosco! Este era um caminho importante porque é o caminho da escola e eu gosto de vir à escola…fazemos amigos novos. Mas antes tive que fazer o esboço que é quando desenhamos num papel as nossas ideias, aquilo que vamos fazer.
Para fazer este caminho utilizei barro, rolos pequeninos, paus e palhinhas.” Joaquim, 5 anos

“Eu fiz o caminho dos brinquedos! Eu escolhi este caminho… é porque desenhei tudo: todos os brinquedos.” Pilar, 3 anos
“Fiz um caminho com algodão.” Sofia, 3 anos

“Eu desenhei o caminho de um banco de azulejos que é para vir para a escola, porque às vezes eu passo por lá, quando venho a pé. Usei cola e usei esponjas, lápis de cor, e um papel grande que tinha brilhantes e era macio. Depois de fazer o esboço eu decidi fazer o caminho com o Guilherme, porque somos amigos. O Guilherme tinha um caminho que era do estendal aterrar na parte de trás da carrinha. E depois fizemos uma carrinha da polícia.” Henrique, 6 anos

“Primeiro eu desenhei o meu esboço! Eu fiz um esboço de quando fui à Land Paris e andei no comboio que tinha um túnel de quadros e esculturas. Depois a Inês disse-me o que desenhou: desenhou o caminho das vacas que é nos montes claros. Depois tivemos uma ideia que era fazer o caminho das vacas a passar pelo túnel. Então a Inês foi fazer as vacas com cabeça de algodão e eu fui fazer os quadros com papéis, bolinhas brilhantes e canetas. Havia um quadro gigante no último. Eu usei papel brilhante, fita cola e cartão. O papel era crepe e não aguentava muitas coisas, por isso pusemos cartão por baixo. Usámos também bolinhas, cola, canetas, papéis, espuma e papéis normais e brilhantes.” Maria Rita, 6 anos
“Fiz o caminho para a minha casa.” Clara, 3 anos
“Primeiro fiz o esboço que é um desenho e depois ficamos a olhar para ele. Depois temos que montar o que o desenho está a mandar. Eu fiz o caminho das vacas! No esboço fiz com muitas, mas depois para montar eram só duas, porque fiz com a Maria Rita. Fizemos juntas, porque nós somos muito amigas.
Utilizei papel brilhante para as vacas e outros materiais que eram rolhas e arames.” Inês, 6 anos

“Fiz um desenho no atelier sobre a minha ideia do meu caminho que era da asa do estendal a cair em cima da carrinha do pai. Mas depois, decidi fazer com o Henrique, porque ele é o meu melhor amigo e juntámos os nossos caminhos.” Guilherme, 5 anos

“Fiz o caminho da minha casa para o JI numa folha e com lápis. Depois fiz com o Pedro, porque ele também estava a fazer o caminho para o JI.
– Fizemos com caricas e madeira.
– Tivemos que martelar com martelo e pregos para não cair.
– Eu desenhei o carro, porque vou para o JI de carro.
– E eu desenhei a minha casa. Depois cortámos e colámos.” Júlia, 4 anos e Pedro, 5 anos

 

Assim na Terra como no Céu

Trágico-Marítima_Domingues Pinto_divulgação
Trágico-Marítima_Domingues Pinto_divulgação

Assim na Terra como no Céu é uma mostra de artes plásticas que busca recriar parte do imaginário de grandes personalidades de Coimbra em fusões com elementos da cultura portuguesa.
Uma livre interpretação pictórica de um rico universo de histórias e simbolismos.
Participam Pedro Góis, Catarina Bota Leal, Domingues Pinto, Élia Ramalho, António Azenha, Lobo e Wagner Merije.

Inauguração: 19/03/2019 – 18h30 – 20h30
Visitas: 20/03 a 12/04/2019 – Seg – Sex: 9h30 às 12h30 e 14h00 às 18h00

Local: Casa da Escrita
Rua Dr. João Jacinto Nº 8, Sé Nova – Coimbra/Portugal
Fone: + 351 239 853 590
Site: www.casadaescrita.cm-coimbra.pt
E-mai: casadaescrita@cm-coimbra.pt

21ª Semana Cultural da UC – Caminhos
Agradecimentos: Universidade de Coimbra, Câmara Municipal de Coimbra, Casa da Escrita, amigos e colaboradores.
Idealização e produção: Aquarela Brasileira Multimedia


PALAVRAS, PESSOAS, ARTES

Palavras que são reinterpretadas.

Das palavras nascem ideias e diálogos e junto o desejo de trazer as pessoas que admiramos para o nosso convívio mais próximo. É uma demonstração de respeito, de carinho, é como querer que elas estivessem presentes agora, entre nós, e não só no passado. Pois suas mentes criativas continuam a nos estimular a ir além, por nós e por elas.

Somos todos multifacetados! Há nesta mostra um enfrentamento de linguagem pelos criadores, em uma dinâmica que projeta palavra e vida em imagens e formas.

Lembrando Walter Benjamin, existe uma linguagem da escultura, da pintura, da poesia, e essas estão fundadas em outras. Toda obra de arte possui um ideal a priori, carrega em si uma necessidade de existir, cabendo ao crítico evidenciar, justamente, essa necessidade e nenhuma outra.

Assim na Terra como no Céu está fundada em um olhar coletivo, o que faz com que a tarefa de delimitar seu significado, ou concebê-lo de forma precisa, não seja fácil. O elo entre quem aprecia a obra e a obra se dá pela relação de sentidos. E aqui eles são múltiplos!

Manifesto da Abundância

Sobre amor às artes, expertise e atenção…

E sobre…

E sobre ser escolhido e escolher fazer arte…

E sobre escolha ou condenação…

E sobre educar e aprender…

E sobre a Academia…

E sobre a Língua Portuguesa…

E sobre respeito e convivência com a diversidade…

 

E sobre… nós…

nós

 

Nisto acreditamos…

 

Prosperidade!

O universo é abundante de recursos, de bondades e recompensas.

 

Reconhecemos na linguagem da arte a pluralidade de sentidos como traço definidor.

O mundo é uma obra aberta.

Vamos expandir nossas fronteiras, vamos romper com os paradigmas.

 

O sol há de brilhar mais uma vez.

O amor será eterno novamente.

 

 

 

Mobinho na Aquarela

 

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Logo logo teremos novidades para toda a Família do Mobinho.

Enquanto isso, visite nossa rede e comunidade virtual:  www.mvmob.com.br

Pequena Casa de Lembranças na TV UC

Foi ao arrumar a mala de sua filha para a escola que o artista e estudante de doutoramento da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (FLUC), Wagner Merije, teve a ideia que o levaria a realizar uma instalação artística na Casa da Esquina e no Hospital Pediátrico de Coimbra. “A Pequena Casa de Lembranças surgiu no momento de tirar algumas coisas da mala e saber que outras ficariam para trás”. O autor da obra tomou como mote as mudanças que ocorrem na vida das crianças quando seus pais escolhem viver em outro país. “Comecei a pensar em como representar essa transição de quando as crianças têm que partir”, explica Wagner Merije.

Brinquedos, fotografias, desenhos, roupas e objetos pessoais compõem a estrutura da casa de memórias. “Muitas vezes não temos noção de que um pequeno objeto carrega uma carga enorme de sentimentos e histórias para as crianças”. Para Wagner Merije, elas são capazes de se identificarem com esses objetos e projetarem neles os amigos e parentes. O artista lembra de crianças que visitaram a exposição e atribuíram qualidades pessoais aos objetos. “Elas se colocam no lugar dos brinquedos” revela o autor.

Foram recrutados dois alunos de arquitetura da Universidade de Coimbra para participarem na criação do projeto. “O Wagner mostrou-nos várias ideias de casa e queria que o ajudássemos a construí-la com lugares para pôr brinquedos pendurados e repartições” conta o estudante de arquitetura, Joel Capitão.

Para Wagner Merije, a importância da obra passa também por atrair um público para o qual a produção artística é menos frequente. “Eu quis fazer um trabalho para crianças e convidá-las para refletirem comigo o que significam as memórias e as lembranças”.

O autor do projeto chama a atenção, contudo, da necessidade dos adultos também visitarem a instalação. Segundo ele, as questões abordadas na obra vão além dos sentimentos das crianças. Trata-se de discutir o lugar das crianças na academia e na sociedade, bem como atentar à saúde e aos cuidados infantis.

A Pequena Casa de Lembranças fica até dia 30 de março na Casa da Esquina e depois muda-se para o Hospital Pediátrico do dia 02 de abril até o dia 15 de abril.

Por Vittorio Aranha

Veja a matéria completa em http://noticias.uc.pt/multimedia/videos/memorias-e-historias-infantis-sob-e-sobre-telhado

Pequena Casa de Lembranças

Pequena Casa de Lembranças_arte 

Pequena Casa de Lembranças é uma representação da memória de várias crianças por meio de objetos (roupas, calçados, brinquedos, desenhos, fotografias etc) que revestem uma pequena casa de brinquedo. Uma evocação às lembranças deixadas para trás por crianças que mudam para países diferentes, como acontece com muitos filhos(as) de pesquisadores em Coimbra. Uma criação multimedia de Wagner Merije

Projeto selecionado para a 20ª Semana Cultural da Universidade de Coimbra 2018

 

Locais, Datas e Horários de Visitação:

Casa da Esquina – Rua Aires de Campos, 06

De 14/03 a 30/03/2018

Visitas: De terça a sexta-feira, das 10h às 12h30 e das 14h30 às 18h30

Informações: 239 041 397

 

Hospital Pediátrico – R. Dr. Afonso Romão, 3030

De 02/04 a 15/04/2018

Visitas: Todos os dias, aberto 24 horas

Informações: 239 488 700

 

Processo de elaboração:

Pequena casa de lembranças é uma representação do universo infantil por meio da memória e das lembranças de crianças. Representadas por objetos pessoais (roupas, calçados, brinquedos, desenhos, fotografias e outros pertences) essas memórias e lembranças re-vestem uma pequena casa de brinquedo (de estilo Montessori). A casa e os objetos evocam casas e objetos deixados para trás por crianças que mudam de casa para cidades e países diferentes. Mundos muitas vezes apartados. E o que fica para trás tem sempre muito para contar.

Uma representação lúdica que procura trazer uma chama de vida para adultos e crianças, quer tenham passado por situação parecida ou não. Um reencontro com o passado, um chamado para o presente, um entrelaçamento de vidas e histórias para discutir a representação de memória, de casa, de pertencimento e de obsolescências emocionais e materiais. Uma síntese de três casas – casa-universo particular, casa-corpo, casa-mundo.

Em Coimbra, encontramos muitas crianças em trânsito com pais e parentes pesquisadores e moradores temporários, como a pequena Dora, filha do autor, de onde veio a inspiração.

Durante a elaboração do design e do croqui da cena, composta pela representação das memórias, das casas das diversas crianças e dos objetos referenciais da infância, as pesquisas nos levaram à uma representação de um “ambiente Montessoriano”, pelo qual temos identificação.

Representação no campo das proposições, pois nem todas as crianças vêm do mesmo ambiente, a diversidade é o comum no caso das crianças que aqui são evocadas. Mas a escolha do “estilo” da casa erguida para acolher as lembranças ora colhidas dialoga com a mensagem que a obra passa, da casa como espaço do conforto, da liberdade e das memórias. Das memórias como importantes e a serem preservadas.

Reflitamos: como ficam os corações dessas crianças nesses casos de mudanças? Carinho e atenção são extremamente necessários. A arte chama!

Sobre o Método Montessori:

Idealizadora do Método, Maria Montessori (1870 – 1952) nasceu em 31 de agosto de 1870 na cidade de Chieravale, na Itália. Primeira mulher a se formar em Medicina em seu país, logo se interessou pelos mecanismos de desenvolvimento do aprendizado infantil. Com ênfase no desenvolvimento infantil durante a primeira infância e com aplicação universal, o Método Montessori parte do princípio de que todas as crianças tem a capacidade de aprender através de um processo que deve ser desenvolvido espontaneamente a partir das experiências efetuadas no ambiente, que deve estar organizado para proporcionar a manifestação dos interesses naturais da criança, estimulando a capacidade de aprender fazendo e a experimentação da criança, respeitando fatores como tempo e ritmo, personalidade, liberdade e individualidade dos alunos.

Materiais:

– Roupas, Calçados, Brinquedos, Desenhos, Fotografias, Chupeta, Escova de dente, Boneca, animais de borracha, Bibe,

– Poliestireno azul, Cartolina Kraft, Cola, Linha de nylon, Ganchos de metal, Impressões fotográficas, alfinetes, tachinhas, tapete, cabides

Sobre o autor:

Wagner Rodrigues Araujo, mais conhecido como WAGNER MERIJE, é criador (poeta, escritor, jornalista, compositor, gestor cultural, curador, editor), envolvido com projetos multimídia ligados à educação, literatura, música, cinema/vídeo, fotografia e teatro. Não é por acaso que a sua arte é associada a essa interatividade com as tecnologias da comunicação e é conhecida como suprasensorial. Ao longo de sua carreira, Merije faz uso de diversas ferramentas, despertando a atenção e interesse de jovens e pessoas ligadas à educação, a arte e a tecnologia. Natural de Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, tem trabalhos lançados no Brasil e no exterior. É doutorando em Literatura de Língua Portuguesa na Universidade de Coimbra/Portugal. Publicou os livros Mexidinho (2017), Astros e Estrelas – Memórias de um jovem jornalista em Londres (2017), Cidade em transe (2015), Viagem a Minas Gerais (2013), Torpedos (2012), Mobimento – Educação e Comunicação Mobile (2012) – finalista do Prêmio Jabuti 2013, e Turnê do Encantamento (2009), lançados em alguns dos principais eventos literários do Brasil. Sua escrita também está em antologias e em outras mídias. Compôs e interpretou músicas nos discos Coletivo Universal (2004), Peopleware (2009), Se você perder a voz (2011), Suprasensorial (2012), em filmes, séries e programas de TV. Tem criações nas fronteiras entre a arte digital, a videoarte e o videoclipe. Idealizou e coordena o projeto MVMob – Minha Vida Mobile. Fez a direção artística e curadoria de vários projetos no Brasil e em outros países. Recebeu os prêmios Sesc Sated (2003), Prêmio Tim da Música Brasileira (2005), Rumos Itaú Cultural (2008), Lei de Incentivo à Cultura de Minas Gerais (2007-2010), FazCultura Bahia (2010), Proac São Paulo (2010), Inovação Educativa Fundação Telefônica – OEI (2011), Prêmio da Música Brasileira (2013), 28º Salão Nacional de Poesia Psiu Poético (2014). Mantém o site www.merije.com.br

 

Ficha Técnica:

Concepção e Criação: Wagner Merije

Organização: Universidade de Coimbra

Produção: Aquarela Brasileira

Colaborações: Roberta Scatolini, Dora M.S.A, Joel Capitão, Hugo Martins, Rômulo Garcias

Agradecimentos: Colaboradores, Casa da Esquina (Sandra Jorge, Filipa Alves), Hospital Pediátrico do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), JISASUC, Hérica Jorge Pinheiro, , Marcela Heraclio, Daniel Cruz, Salomé Marques, Luísa Lopes, Teresa Baptista e toda a Equipa da Semana Cultural da UC

 

Saiba mais:

www.uc.pt/semanacultural

www.aquarelabrasileira.com.br/pequena-casa-de-lembrancas

www.merije.com.br/blog/diario/pequena-casa-de-lembrancas

Contato: faleaquarela@gmail.com

 

 

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