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A ERA JK

Aquarela Brasileira Livros orgulhosamente apresenta

Esta curadoria Aquarela Brasileira Livros é para quem quer compreender o Brasil a partir de um de seus momentos mais decisivos: o governo de Juscelino Kubitschek (1956-1961). Não se trata de uma biografia do ex-presidente, mas de uma análise do país naqueles anos – suas contradições, conquistas, desafios e o legado que ainda nos acompanha.

A obra examina o Brasil que ousou “50 anos em 5”, investigando:

– O Plano de Metas: como a proposta de desenvolvimento em áreas como energia, transporte, indústria de base e educação reorganizou a economia e a geopolítica nacional;

– A construção de Brasília: não apenas como feito arquitetônico, mas como símbolo da interiorização do poder e da aposta na modernização;

– As alianças políticas: o presidencialismo de coalizão que sustentou o governo, suas negociações, tensões e efeitos na democracia;

– A euforia desenvolvimentista e suas sombras: o endividamento externo, a inflação e as desigualdades regionais que se aprofundaram naquele período;

– JK e a cultura: o incentivo ao cinema, à música, à arquitetura e o diálogo com as vanguardas artísticas;

– O legado para o século XXI: como as escolhas da Era JK ainda impactam o debate sobre desenvolvimento, industrialização, infraestrutura e identidade nacional.

A autora não se limita a descrever feitos; ela interpreta o processo histórico e contextualiza as forças que moldaram o Brasil contemporâneo. A obra também avalia criticamente as conquistas e os limites do projeto desenvolvimentista, considerando questões como concentração de renda, dependência externa e o papel do Estado.

Com linguagem acessível ao público interessado em história, política, economia e gestão pública, A Era JK oferece ao leitor uma chave de leitura para um período que, mais do que passado, permanece como referência e advertência para os rumos do país.

Sobre a Autora

Maria Tereza Ávila é pesquisadora na área de história política e econômica do Brasil, com especialização em análise de políticas públicas e desenvolvimento nacional. Dedicou-se ao estudo de arquivos e documentos da década de 1950-1960, produzindo uma obra que concilia rigor analítico e clareza de exposição. Seu trabalho busca compreender as decisões estruturantes do país e sua repercussão nas gerações seguintes.

Dados do livro

Título: A Era JK – Uma avaliação do Brasil nos tempos de Juscelino Kubitschek 

Autora: Maria Tereza Ávila

Editora: Aquarela Brasileira Livros

Gênero: História / Política / Economia / Ciências Sociais

Formato: 14 x 21 cm

Número de páginas: 150

Web: www.aquarelabrasileira.com.br/a-era-jk

Encomendas: faleaquarela@gmail.com

 

Aquarela Brasileira Livros

Curadoria de Legado

Não é só sobre contar histórias. É sobre eternizá-las.

Brasil – Portugal

E-mail: faleaquarela@gmail.com

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O Homem Que Arrendou o Brasil

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O arquipélago mais famoso do Brasil carrega seu nome. As praias de águas cristalinas, os golfinhos, a paisagem de cinema – tudo isso se chama Fernando de Noronha. Mas poucos sabem quem foi o homem por trás desse nome.

Fernão de Loronha (ou Fernando de Noronha) foi um rico comerciante português, cristão-novo (judeu convertido), que se tornou o primeiro grande empresário do Brasil.

Em 1502, apenas dois anos após a chegada de Pedro Álvares de Cabral que tomou posse do território brasileiro em nome de Portugal, Fernando de Noronha liderou um consórcio de mercadores que assinou com o então rei português, Dom Manuel I, o primeiro contrato de arrendamento do Brasil – um documento que concedia a ele e a seus sócios o monopólio da exploração do pau-brasil.

O negócio foi um sucesso estrondoso. Noronha extraiu mais de 20 mil quintais de pau-brasil, vendidos em Lisboa com um lucro de 400% a 500%. A “droga vermelha” – como era chamada a madeira usada para tingir tecidos na Europa – tornou-se o primeiro grande ciclo econômico do Brasil, financiado por um empreendedor que sequer pisou na colônia.

Como recompensa por seus serviços, o rei presenteou Noronha com a primeira capitania hereditária do Brasil: a Ilha de São João, localizada no Atlântico, que mais tarde seria rebatizada com seu nome.

O Homem que Arrendou o Brasil não é uma biografia convencional. É o resgate histórico de uma figura esquecida – um cristão-novo que, em meio à perseguição e à desconfiança, conseguiu se tornar o braço direito da Coroa portuguesa na exploração do novo mundo, senhor de um império comercial colonial.

A obra revela:

– A origem judaica de Noronha e o contexto dos cristãos-novos em Portugal no início do século XVI;

– O contrato de arrendamento de 1502: o primeiro grande negócio do Brasil, firmado entre a Coroa e um consórcio privado;

– A exploração do pau-brasil e a montagem da primeira cadeia comercial transatlântica;

– As feitorias em Cabo Frio, Porto Seguro e Bahia, as primeiras estruturas portuguesas de exploração econômica em terras brasileiras;

– A doação da ilha (1504) e a criação da primeira capitania hereditária do Brasil, 30 anos antes do sistema oficial de 1534;

– O silêncio da história: por que Fernão de Noronha foi esquecido, e por que seu nome merece ser lembrado não apenas como um lugar, mas como um símbolo do empreendedorismo em solo brasileiro;

– O curioso processo de mudança do nome – de Loronha para Noronha – possivelmente uma tentativa de seus descendentes de se associarem à ilustre família Noronha e apagarem a origem judaica.

A história do Brasil é contada, majoritariamente, por meio de navegadores, reis e generais. Mas quem realmente construiu a riqueza da colônia foram nomes nem tão conhecidos – homens e mulheres que, num território desconhecido, arriscaram capital, montaram operações, geriram riscos e criaram valor.

Dados do livro

Título: O Homem que Arrendou o Brasil – A história de Fernando de Noronha, o Rei do Pau-Brasil

Editora: Aquarela Brasileira Livros

Gênero: Biografia / História do Brasil / Colonial / Empreendedorismo

Formato: 14 x 21 cm

Páginas: 196 páginas

Web: www.aquarelabrasileira.com.br/o-homem-que-arrendou-o-brasil

Encomendas: faleaquarela@gmail.com

 

 

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Almeida Júnior-O Pintor do Povo

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Um olhar crítico sobre o mestre realista que eternizou o caipira brasileiro

Almeida Júnior: O Pintor do Povo é uma obra crítica e visual que resgata a trajetória de um dos mais importantes artistas brasileiros do século XIX — mestre do realismo, pintor de tipos regionais, retratista da alma nacional.

José Ferraz de Almeida Júnior (1850-1899) rompeu com a tradição acadêmica europeia ao olhar para o Brasil com olhos brasileiros. Formado na Academia Imperial de Belas Artes e premiado em Paris, poderia ter feito carreira na Europa. Escolheu voltar ao interior de São Paulo. Escolheu pintar o que viu: o caipira, a lavadeira, o violeiro, o cozinho, a casa de farinha, o sertanejo.

Sua obra-prima, “O Violeiro” (1899), sintetiza seu projeto estético e político: um homem simples, com sua viola, em primeiro plano, olhando o espectador de frente — não como coitado, mas como sujeito de sua própria história.

Almeida Júnior foi pioneiro na construção de uma imagem positiva do homem do campo brasileiro, décadas antes do Modernismo de 1922. Tarsila, Portinari, Di Cavalcanti e tantos outros beberam dessa fonte.

No entanto, sua obra ainda é mais reproduzida em livros didáticos do que verdadeiramente compreendida em sua profundidade crítica, social e estética. Esta publicação não é uma biografia convencional. É um ensaio crítico visual que analisa:

– A ruptura com o academicismo europeu e a construção de uma pintura de fato brasileira;

– O caipira como protagonista — não como caricatura ou folclore, mas como representação digna do trabalho e da vida no campo;

– A luz, a cor e a composição: como Almeida Júnior criou uma atmosfera única que influenciou gerações;

– O Brasil profundo do século XIX: entre a monarquia decadente e a república nascente, entre a escravidão recém abolida e a modernização inconclusa;

– As circunstâncias de sua morte trágica — assassinado por seu primo, ciumento, em 1899, interrompendo uma carreira que prometia revolucionar ainda mais a arte brasileira.

Reproduções de suas principais telas dialogam com o texto crítico, criando uma experiência imersiva que revela a força, a delicadeza e a importância histórica de sua obra visual.

Sobre a Coleção Livro-Arte

Esta curadoria integra a Coleção Livro-Arte da Aquarela Brasileira, dedicada a artistas plásticos, visuais e criadores interdisciplinares que transformaram (e ainda transformam) a sensibilidade brasileira em matéria.

Cada volume é tratado como uma edição de autor, com curadoria atenta à materialidade: papéis, dobras, encadernações, relevos, cores. O livro não é apenas um catálogo. Ele é, ele mesmo, uma obra.

Artistas vivos ou herdeiros de artistas falecidos que desejam eternizar sua trajetória em um livro de arte de altíssimo padrão são convidados a conhecer esta coleção da Aquarela Brasileira — um espaço onde a arte se torna página e a página se torna eternidade.

Dados do livro

Título: Almeida Júnior: O Pintor do Povo

Editora: Aquarela Brasileira Livros

Gênero: Arte / Crítica / Biografia / Cultura brasileira

Formato: 20 x 20 cm

Páginas: 128 páginas

Web: www.aquarelabrasileira.com.br/almeida-junior-o-pintor-do-povo

Encomendas: faleaquarela@gmail.com

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Heitor dos Prazeres-A Tela e o Samba

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Um olhar crítico sobre a obra do pintor que fundou escolas de samba e coloriu a Pequena África

Heitor dos Prazeres: A Tela e o Samba é uma obra crítica e visual que resgata a trajetória de um dos mais completos artistas populares do Brasil — compositor, cantor, pintor, fundador de escolas de samba, costureiro, cenógrafo e Ogã Alabê-Nilu no candomblé.

Heitor dos Prazeres (1898-1966) começou a pintar aos 39 anos, após a morte da esposa. Sua primeira tela foi uma interpretação de um poema de Carlos Drummond de Andrade: “O homem e seu carnaval”, feita em homenagem a ele próprio . Sem formação acadêmica, desenvolveu um estilo naïf único, retratando o cotidiano do povo — bailes, festas, terreiros, malandros de chapéu e pés gingando no samba, crianças brincando, trabalhadores anônimos.

Aos 12 anos, já conhecido como “Mano Heitor do Cavaquinho”, frequentava as casas de Tia Ciata, onde a música e a fé caminhavam juntas. Ali, na chamada Pequena África — região que ele mesmo batizou —, o samba e o candomblé se entrelaçavam, influenciando profundamente sua arte .

Nos anos 1920, ajudou a organizar os primeiros grupos de samba do Estácio e participou da fundação de escolas que se tornariam lendárias: Deixa Falar, Vizinha Faladeira, Mangueira (com Cartola) e Portela — à qual deu as cores azul e branco. Foi dele a composição que deu à Portela sua primeira vitória em concurso, em 1929: “Não Adianta Chorar”.

Como compositor, fez parceria com Noel Rosa na clássica “Pierrô Apaixonado”, eternizada por Martinho da Vila. Como pintor, teve obras expostas em bienais e reconhecidas internacionalmente, inclusive pelo MoMA de Nova York. Em 1966, representou o Brasil no Primeiro Festival Mundial de Artes Negras em Dakar, no Senegal — um dos momentos mais sublimes de sua carreira, quando sua arte cruzou o Atlântico de volta às suas raízes .

No entanto, Heitor dos Prazeres ainda é mais lembrado na música do que nas artes plásticas. Este livro vem preencher essa lacuna. A obra não é uma biografia convencional. É um ensaio crítico visual que analisa:

– A pintura como extensão do samba: cadência, ginga, cor e movimento;

– O imaginário da “Pequena África” e a construção visual da identidade negra carioca;

– A arte naïf como resistência cultural e política;

– As contradições e os apagamentos de um artista múltiplo — fundador de escolas, mas impedido de desfilar em 1941; genial, mas subestimado em vida;

– O reconhecimento tardio e a dívida do carnaval — afinal, Heitor só se tornou enredo do Grupo Especial do Rio de Janeiro em 2026, sessenta anos após sua morte, pela Unidos de Vila Isabel .

Análises de suas principais telas dialogam com o texto crítico, criando uma experiência imersiva que revela a força, a delicadeza e a importância histórica de sua obra visual.

Sobre a Coleção Livro-Arte

Este livro inaugura a Coleção Livro-Arte da Aquarela Brasileira, dedicada a artistas plásticos, visuais e criadores interdisciplinares que transformaram (e ainda transformam) a sensibilidade brasileira em matéria.

Cada volume é tratado como uma edição de autor, com curadoria atenta à materialidade: papéis, dobras, encadernações, relevos, cores. O livro não é apenas um catálogo. Ele é, ele mesmo, uma obra.

Artistas que desejam eternizar sua trajetória em um livro de arte de altíssimo padrão são convidados a conhecer esta coleção da Aquarela Brasileira — um espaço onde a arte se torna página e a página se torna eternidade.

Dados do livro

Título: Heitor dos Prazeres: A Tela e o Samba

Editora: Aquarela Brasileira Livros

Gênero: Arte / Crítica / Biografia / Cultura brasileira

Formato: 20 x 20 cm

Páginas: 128 páginas

Web: www.aquarelabrasileira.com.br/heitor-dos-prazeres-a-tela-e-o-samba

Encomendas: faleaquarela@gmail.com

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Dona Brites de Albuquerque

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Ela chegou ao Brasil em 1535, aos 18 anos, acompanhando o marido, Duarte Coelho, o primeiro donatário da Capitania de Pernambuco. A terra era selvagem, hostil, cheia de perigos. As mulheres da nobreza portuguesa não governavam — governavam os homens.

Dona Brites de Albuquerque (também chamada Beatriz), não se importava com as regras.

Em 1553, com a viagem de Duarte Coelho a Portugal, ela assumiu interinamente o governo da capitania, assistida por seu irmão, Jerônimo de Albuquerque. Um ano depois, com a morte do marido, tornou-se governadora de fato — e foi reconhecida pelos historiadores como a primeira mulher a governar uma colônia nas Américas.

Mas Dona Brites não foi apenas uma administradora de ocasião. Foi uma empresária obstinada e uma estrategista implacável. Seu marido plantara as sementes da indústria canavieira. Foi ela quem colheu os frutos. Sob seu comando, Pernambuco tornou-se a maior produtora de açúcar do mundo. Ela negociou com os indígenas (e os combateu quando necessário), abriu novos engenhos, ampliou áreas de cultivo, urbanizou núcleos como Olinda e manteve a máquina econômica funcionando com lucros altíssimos, mesmo distante da Corte portuguesa.

Os colonos a chamavam de Capitoa — título que nenhuma outra mulher jamais recebeu na história do Brasil colonial.

Ela não apenas geriu o açúcar. Ela escravizou tribos inimigas, mandou construir e reformar engenhos, legislou sobre a vida dos colonos, pacificou rebeliões indígenas e garantiu que os filhos do casal — Duarte Coelho de Albuquerque e Jorge de Albuquerque Coelho — pudessem estudar em Portugal com o dinheiro do açúcar pernambucano.

Durante décadas, Dona Brites foi o centro do poder na capitania mais rica do Brasil. Governou três ou quatro vezes, entre 1553 e 1584, sempre com o apoio do irmão Jerônimo, que se tornaria conhecido como “o Adão Pernambucano” por sua vasta descendência com a tabajara Muira-Ubi .

A história do Brasil é escrita majoritariamente por homens, sobre homens. Dona Brites de Albuquerque aparece em poucas páginas de livros didáticos — quando aparece. Sua biografia completa nunca foi publicada em uma obra de fôlego. Este livro vem preencher essa lacuna.

Dona Brites de Albuquerque – A Governante do Açúcar é uma biografia histórica, escrita com rigor acadêmico e fluidez narrativa, que reconstrói a trajetória de uma das figuras mais poderosas e esquecidas do Brasil colonial. Da sua chegada em 1535 à sua morte em 1584, em Olinda, a obra revela:

– A formação de uma mulher da nobreza portuguesa em um mundo dominado por homens;

– A administração de uma capitania em meio a conflitos indígenas, escassez e distância da Coroa;

– A expansão do ciclo do açúcar como o primeiro grande negócio global do Brasil;

– A complexa relação de Dona Brites com a escravidão, os indígenas e a construção da sociedade colonial;

– O legado de uma governante que nunca desistiu — e que tornou Pernambuco a capitania mais rica do Brasil.

Para quem é este livro

– Leitores de biografias históricas e de grandes mulheres esquecidas pela história oficial;

– Pesquisadores, estudantes e professores de história do Brasil;

– Pernambucanos e nordestinos que desejam conhecer a fundo a matriarca de sua terra;

– Qualquer pessoa interessada no papel das mulheres na construção do mundo moderno.

Dados do livro

Título: Dona Brites de Albuquerque – A Governante do Açúcar: A primeira mulher a governar as Américas e a empresária que fez de Pernambuco a capitania mais rica do Brasil

Editora: Aquarela Brasileira Livros

Gênero: Biografia / História do Brasil / Colonial / Feminino

Formato: 14 x 21 cm

Páginas: 200 páginas

Web: www.aquarelabrasileira.com.br/dona-brites-de-albuquerque

Encomendas: faleaquarela@gmail.com

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Biografia do Samba

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Biografia do Samba é uma viagem estética, histórica e emocional pela trajetória do maior patrimônio cultural brasileiro: o samba. Uma obra visual e narrativa sobre a música que transformou o Brasil em identidade, ritmo e memória coletiva.

Mais do que um gênero musical, o samba é uma linguagem coletiva. Nasceu nos quintais, terreiros, morros e rodas populares. Foi perseguido, criminalizado, marginalizado — e depois transformado em símbolo nacional. Poucas expressões culturais no mundo carregam tamanha potência histórica, espiritual e afetiva.

Esta curadoria propõe um mergulho profundo nessa trajetória. Da Pequena África carioca às escolas de samba; dos terreiros baianos aos desfiles monumentais da Sapucaí; dos batuques ancestrais africanos ao samba-canção, ao partido-alto, ao pagode e às novas gerações — Biografia do Samba reconstrói a memória de uma arte criada pelo povo e eternizada na alma brasileira.

A obra percorre os grandes ciclos do samba através de seus personagens, movimentos, lugares e transformações culturais:

  • O nascimento do samba urbano no Rio de Janeiro e a herança africana na formação musical brasileira;

  • As tias baianas, os quintais e as rodas que preservaram a tradição diante da repressão policial;

  • A ascensão do rádio e da indústria cultural que transformou sambistas populares em ícones nacionais;

  • Os compositores que deram voz ao cotidiano, à dor, ao amor, à resistência e à alegria do povo brasileiro;

  • A relação entre samba, carnaval, política, religiosidade e identidade negra no Brasil;

  • O samba como patrimônio imaterial e como uma das maiores expressões culturais do planeta.

Mais do que uma cronologia musical, esta publicação é uma celebração da atmosfera do samba: sua energia, sua poesia, sua dramaticidade e sua capacidade de transformar sofrimento em beleza coletiva.

Biografia do Samba não conta apenas a história de um ritmo. Conta a história do Brasil profundo — mestiço, popular, contraditório, festivo, melancólico e resistente.

Porque o samba nunca foi apenas música.

O samba é memória.
É território.
É sobrevivência.
É voz coletiva.
É identidade nacional.

Dados do livro

Título: Biografia do Samba
Editora: Aquarela Brasileira Livros
Gênero: Cultura Brasileira / Música / História / Arte / Biografia Cultural
Formato: 20 x 20 cm
Páginas: 144 páginas
Web: www.aquarelabrasileira.com.br/biografia-do-samba
Encomendas: faleaquarela@gmail.com

 

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BRASIL CULTURA E TRADIÇÕES

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Esta obra é um mergulho na alma brasileira.

Não se trata de um manual de folclore nem de uma enciclopédia de datas comemorativas. Brasil – Cultura e Tradições é uma viagem sensorial e conceitual pelas raízes, pelos ritos, pelas festas, pelas crenças e pelos sabores que moldaram a identidade de um país continental.

Da umbanda ao forró, do artesanato do barro ao repente do Nordeste, do tambor do Maranhão à folia de reis do interior mineiro, a obra percorre as camadas profundas da brasilidade – sem clichês, com olhar crítico e afetivo ao mesmo tempo.

Destinado a quem ama o Brasil e a quem quer compreendê-lo para além dos estereótipos, o livro é uma celebração da diversidade cultural que resiste e se reinventa a cada geração.

Com projeto gráfico elegante, imagens que dialogam com o texto e uma curadoria que valoriza as culturas populares, Brasil – Cultura e Tradições é um convite à memória e ao pertencimento.

Dados do livro

Título: Brasil – Cultura e Tradições

Editora: Aquarela Brasileira Livros

Gênero: Cultura / Ensaio / Antropologia / Artes

Formato: 14 x 21 cm

Número de páginas: 196

Web: www.aquarelabrasileira.com.br/brasil-cultura-e-tradicoes

Encomendas/Pedidos: faleaquarela@gmail.com

 

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100 Provérbios Poderosos

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Eles sobreviveram a impérios, guerras, revoluções tecnológicas e mudanças de idioma. Não porque são rebuscados ou difíceis, mas exatamente pelo contrário: são simples, diretos e cirúrgicos.

Os provérbios são o mais antigo “algoritmo humano”. Criados há mais de 4 mil anos, nasceram da experiência prática no Egito, na sabedoria divina de Salomão e na filosofia dos gregos. Eles são o código-fonte da inteligência emocional e prática da humanidade.

100 Provérbios Poderosos – Os Códigos da Sabedoria não é uma coletânea de frases feitas. É um mergulho estratificado nos ditos que moldaram nossa civilização. Cada provérbio é acompanhado de uma análise lúcida sobre sua origem e uma reflexão poderosa sobre como aplicá-lo no mercado de trabalho, nas relações humanas e, especialmente, na liderança consciente e no desenvolvimento pessoal.

Vivemos na era da informação em excesso, mas carentes de sabedoria aplicada. Os provérbios sobreviveram porque funcionam. Eles nos ensinam a reconhecer a ignorância (só os tolos desprezam a instrução), a construir um legado com tijolos silenciosos e a dominar a mente antes de tentar dominar o mundo.

Este livro é o ponto de partida perfeito para uma coleção que promete trazer os melhores “100” temas para a estante do leitor brasileiro.

Dados do livro

Título: 100 Provérbios Poderosos – Os Códigos da Sabedoria

Editora: Aquarela Brasileira Livros

Gênero: Desenvolvimento Humano / Autoajuda / Filosofia / Referência

Formato: 14 x 21 cm

Páginas: 128

Web:www.aquarelabrasileira.com.br/100-proverbios-poderosos

Encomendas: faleaquarela@gmail.com

 

 

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Cannabis a planta

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Este livro é para quem quer compreender a cannabis para além do estigma.

Cinco mil anos de história entrelaçando medicina, espiritualidade, indústria e proibição. Cannabis: A Planta de 5.000 Anos não é um manifesto nem um manual de cultivo. É um guia informado, baseado em ciência e contexto histórico, que convida o leitor a um novo olhar sobre uma das plantas mais controversas e promissoras do nosso tempo.

Jasmine Smith conduz a narrativa com rigor e clareza, desmontando mitos, apresentando evidências e situando a cannabis no cruzamento entre a tradição milenar e os debates contemporâneos sobre saúde, direito e sustentabilidade.

Destinado a profissionais de saúde, estudantes, legisladores, jornalistas e curiosos, o livro oferece ferramentas para pensar a planta sem ruído ideológico – apenas com informação, história e bom senso.

Dados do livro

Título: Cannabis: A Planta de 5.000 Anos – Guia para desmistificar seus poderes: Ciência, História e um Novo Olhar

Autora: Jasmine Smith

Editora: Aquarela Brasileira Livros

Gênero: Ciência / História / Saúde / Sociedade

Formato: 14 x 21 cm

Número de páginas: 120

Web: www.aquarelabrasileira.com.br/cannabis-a-planta

Encomendas/Pedidos: faleaquarela@gmail.com

 

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